Igreja/Sacramentos: Serviços diocesanos de Angra realizam «Bênção dos Noivos», no Santo António

Angra do Heroísmo, Açores, 08 mai 2026 (Ecclesia) – A Diocese de Angra informa que vai ser invocada uma “bênção especial para os noivos”, esta sexta-feira, véspera do dia de Santo António, na Eucaristia às 20h00 locais, na igreja de Nossa Senhora da Esperança, em Ponta Delgada.

“Gostaríamos de contar com a presença dos casais que, nos próximos meses, celebraram o seu matrimónio na Ilha de São Miguel”, convidam os organizadores, os Serviços Diocesanos da Juventude, Vocações e Ensino Superior e Profissional,

Esta “bênção especial para todos os noivos presentes” pretende “dar graças pelo Sacramento do Matrimónio dos casais”, acrescenta o portal online ‘Igreja Açores’, da Diocese de Angra.

Esta iniciativa pretende dar graças pelo Sacramento do Matrimónio dos casais que, nos próximos meses, o celebram na ilha de São Miguel, e realiza-se no âmbito dos Encontros ‘As sextas no Convento’, promovidos pelos Serviços Diocesano à Juventude, Vocações e Ensino Superior e Profissional.

A ‘Bênção dos Noivos’ vai realizar-se na véspera do Dia litúrgico de Santo António, esta sexta-feira, 12 de junho, às 20h00 (mais uma hora em Portugal continental), na igreja de Nossa Senhora da Esperança, em Ponta Delgada, na Ilha de São Miguel.

Esta iniciativa acontece no âmbito projeto juvenil «Às Sextas no Convento» promovido mensalmente, no Santuário do Senhor Santo Cristo dos Milagres, pelos Serviços Diocesanos da Juventude, Vocações e Ensino Superior e Profissional.

A Diocese de Angra, através da página na internet ‘Igreja Açores’, recorda que a tradição ligada aos casamentos de Santo António, o ‘santo casamenteiro’, nasceu quando “uma jovem pobre” procurou o frade Franciscano porque “não conseguia casar-se devido às dificuldades financeiras da família”, o religioso português abençoou a jovem e pediu que confiasse na providência de Deus, poucos dias depois “recebeu tudo o que precisava e pôde realizar o casamento”.

Foto: Agência ECCLESIA/HM

A Igreja Católica celebra anualmente, a 13 de junho, a festa litúrgica de Santo António, padroeiro da cidade de Lisboa, onde nasceu em 1195, numa casa situada a poucos metros da Catedral.

Na Itália, destacou-se como pregador e primeiro professor de Teologia da recém-criada Ordem Franciscana; faleceu em 1231 e foi sepultado em Pádua, Itália, tendo a sua fama de santidade levado o Papa Gregório IX a canonizá-lo, a 30 de maio de 1232.

Pio XII proclamou-o como “doutor da igreja universal”, com o título de ‘Doctor Evangelicus’ (Doutor Evangélico); é, assim, um dos 37 doutores da Igrejas, figuras reconhecidas como exemplo de “santidade de vida, ortodoxia doutrinal e ciência sagrada”.

Nascido no final do século XII, o percurso de vida de Fernando de Bulhões, que assumiu o nome de António, foi iniciado em Portugal, recebido entre os Cónegos Regulares de Santo Agostinho em Lisboa e Coimbra; em setembro de 1220 deixou os agostinianos para integrar a Ordem Franciscana, vestiu o hábito franciscano, com o desejo de ser missionário em Marrocos, onde viria a adoecer, tendo de deixar o país; depois de uma tempestade, desembarcou na Itália, e a conheceu São Francisco de Assis, que lhe confiou a missão de ensinar Teologia aos seus frades.

CB

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