D. António Sousa Braga sublinha na mensagem para o dia da Igreja diocesana que a Eucaristia “Há muita coisa que a Igreja faz e deve fazer neste mundo, não tanto por ser Igreja, mas por ser simplesmente companheira da viagem da vida, na história humana. A Igreja tem de ser solidária com as lutas comuns da humanidade” – afirma D. António Sousa Braga, bispo de Angra, numa mensagem para o Dia da Igreja Diocesana, a celebrar dia 6 de Novembro. O Dia da Igreja Diocesana, a assinalar em cada Paróquia ou a nível de Ouvidoria e em todas as instâncias eclesiais, “é o momento oportuno, para dar a conhecer e assumir a programação pastoral deste ano: a espiritualidade do Domingo, dia de descanso, para ser santificado com a participação na Eucaristia, que plasma a identidade cristã e a própria vivência do Domingo” – refere o prelado. O sentido cristão do Domingo “parte da Missa, mas vai para além da Missa”, proporcionando o “crescimento humano e espiritual, promovendo a regeneração das relações familiares e comunitárias, enriquecendo a vida social e cultural” – escreveu na mensagem aos cristãos dos Açores. Com o intuito de ajudar no crescimento da fé – sublinha D. António Sousa Braga – as Jornadas de Liturgia, previstas para S. Miguel, de 21 a 24 de Novembro p.f. e para o Pico, de 30 de Janeiro a 2 de Fevereiro de 2005,serão um contributo importante para a concretização destes objectivos. O mesmo se diga da Semana Bíblica Diocesana, que este ano terá lugar na Ilha Terceira, subordinada ao tema: «Da Palavra à Eucaristia». Neste Dia da Igreja Diocesana, inicia-se a Semana dos Seminários. “É, antes de mais, um momento propício de oração fervorosa e confiante ao Senhor da Messe, para que mande operários para a Sua Messe”. Neste ano escolar, os seminaristas são 21: 14 do Curso Teológico e 7 do Secundário. A distribuição por Ilhas é a seguinte: 8 de S. Miguel, 4 da Terceira, 3 do Faial, 3 de S. Jorge, 2 do Pico e 1 de Santa Maria. “«A Messe é grande, mas os trabalhadores são poucos»! Urge, pois, revitalizar a Pastoral Juvenil Vocacional, com trabalho efectivo no terreno, que não depende apenas da coordenação diocesana, mas também e, sobretudo, do empenhamento concreto a nível de Ilha” – pede o bispo de Angra. Notícias relacionadas •A Igreja tem de ser solidária com as lutas comuns da humanidade
