Pe. Feytor Pinto celebrou Bodas de Ouro sacerdotais “Vale a pena comemorar o aniversário desse princípio de caminho, é preciso agradecer a Deus os resultados e as dificuldades de uma vida, é bom celebrar com todos a alegria da fidelidade, às vezes exigente, mas sempre fonte da felicidade verdadeira” – sublinha o Pe. Vítor Feytor Pinto, pároco da Igreja do Campo Grande, Lisboa, sobre os 50 anos de sacerdócio que celebrou ontem, dia 10 de Julho. O Pe. Vítor Feytor Pinto nasceu a 6 de Março de 1932, na freguesia de St. António dos Olivais, em Coimbra, e foi ordenado a 10 de Julho de 1955. Membro do Conselho Pontifício para os Profissionais da Saúde e Coordenador Nacional da Pastoral da Saúde, o sacerdote homenageado recordou o dia em que recebeu a sua ordenação na Sé da Guarda. Na mensagem dominical, divulgada em www.igrejacampogrande.pt, o Pe. Feytor Pinto revela que a ordenação começou muito cedo, às 7h 30 da manhã, como era hábito. E acrescenta: “uma celebração é muito mais do que uma festa, é a memória de um acontecimento que marca a vida de muita gente, gente que quer agradecer e revelar-se feliz”. Para além dos cargos enumerados anteriormente, o pároco do Campo Grande é também Assistente Diocesano dos Médicos Católicos e da Associação Mundial da Federação dos Médicos Católicos. Uma celebração “é muito mais do que o elogio de uma pessoa pelos seus feitos, é a solidariedade efectiva na concretização de serviços que ninguém sozinho pode realizar, é a partilha do trabalho no esforço comum de atingir objectivos, é a garantia de que os grandes acontecimentos não são fruto de um só, mas de um grupo que sabe construir” – salientou o Pe. Feytor Pinto. A comemoração destes 50 anos de sacerdócio é o “compromisso de futuro que envolve a quantos têm um projecto comum, é o sonho de coisas novas a fazer, é a utopia de transformar o mundo, é a certeza de poder renovar a Igreja”.
