Vida Consagrada: Frei Fernando Alberto Cabecinhas é o novo superior dos Capuchinhos em Portugal

Foto: Capuchinhos; Da esquerda para a direita: Frei Hermano Filipe, Frei Ricardo Jorge, Frei Fernando Alberto, Frei João Guedes, Frei Luís Leitão e Frei Patrice Afonso

Fátima, 29 mai 2026 (Ecclesia) – Os Frades Menores (Franciscanos) Capuchinhos em Portugal elegeram frei Fernando Alberto Cabecinhas como novo responsável nacional – ministro provincial -, e respetivo governo, no 21.º capítulo que termina esta sexta-feira, 29 de maio, no Centro Bíblico, em Fátima.

“Os irmãos Capuchinhos elegeram o novo governo provincial para o triénio 2026-2029”, na manhã deste dia 28 de maio, informa a ordem religiosa, numa nota enviada hoje, à Agência ECCLESIA.

O novo governo da Província Portuguesa da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, para além do superior nacional, frei Fernando Alberto Cabecinhas, eleito ministro provincial, é constituído pelo vigário provincial, frei João Guedes, atualmente pároco na Baixa da Banheira (Diocese de Setúbal), e por três conselheiros: Frei Hermano Filipe, segundo conselheiro, frei Ricardo Jorge, terceiro conselheiro, e frei Luís Leitão, o quarto Conselheiro.

Esta não é a primeira vez que frei Fernando Alberto Cabecinhas, natural da Bajouca (Diocese de Leiria-Fátima), é escolhido pelos seus irmãos religiosos como ministro provincial dos Capuchinhos em Portugal, foi eleito em 2014, no 17.º capítulo da congregação, e reeleito para um novo triénio, em 2017.

Os Franciscanos Capuchinhos em Portugal estão reunidos no seu XXI Capítulo Provincial, sob o lema ‘A nossa identidade carismática: passado-presente-futuro’, desde domingo, 24 de maio, no seu Centro Bíblico, em Fátima.

Esta reunião está a ser presidida por frei Patrice Afonso Fernando, capuchinho angolano que é conselheiro geral da ordem (2024-2030), e conta ainda com convidados, o ministro provincial de Angola, frei Pietro Tosato, e o ministro provincial de Pontianak, na Indonésia, frei Faustus Bagara Darmawan.

Nos capítulos provinciais, realizados a cada três anos, os irmãos avaliam o triénio que termina, tratam de assuntos relacionados com a vida e a atividade da província, e elegem o ministro provincial e o seu conselho.

As presenças dos Capuchinhos em Portugal, em particular as mais antigas –  Barcelos (Arquidiocese de Braga), Porto e Gondomar, Fátima, e Lisboa -, nasceram para dar resposta “a alguma necessidade da Ordem ou da Igreja”, estes religiosos encontram-se ainda na Baixa da Banheira (Diocese de Setúbal).

“Hoje, urge repensá-las para que a missão dos irmãos continue a ser profética, segundo a sua identidade carismática”, explicou a ordem religiosa, numa nota enviada à Agência ECCLESIA, sobre a reunião magna nacional que termina esta sexta-feira, dia 29 de maio.

Os irmãos da Província Portuguesa da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos estão a partilhar o dia a dia do 21.º capítulo na sua página na internet.

CB

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