«Não deixemos que a violência nos divida ou nos paralise», escreve o responsável mundial da congregação

Foto: MIssionários da Consolata
Roma, 08 jun 2026 (Ecclesia) – O superior geral dos Missionários da Consolata exigiu hoje que as circunstâncias do assassinato de D. Osório Citora Afonso, em Moçambique, sejam esclarecidas totalmente
“A verdade é um ato de justiça para com D. Osório, para com o seu povo e para com a nossa própria missão”, defende o padre James Bhola Lengarin numa mensagem enviada aos membros do instituto.
O responsável rejeitou que a morte violenta do missionário e religioso da sua congregação permaneça num cenário de “silêncio ou incerteza”.
“Temos o dever moral e espiritual de desejar que a verdade sobre o que aconteceu venha totalmente à tona”, sublinhou o sacerdote.
D. Osório Citora Afonso, de 54 anos, foi morto a tiro este sábado na Casa Episcopal de Quelimane, num crime cometido por indivíduos ainda não identificados.
O superior geral dos Missionários da Consolata recorda o bispo moçambicano como “um pastor que se deixou consumir pelo serviço” à Igreja.
A mensagem exorta os missionários a manter-se “unidos”.
“Não deixemos que a violência nos divida ou nos paralise. A missão continua, e continua precisamente através da nossa fraternidade, da nossa fidelidade, da nossa presença entre os mais pequenos”, escreve o padre James Bhola Lengarin.
OC
