A primeira pedra da Igreja dedicada a Scalabrini

Na Amora, uma paróquia multicultural No lançamento da primeira pedra da Igreja dedicada ao beato Scalabrini, D. Gilberto dos Reis, bispo de Setúbal, encorajou os membros desta congregação – Scalabrinianos – “e que sejamos pedras vivas”. A pedra lançada “é um símbolo da Igreja viva” – disse à Agência ECCLESIA o Pe. Pedro Granzotto, pároco da Amora. Esta paróquia da margem Sul esperou cerca de 30 anos por um terreno para construir a Igreja. Um acontecimento “importante” porque “há muitos anos que esperávamos esta data” – referiu. Actualmente, “estamos numa fase de contacto com empresas para depois adjudicar a obra, orçada em cerca de 2 milhões de Euros”. A nova Igreja paroquial da Amora será a segunda na Europa dedicada ao apóstolo dos migrantes, João Baptista Scalabrini, beatificado pelo Papa em 1997. A outra está em Itália, na diocese onde nasceu o beato. O templo, projectada pelo arquitecto João Paixão Salvado, terá uma capacidade de “700 lugares sentados e comportará infra-estruturas de apoio aos vários serviços (salão polivalente, Capela do Santíssimo, salas de catequese, sede de escuteiros e instalações de apoio às actividades da Conferência de S. Vicente de Paulo”) – salientou o Pe. Pedro Granzotto. O orago tem todo o sentido numa diocese “migrante” e numa paróquia de 60.000 habitantes que se tem vindo a formar através de fluxos maioritariamente de migrantes internos e imigrantes vindos do estrangeiro. A paróquia quer assim celebrar o centenário da morte do beato João Baptista Scalabrini (1905-2005) que decorre ao longo deste ano da Eucaristia.

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