João Luís Fontes, professor de História e investigador do Centro de Estudos de História Religiosa da Universidade Católica Portuguesa, católico envolvido com o movimento ecuménico desde o final dos anos 90, tem procurado, em especial junto dos jovens, a promoção de sinais de unidade que possam dar credibilidade às Igrejas, mostrando a relevância de Jesus hoje nas suas vidas e na sociedade.
A zona rural do patriarcado de Lisboa marca o seu crescimento. O destino traçado para o trabalho no campo foi contrariado pelas professoras, que tiveram de convencer o pai, pois viram nele a capacidade e o gosto de estudo. Também nos anos em que foi catequista gostava mais dasperguntas dos adolescentes do que da ‘doutrina’ dada às crianças.
A pastora Eva Michel, da Igreja Presbiteriana, antes aindadas músicas e das semanas na Comunidade Ecuménica de Taizé, semearam no adolescente, que em A-dos-Cunhados nunca tinha ouvido falar de outras Igrejas cristãs, a possibilidade de construir em conjunto, evidenciando os pontos comuns que encontram em Jesus um caminho de comunhão.
Com investigação sobre a Idade Média e em História Medieval, João Luís Fontes foi às raízes do Cristianismo para desconstruir o «sempre foi assim» e para ali encontrar, para hoje, caminhos para ser cristão e formas de pertença e aproximação aos caminhos de Jesus.
