Portuguesa mais próxima dos altares

A selagem e clausura do processo de canonização da Irmã Maria Rita de Jesus, Religiosa das Franciscanas Missionárias de Nossa Senhora foram feitas hoje, dia 7 de Fevereiro, no Paço Episcopal do Porto. Depois desta cerimónia – contou com a presença do promotor de Justiça, o Juiz delegado, D. Armindo Lopes Coelho e D. Carlos Azevedo, Postulador desta Causa – a Congregação para a Causa dos Santos ficará com duas cópias (o original fica no arquivo da diocese do Porto) da “Prova da Fama das virtudes e irá analisar se há ou não provas de virtudes heróicas” – disse à Agência ECCLESIA D. Carlos Azevedo. A abertura do processo encerrado hoje foi no dia 29 de Maio. Durante este período, ouviram-se as testemunhas e transcreveu-se todos os escritos da Irmã Maria Rita de Jesus. Ao nível dos escritos, D. Carlos Azevedo adiantou que estes são “sobretudo agendas onde ela apontava os «colóquios» que tinha com o menino Jesus”. No caso de se provar que teve virtudes heróicas – a partir das 35 testemunhas que foram ouvidas neste processo – é “chamada venerável” e fica à espera para ser beatificada. Para a beatificação “é necessário um milagre” – sublinha o Postulador que levará as cópias a Roma durante este mês de Fevereiro. Após a entrega, o Postulador Geral das Causas dos Capuchinhos passará a ser tomar conta do processo. A Irmã Maria Rita de Jesus, nasceu a 23 de Janeiro de 1885, na Freguesia da Vitória, na cidade do Porto. Ingressou na Congregação das Franciscanas de Calais, hoje, Franciscanas Missionárias de Nossa Senhora, a 2 de Novembro de 1918. Foi notabilizada pelo Apostolado à devoção do Menino Jesus de Praga e nossa Senhora Menina. Faleceu a 29 de Maio de 1965, no Hospital de Santa Maria na cidade do Porto, e foi sepultada no Cemitério de Agramonte, na mesma cidade, onde jaz em Jazigo próprio.

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