Viver a herança de Santo Agostinho

A Escola de Formação Teológica de Leigos (EFTL)da Diocese de Leiria-Fátima organizou, no passado fim-de-semana, umas Jornadas sobre o tema “Santo Agostinho e a cultura portuguesa”. O Pe. Armindo Janeiro, um dos promotores da iniciativa, explica à ECCLESIA que estas jornadas se inserem num percurso que a Diocese de Leiria-Fátima está a efectuar, no chamado Ano Agostiniano, que celebra os 1650 anos do nascimento do Santo. “Temos aqui sinais dos lugares por onde os filhos de Santo Agostinho passaram, além de se ter podido constatar a influência que o Santo teve em muitas outras ordens religiosas”, referiu. Reconhecendo que as influências do bispo de Hipona são múltiplas, na cultura portuguesa, o director da EFTL esclarece que a “seriedade da busca interior da verdade e a sabedoria como síntese de vida” são traços da vida de Santo Agostinho que ainda hoje permanecem válidos. A dinâmica que o Ano Agostiniano tem imprimido na vida diocesana está já a deixar marcas. Para este responsável, “ter um padroeiro desta dimensão é uma fonte, todos os dinamismos com que temos procurado envolver a região ultrapassam a vertente religiosa”. “Há muita gente que lê Santo Agostinho, muito mais do que podemos pensar”, aponta. A iniciativa contou com as parceiras do CAES – Centro de Apoio ao Ensino Superior e do MEC – Movimento de Educadores Católicos.

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