“A partir de agora vai ser possível às pessoas que nos visitam aliar a vertente lúdica com a religiosa” realçou o secretário de Estado do Turismo, Luís Correia da Silva, fazendo votos de que o trabalho da Turel, a Cooperativa Desenvolvimento e Promoção do Turismo Cultural e Religioso, tenha impacto positivo na hotelaria, na restauração e no comércio. O desenvolvimento do turismo religioso “é um passo importante para que Portugal não seja conhecido apenas como um destino de sol e praia” – frisou O Centro Apostólico do Sameiro recebeu, dia 31 de Outubro, o seminário de encerramento do projecto “Turismo Religioso como motor de desenvolvimento regional” que incluiu a apresentação das conclusões do projecto que pretende lançar eixos directores para o desenvolvimento de um novo produto turístico no norte do país. O estudo efectuado permitiu fazer o lançamento de uma nova marca — “Turismo Religioso no Norte de Portugal” — e de um logotipo que será utilizado para toda a região norte e que será, no fundo, a imagem da Turel. Na sessão foram lançados sete programas experimentais sobre os santuários do Minho que serão distribuídos pelas agências de viagens de todo o país, embaixadas portuguesas e delegações do ICEP. Tratam-se de pequenas brochuras que além de facultarem informações históricas sobre os santuários (S. Torcato, Sameiro, Abadia, Penha, Porto d’Ave, Bom Jesus e S. Bento da Porta Aberta) fazem sugestões de visita pelas localidades onde estão inseridos. De acordo com Abílio Vilaça, vogal do conselho fiscal da Turel, os programas pretendem divulgar estes destinos de turismo religioso junto das comunidades portuguesas residentes no estrangeiro e que, habitualmente, não têm informações sobre a actividade turística do seu país. Além destes produtos, a Turel prepara-se para lançar o conceito de “Peregrinos dos Santuários”, um pouco à semelhança do que acontece com os “Caminhos de Santiago”.
