{"id":9963,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/cristo-esperanca-para-a-africa\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"cristo-esperanca-para-a-africa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/cristo-esperanca-para-a-africa\/","title":{"rendered":"Cristo, esperan\u00e7a para a \u00c1frica"},"content":{"rendered":"<p>Mensagem do Papa Jo\u00e3o Paulo II para o XIII Dia Mundial do Doente <!--more--> 1. Em 2005, depois de dez anos, ser\u00e1 de novo a \u00c1frica que hospeda as celebra\u00e7\u00f5es principais do Dia Mundial do Doente, que se realizar\u00e3o no Santu\u00e1rio de Maria Rainha dos Ap\u00f3stolos, em Iaund\u00e9, nos Camar\u00f5es. Esta escolha dar\u00e1 a oportunidade para manifestar a solidariedade concreta \u00e0s popula\u00e7\u00f5es daquele Continente, atormentadas por graves car\u00eancias no campo da sa\u00fade. Assim, ser\u00e1 dado um ulterior passo na concretiza\u00e7\u00e3o do compromisso que os crist\u00e3os da \u00c1frica, h\u00e1 dez anos, assumiram durante o terceiro Dia Mundial do Doente, isto \u00e9, tornarem-se &#8220;bons samaritanos&#8221; dos irm\u00e3os e irm\u00e3s em dificuldade.  Com efeito, na exorta\u00e7\u00e3o p\u00f3s-sinodal Ecclesia in Africa, retomando as observa\u00e7\u00f5es de muitos Pa\u00edses sinodais, escrevi que &#8220;a \u00c1frica actual pode ser comparada com aquele homem que descia de Jerusal\u00e9m para Jeric\u00f3; ele cai nas m\u00e3os dos salteadores que, depois de o despojarem e espancarem, o abandonaram, deixando-o meio morto (cf. Lc 10, 30-37)&#8221;. E acrescentei que &#8220;a \u00c1frica \u00e9 um Continente onde inumer\u00e1veis seres humanos homens e mulheres, crian\u00e7as e jovens jazem, de algum modo, prostrados na margem da estrada, doentes, feridos, indefesos, marginalizados e abandonados. T\u00eam extrema necessidade de bons Samaritanos que venham em sua ajuda&#8221; (n. 41:  AAS 88 [1996], 27).   2. O Dia Mundial do Doente tem tamb\u00e9m por finalidade estimular a reflex\u00e3o sobre a no\u00e7\u00e3o de sa\u00fade, que no seu significado mais completo faz tamb\u00e9m alus\u00e3o a uma situa\u00e7\u00e3o de harmonia do ser humano consigo mesmo e com o mundo que o circunda. \u00c9 precisamente esta vis\u00e3o que a \u00c1frica exprime de modo bastante rico na sua tradi\u00e7\u00e3o cultural, como testemunham as numerosas manifesta\u00e7\u00f5es art\u00edsticas, quer civis quer religiosas, cheias de sentido jubiloso, de ritmo e musicalidade.  Mas, infelizmente, esta harmonia est\u00e1 hoje profundamente perturbada. Numerosas doen\u00e7as devastam o Continente, e entre todas sobretudo o flagelo da Sida, &#8220;que semeia sofrimento e morte em numerosas zonas da \u00c1frica&#8221; (Ibid., n. 116; l.c., 69). Os conflitos e as guerras, que afligem muitas regi\u00f5es africanas, tornam mais dif\u00edceis as interven\u00e7\u00f5es destinadas a prevenir e curar estas doen\u00e7as. Nos campos dos pr\u00f3fugos e dos refugiados jazem muitas vezes pessoas privadas at\u00e9 dos alimentos indispens\u00e1veis para a sobreviv\u00eancia.  Exorto quantos t\u00eam a possibilidade, a comprometerem-se profundamente para p\u00f4r fim a semelhantes trag\u00e9dias (cf. Ibid., n. 117; l.c., 69-70). Recordo tamb\u00e9m aos respons\u00e1veis do com\u00e9rcio de armas o que escrevi nesse documento:  &#8220;Aqueles que alimentam as guerras em \u00c1frica, por meio do tr\u00e1fico de armas, s\u00e3o c\u00famplices de odiosos crimes contra a humanidade&#8221; (Ibid., n. 118, l.c., 70).   3. Quanto ao drama da Sida, j\u00e1 tive a ocasi\u00e3o de real\u00e7ar noutras circunst\u00e2ncias que ele se apresenta tamb\u00e9m como uma &#8220;patologia do esp\u00edrito&#8221;. Para a combater de maneira respons\u00e1vel, \u00e9 preciso incrementar a sua preven\u00e7\u00e3o mediante a educa\u00e7\u00e3o para o respeito do valor sagrado da vida e da forma\u00e7\u00e3o na pr\u00e1tica correcta da sexualidade. Com efeito, se s\u00e3o muitas as infec\u00e7\u00f5es por cont\u00e1gio atrav\u00e9s do sangue especialmente durante a gesta\u00e7\u00e3o infec\u00e7\u00f5es que devem ser combatidas com todos os meios muito mais numerosas s\u00e3o as que se contraem por via sexual, e que podem ser evitadas sobretudo mediante um comportamento respons\u00e1vel e a observ\u00e2ncia da virtude da castidade.  Os Bispos participantes no mencionado S\u00ednodo para a \u00c1frica de 1994, referindo-se \u00e0 incid\u00eancia que os comportamentos sexuais irrespons\u00e1veis t\u00eam na doen\u00e7a, formularam uma recomenda\u00e7\u00e3o que gostaria de propor aqui:  &#8220;A amizade, a alegria, a felicidade e a paz que o matrim\u00f3nio crist\u00e3o e a fidelidade proporcionam, bem como a seguran\u00e7a que a castidade oferece, devem ser continuamente apresentados aos fi\u00e9is, particularmente aos jovens&#8221; (Exort. apost. Ecclesia in Africa, 116; AAS 88 [1996] 69).   4. Todos devem sentir-se comprometidos na luta contra a Sida. Compete aos governantes e \u00e0s autoridades civis fornecer, sempre acerca deste assunto, informa\u00e7\u00f5es claras e correctas ao servi\u00e7o dos cidad\u00e3os, assim como dedicar \u00e0 educa\u00e7\u00e3o dos jovens e \u00e0 cura da sa\u00fade recursos suficientes. Encorajo os Organizadores internacionais a promover, neste \u00e2mbito,  iniciativas  inspiradas  na  sabedoria e na solidariedade, tendo sempre como finalidade defender a dignidade humana e tutelar o direito inviol\u00e1vel \u00e0 vida.  Dirijo um sentido reconhecimento \u00e0s ind\u00fastrias farmac\u00eauticas que se comprometem a manter baixos os pre\u00e7os dos rem\u00e9dios \u00fateis na cura da Sida. Sem d\u00favida, s\u00e3o necess\u00e1rios recursos econ\u00f3micos para a investiga\u00e7\u00e3o cient\u00edfica no \u00e2mbito da sa\u00fade e s\u00e3o ainda necess\u00e1rios outros recursos para tornar comerci\u00e1veis os rem\u00e9dios descobertos, mas perante emerg\u00eancias como a Sida, a salvaguarda da vida humana deve vir antes de qualquer outra avalia\u00e7\u00e3o.  Pe\u00e7o aos agentes pastorais &#8220;que levem aos irm\u00e3os e irm\u00e3s atingidos pela Sida todo o conforto poss\u00edvel, tanto material como moral e espiritual. Aos cientistas e aos respons\u00e1veis pol\u00edticos de todo o mundo pe\u00e7o, com grande insist\u00eancia, que, movidos pelo amor e pelo respeito devido a cada pessoa humana, n\u00e3o olhem a despesas na busca dos meios capazes de p\u00f4r fim a este flagelo&#8221; (Exort. apost. Ecclesia in Africa, 116; l.c.).  Gostaria de recordar aqui com admira\u00e7\u00e3o, de modo particular, as numerosas pessoas que trabalham no campo da sa\u00fade, os assistentes religiosos e os volunt\u00e1rios que, como bons Samaritanos, dedicam a sua vida \u00e0s v\u00edtimas da Sida e se ocupam dos seus familiares. \u00c9 precioso, a este prop\u00f3sito, o servi\u00e7o que prestam milhares de institui\u00e7\u00f5es de sa\u00fade cat\u00f3licas que socorrem, por vezes de modo her\u00f3ico, todos os que na \u00c1frica s\u00e3o atingidos por todas as formas de enfermidade, sobretudo pela Sida, pela mal\u00e1ria e pela tuberculose.  Durante os \u00faltimos anos, pude verificar que os meus apelos a favor das v\u00edtimas da Sida n\u00e3o s\u00e3o v\u00e3os. Vi com prazer que diversos Pa\u00edses e institui\u00e7\u00f5es apoiaram, coordenaram os esfor\u00e7os, campanhas concretas de preven\u00e7\u00e3o e cura dos doentes.   5. Dirijo-me agora, de modo especial, a v\u00f3s, queridos Irm\u00e3os Bispos das Confer\u00eancias Episcopais dos outros Continentes, para que vos unais generosamente aos Pastores da \u00c1frica para enfrentar eficazmente esta e outras emerg\u00eancias. O Pontif\u00edcio Conselho para a Pastoral no Campo da Sa\u00fade n\u00e3o deixar\u00e1 de oferecer, como fez no passado, o pr\u00f3prio contributo para coordenar e promover tal coopera\u00e7\u00e3o, solicitando o contributo efectivo de todas as Confer\u00eancias Episcopais.  A aten\u00e7\u00e3o que a Igreja dedica aos problemas da \u00c1frica \u00e9 motivada apenas por raz\u00f5es de compaix\u00e3o filantr\u00f3pica para com o homem necessitado, mas \u00e9 tamb\u00e9m estimulada pela ades\u00e3o a Cristo Redentor, cujo rosto ela reconhece nas fei\u00e7\u00f5es de cada pessoa que sofre. \u00c9 por conseguinte a f\u00e9 que a estimula a comprometer-se profundamente na cura dos doentes, como fez sempre ao longo da hist\u00f3ria. \u00c9 a esperan\u00e7a que a torna capaz de perseverar nesta miss\u00e3o, apesar dos obst\u00e1culos de todos os tipos que encontra. Por fim, \u00e9 a caridade que lhe sugere a aproxima\u00e7\u00e3o justa \u00e0s diversas situa\u00e7\u00f5es, permitindo-lhe compreender as peculiaridades de cada uma e corresponder-lhes.  Com esta atitude de partilha profunda, a Igreja vai ao encontro dos feridos da vida, para lhes oferecer o amor de Cristo mediante as numerosas formas de ajuda que a &#8220;fantasia da caridade&#8221; (Carta apost. Novo millennio ineunte, 50) lhe sugere para os socorrer. Cristo sofre contigo. E tu, oferecendo os teus sofrimentos, podes colaborar com Ele para a reden\u00e7\u00e3o do mundo.   6. A celebra\u00e7\u00e3o anual do Dia Mundial do Doente oferece a todos a possibilidade de compreender melhor a import\u00e2ncia da pastoral da sa\u00fade. Na nossa \u00e9poca, marcada por uma cultura impregnada de secularismo, por vezes somos tentados a n\u00e3o valorizar plenamente este \u00e2mbito pastoral. Pensamos que s\u00e3o outros os \u00e2mbitos onde se joga o destino do homem. Ao contr\u00e1rio, \u00e9 precisamente no momento da doen\u00e7a que se apresenta com mais urg\u00eancia a necessidade de encontrar respostas adequadas para as quest\u00f5es relativas \u00e0 vida do homem:  as quest\u00f5es acerca do sentido do sofrimento e da pr\u00f3pria morte, considerada n\u00e3o apenas como um enigma com o qual nos confrontamos com dificuldade, mas como mist\u00e9rio no qual Cristo incorpora a Si a nossa exist\u00eancia, abrindo-a para um nascimento novo e definitivo que jamais ter\u00e1 fim.  Encontra-se em Cristo a esperan\u00e7a a sa\u00fade plena e verdadeira, a salva\u00e7\u00e3o que Ele d\u00e1 \u00e9 a verdadeira resposta aos interrogativos \u00faltimos do homem. N\u00e3o h\u00e1 contradi\u00e7\u00e3o entre sa\u00fade eterna, a partir do momento que o Senhor morreu pela sa\u00fade integral do homem e de todos os homens (cf. 1 Pd 1, 2-5; Liturgia da Sexta-Feira Santa, Adora\u00e7\u00e3o da Cruz). A salva\u00e7\u00e3o constitui o conte\u00fado final da Nova Alian\u00e7a.  Por conseguinte, no pr\u00f3ximo Dia Mundial do Doente desejamos proclamar a esperan\u00e7a da sa\u00fade plena para a \u00c1frica e para toda a humanidade, comprometendo-nos a trabalhar com maior determina\u00e7\u00e3o ao servi\u00e7o desta grande causa.   7. Na p\u00e1gina evang\u00e9lica das Bem-Aventuran\u00e7as, o Senhor proclama:  &#8220;Felizes os que choram, porque ser\u00e3o consolados&#8221; (Mt 5, 4). A contradi\u00e7\u00e3o que parece haver entre o sofrimento e a alegria \u00e9 superada gra\u00e7as \u00e0 ac\u00e7\u00e3o consoladora do Esp\u00edrito Santo. Configurando-nos com o mist\u00e9rio de Cristo crucificado e ressuscitado, o Esp\u00edrito conduz-nos desde j\u00e1 para a alegria que alcan\u00e7ar\u00e1 a sua plenitude no encontro beatificante com o Redentor. Na realidade, o ser humano n\u00e3o aspira apenas a um bem-estar f\u00edsico ou espiritual, mas a uma &#8220;sa\u00fade&#8221; que se expresse numa harmonia total com Deus, consigo mesmo e com a humanidade. Alcan\u00e7a-se esta meta unicamente atrav\u00e9s do mist\u00e9rio da paix\u00e3o, morte e ressurrei\u00e7\u00e3o de Cristo.  Maria Sant\u00edssima oferece-nos uma antecipa\u00e7\u00e3o eloquente desta realidade escatol\u00f3gica sobretudo atrav\u00e9s dos mist\u00e9rios da sua Imaculada Concei\u00e7\u00e3o e da sua Assun\u00e7\u00e3o ao C\u00e9u. Nela, concebida sem mancha de pecado, \u00e9 total a disponibilidade quer \u00e0 vontade de Deus quer ao servi\u00e7o dos homens, e, por conseguinte, \u00e9 plena a harmonia profunda da qual brota a alegria.  Portanto, justamente nos dirigimos a Ela invocando-a como &#8220;Causa da nossa alegria&#8221;. A alegria que a Virgem nos d\u00e1 permanece tamb\u00e9m no meio das provas. Contudo, ao pensar na \u00c1frica dotada de enormes recursos humanos, culturais e religiosos, mas tamb\u00e9m atormentada por sofrimentos indiz\u00edveis, surge espont\u00e2nea nos l\u00e1bios a ora\u00e7\u00e3o insistente:  <i>Maria, Virgem Imaculada,  Mulher do sofrimento  e da Esperan\u00e7a,  s\u00ea bondosa com todas as pessoas  que sofrem e obt\u00e9m para cada uma  a plenitude da vida.  Dirige o teu olhar materno  sobretudo para quantos em \u00c1frica  vivem na necessidade extrema,  porque foram atingidos pela Sida  ou por outra doen\u00e7a mortal.  Vela sobre as m\u00e3es  que choram os seus filhos;  vela sobre os av\u00f3s  privados dos recursos suficientes  para sustentar os netos  que ficaram \u00f3rf\u00e3os.  Estreita todos  ao teu cora\u00e7\u00e3o de M\u00e3e.  Rainha da \u00c1frica  e do mundo inteiro,  Virgem Sant\u00edssima, reza por n\u00f3s!<\/i>  Vaticano, 8 de Setembro de 2004.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mensagem do Papa Jo\u00e3o Paulo II para o XIII Dia Mundial do Doente<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[101,154,166,168,193,231,237,246,277,291,314],"class_list":["post-9963","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-africa","tag-crianca","tag-dia-mundial-do-doente","tag-diocese-da-guarda","tag-educacao","tag-imaculada-conceicao","tag-joao-paulo-ii","tag-liturgia","tag-pastoral-da-saude","tag-refugiados","tag-solidariedade"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9963","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=9963"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/9963\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=9963"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=9963"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=9963"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}