O Bispo de Hong Kong, D. Joseph Zen Ze-kiun, tornou-se nas últimas semanas uma das vozes mais conhecidas entre as que se ergueram, na ex-colônia britânica em favor da democracia. “Ao defender e promover a democracia, eu não me estou comportando como político, nem estou agindo segundo minha cabeça, mas sigo a doutrina da Igreja”, explica D. Zen. A população de Hong Kong começou por protestar contra a promulgação da lei anti-subversão. Depois de ter chamado os católicos a participarem numa manifestação a 1 de Julho, que contou com a adesão de 500 mil pessoas, o Bispo da ilha falou, no Domingo passado, a 20 mil manifestantes sentados com uma vela na mão diante do Conselho Legislativo. “Creio que, agora, a prioridade é acompanhar o crescimento desse movimento pela democracia, que se expressou nestes dias, sem forçar soluções mais drásticas, mas sim de maneira moderada e contínua”, afirma a Radio Vaticano.
