Findo o golpe militar em São Tomé e Príncipe, D. Abílio Ribas manifestou o desejo de que a exploração dos recursos petrolíferos possa erradicar a pobreza das gentes do país. Em declarações à Misna, D. Abílio foi claro ao defender que o país “necessita de um modelo diferente do implantado na Nigéria, onde os benefícios derivados das reservas de petróleo não levaram à melhoria de vida da população». O bispo da antiga colónia portuguesa confessa ter dialogado pessoalmente com os golpistas a fim de aclarar a situação. «Sugeri algumas ideias, não em qualidade de representante da Igreja, mas como simples cidadão”, revela.
