Homenagem do Lar D. Pedro V a Mons. Américo Ferreira

Um apaixonado pela juventude, caracterizado por uma atitude de alerta para servir os jovens. Foi assim que o Arcebispo de Braga, D. Jorge Ortiga, caracterizou monsenhor Américo Ferreira Alves homenageado pelo Lar D. Pedro V, dia 6 de Novembro, uma instituição da qual foi presidente entre 1975 e 2001. A homenagem ficou perpetuada num quadro, da autoria de Fernando Rosário, descerrado por D. Jorge Ortiga e pelo governador Civil de Braga, José Araújo, dois ex-alunos de monsenhor Américo Ferreira Alves. “Creio que monsenhor Américo foi alguém apaixonado pela juventude. Assim o conheci e entendi o seu ministério. Porque apaixonado pela juventude, sempre o vi numa atitude de alerta para servir a juventude, no escutismo e noutras instituições” – afirmou o prelado. Através “desta homenagem extremamente justa e neste quadro que fica a perpetuá-la, estamos a dizer que nós e que a Igreja tem de estar alerta para servir a juventude. A Igreja Diocesana está muito grata”. D. Jorge Ortiga lembrou também o trabalho que a Diocese está a fazer na área da juventude. “Parece que temos que suscitar este grito de alerta, para que todas as pessoas e instituições acordem para a responsabilidade de servir os jovens. Não basta apontar o dedo quando um jovem” envereda por caminhos menos positivos, mas é preciso “fazer algo para que a juventude tenha alegria em viver”. Monsenhor Américo Ferreira Alves, que recebeu, de duas crianças, uma ramo de flores, agradeceu a homenagem prestada. “Obrigado ao Colégio, a todas as suas dependências, aos superiores, aos professores e aos alunos. Vou daqui cheio de saudades”. Como recordação leva o facto de a comunidade do Lar ser “muito activa”. Na sessão o Cón. Manuel Azevedo Tinoco recordou a vida do ex-director do Lar D. Pedro V. Monsenhor Américo Ferreira Alves nasceu em 2 de Setembro de 1917, em Joane, entrou para o Seminário de Braga em 1931 e foi ordenado sacerdote por D. António Bento Martins Júnior, a 5 de Julho de 1942. Foi ecónomo, durante seis anos, e professor, durante 39, no Seminário. Também foi docente em diversas instituições. Exerceu “actividade pastoral e prestou importantes serviços no Corpo Nacional de Escutas”. Foi eleito para vice-presidente do Lar em 2 de Janeiro de 1972 e eleito presidente em 19 de Janeiro de 1975. Em finais de 2001, deixou de exercer o cargo “só por motivos de saúde”.

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