Chefes religiosos pedem paz para o Uganda

Os principais líderes religiosos do Uganada fizeram ontem um apelo ao governo do país para que amnisitie os rebeldes da guerrilha como forma de solucionar o conflito do Norte ugandês. No final de uma visita de solidariedade de dois dias a Gulu, capital do distrito do mesmo nome, , a delegação visitante composta pelos Arcebispos católico e anglicano de Kampala, r Cardeal Emmanuel Wamala e Dr. Livingstone Nkoyoyo, e pelo chefe da comunidade muçulmana ugandense, o Xeque Shaban Ramadhan, voltou a lembrar à comunidade internacional que “a população vive em condições dramáticas devido às violências perpetradas pelos rebeldes do denominado Exército de Resistência do Senhor (ERS).” A delegação visitou o centro para crianças que, de noite, dormem na cidade para fugir aos ataques do ERS às aldeias, e o campo para deslocados de Pagak que abriga actualmente cerca de 20 mil pessoas. “Como líderes religiosos, não usamos as armas, mas a Bíblia, que fala de perdão incondicional”, disse o Arcebispo anglicano, pedindo ao governo que estenda a amnistia, porque é preciso tempo para construir a confiança recíproca.

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