Os católicos do Sri Lanka opuseram-se firmemente a uma proposta para legalizar a prostituição e instituir áreas específicas para o comércio sexual. O mercado do sexo é particularmente florescente na região sul da capital onde surgiram muitos locais de diversão, frequentados por turistas. Essas actividades constituem um bom negócio para os habitantes da área, que pediram a legalização dessa situação. O Sri Lanka tornou-se célebre como destino dos pedófilos da Europa e dos Estados Unidos. A UNICEF estima que anualmente perto de 300 mil crianças sejam submetidas a abusos sexuais, por parte de turistas. Nesse sentido, as associações católicas afirmam que para “ não encorajar esses males que afligem a sociedade do Sri Lanka, é preciso combater e não legalizar essas práticas.” Os líderes muçulmanos também apoiam a posição dos católicos, lembrando que o Islão é contrário à exploração sexual, e por isso, eles estão prontos a apoiar a batalha política contra a legalização da prostituição e a exigir leis e controlos mais severos para combatê-la.
