Roma, 18 mar 2026 (Ecclesia) – O segundo relatório europeu sobre o estado da equidade na saúde (HESRi2) é apresentado hoje, dia 18 de março, em Roma (Itália), no âmbito do evento “Quem é hoje o meu próximo”.
A iniciativa prevê uma sessão reservada aos delegados das Conferências Episcopais Europeias e da Organização Mundial da Saúde (OMS) que, após a audiência com o Papa Leão XIV, vão reunir-se na Aula Magna da Conferência Episcopal Italiana (CEI) para um primeiro momento de reflexão e debate.
Neste encontro vão participar Monsenhor Giuseppe Baturi, Secretário-Geral da Conferência Episcopal Italiana; Antonio Tajani, Ministro dos Negócios Estrangeiros e da Cooperação Internacional; Hans Henri Kluge, Diretor Regional da OMS Europa, e o cardeal Matteo Zuppi, Presidente da Conferência Episcopal Italiana, refere uma nota enviada à Agência ECCLESIA.
O segundo relatório europeu sobre o estado da equidade na saúde (HESRi2) é apresentado hoje, dia 18 de março, em Roma, no âmbito do evento “Quem é hoje o meu próximo”, organizado pelo Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCEE), pela CEI e pela OMS.
De tarde, a partir das 15h00, na Aula Magna da Pontifícia Universidade Lateranense, vai ser realizada a sessão pública.
À palestra sobre «A compaixão do Samaritano: amar levando a dor do outro», proposta pelo biblista Stefano Vuaran, seguir-se-ão as intervenções de Kluge, de Monsenhor Gintaras Grušas, Presidente do CCEE, de Orazio Schillaci, Ministro da Saúde do Governo italiano, Alberto Siracusano, Presidente do Conselho Superior de Saúde, Chris Brown, Diretor do Gabinete Europeu da OMS para o Investimento na Saúde e no Desenvolvimento, e Monsenhor Giuseppe Baturi.
A pergunta «Hoje, quem é o meu próximo?» ilumina “o relatório europeu da Organização Mundial da Saúde sobre a equidade na saúde: o próximo é aquele que sofre com as desigualdades nos cuidados de saúde, e a Igreja na Europa é chamada a dar voz aos mais frágeis e a promover uma solidariedade concreta”, sublinha o Presidente do CCEE.
“A vida nunca é inútil e, por isso, ninguém deve ser abandonado ou deixado para trás devido às suas condições físicas, psíquicas ou sociais, à sua origem ou à sua religião. Todos nós – cidadãos individuais, instituições e comunidade eclesial – devemos cuidar do próximo: a compaixão não é piedade, mas uma forma concreta de construir a paz e trabalhar juntos pelo bem comum”, afirma o Cardeal Zuppi, Presidente da CEI.
LFS
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