O Corpo Nacional de Escutas (CNE) da Região de Santarém realizou um Fórum sobre “Escutismo… Uma opção”. Um espaço de debate e reflexão sobre os desafios lançados aos jovens daquela região do CNE. “Nós temos de estar preparados para poder responder às necessidades dos jovens” – disse à Agência ECCLESIA Luis Pedro, Chefe Regional Adjunto. Esta acção, realizada dia 27 de Fevereiro, em Alcanena, pretendia ver a relação do Escutismo com a sociedade e a Igreja. Depois de feita a reflexão, Luis Pedro afirma que o Escutismo “é uma grande opção para os jovens desde que ele seja colocado em prática segundo os métodos preconizados por Baden Powell”. Uma opção “de formação integral” das crianças e dos jovens. Com cerca de 25 anos, esta região do CNE conta com cerca de 1500 escuteiros. Para este dirigente, o escutismo deverá ser vivido “o máximo possível ao ar livre” e na sua relação com a Igreja “deve ser uma opção de formação de crescimento da juventude”. Como a sociedade vive “uma crise de valores”, o escutismo pretende ser “uma parte do combate a esta crise de valores”. É o complemento da educação porque o “primeiro educador é a família”. O escutismo, tal como a catequese, surge como “o segundo formador dos jovens”. O fórum serviu também para colmatar “a carência de pensar o escutismo”. Com esta iniciativa, os organizadores pretendem que nasçam algumas linhas de fundo para as direcções vindouras poderem aplicar. “Temos de ter um papel bastante incisivo na formação de adultos” e “dar maior importância ao método escutista” – concluiu este dirigente.
