{"id":914,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/ferias-para-a-hospitalidade\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"ferias-para-a-hospitalidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/ferias-para-a-hospitalidade\/","title":{"rendered":"F\u00e9rias para a hospitalidade"},"content":{"rendered":"<p>Susana Canhoto, Juventude Hospitaleira <!--more--> F\u00e9rias para a hospitalidade \u00c0 semelhan\u00e7a do que vem sucedendo desde h\u00e1 26 anos, a Ordem dos Irm\u00e3os de S. Jo\u00e3o de Deus e a Congrega\u00e7\u00e3o de Irm\u00e3s Hospitaleiras do Sagrado Cora\u00e7\u00e3o de Jesus, duas institui\u00e7\u00f5es que se dedicam sobretudo ao acolhimento, acompanhamento e tratamento de doentes e deficientes mentais, bem como de idosos, organizam diversas actividades para jovens durante o Ver\u00e3o e as f\u00e9rias escolares: Campos de F\u00e9rias, Campos de Trabalho, Retiros, Fins-de-semana hospitaleiros, Comunidades de Ver\u00e3o, etc. Este ano as F\u00e9rias organizadas pelos Irm\u00e3os designam-se F\u00e9rias Solid\u00e1rias. As F\u00e9rias organizadas pelas Irm\u00e3s s\u00e3o chamadas F\u00e9rias Hospitaleiras. S\u00e3o oportunidades de conhecer e experimentar uma realidade diferente, cada um \u00e0 sua maneira pessoal e insusbstitu\u00edvel, sem os romanceados da literatura, sem os sensacionalismos da imprensa, sem as emo\u00e7\u00f5es de quem j\u00e1 por l\u00e1 passou ou se sente envolvido de algum modo\u2026  Estas actividades de f\u00e9rias destinam-se essencialmente a jovens entre os 15 e os 30 anos de idade:  &#8211; Jovens que pretendem desenvolver a sua vertente humana e solid\u00e1ria junto de doentes, deficientes e\/ou idosos; &#8211; Jovens que desejem experimentar momentos de partilha e de conv\u00edvio com outros jovens;  &#8211; Jovens potencialmente interessados em profiss\u00f5es ligadas \u00e0 sa\u00fade ou assist\u00eancia que querem ter uma experi\u00eancia nesta \u00e1rea;  &#8211; Jovens que querem aprofundar a sua rela\u00e7\u00e3o com o Cristo vivo;  &#8211; Jovens empenhados em tornar melhor este mundo e com vontade de fazer novos amigos&#8230;  Em cada uma das actividades h\u00e1 sempre espa\u00e7o e tempo para brincar, para rezar, para rir, para escutar e para sentir; tudo se resume no nosso neologismo \u201chospitaliDar\u201d. O grupo, normalmente composto por 12 a 15 jovens (raparigas nas actividades das Irm\u00e3s e rapazes e raparigas nas actividades dos Irm\u00e3os), parte \u00e0 descoberta de si mesmo, do Cristo presentificado em cada rosto do pr\u00f3ximo mais necessitado, mas tamb\u00e9m mais aut\u00eantico e verdadeiro, da import\u00e2ncia da comunidade e da partilha, do servi\u00e7o e da entrega generosa, dispon\u00edvel e desinteressada. Cada actividade tem a sua especificidade; posso apenas garantir que cada uma \u00e9 uma experi\u00eancia \u00fanica e inesquec\u00edvel!&#8230; A Juventude Hospitaleira, um Movimento juvenil inspirado e animado por essas duas institui\u00e7\u00f5es, para al\u00e9m de apoiar, promover e incentivar todas as actividades referidas, lan\u00e7a este ano uma actividade paralela, nova e inovadora: o Ver\u00e3o Radical, que ir\u00e1 decorrer entre 30 de Junho e 31 de Agosto. Trata-se de uma actividade recheada de mist\u00e9rio(s) para a qual os jovens s\u00e3o convidados a inscreverem-se, para o per\u00edodo que mais lhes convier, com um m\u00ednimo de 8 dias! Durante esse tempo tudo pode suceder, desde uma actividade dedicada ao servi\u00e7o a(o)s doentes, at\u00e9 um acampamento recheado de desportos radicais, at\u00e9 um campo \u201cmission\u00e1rio\u201d no meio do Alentejo profundo, vivendo numa casa sem condi\u00e7\u00f5es e prestando servi\u00e7os no lar de idosos ou centro de dia ou uma caminhada em jeito de peregrina\u00e7\u00e3o a Santiago de Compostela\u2026  As nossas propostas s\u00e3o motivadas pela experi\u00eancia e consci\u00eancia clara de que a vida tem de ser cada vez mais orientada para a comunh\u00e3o, para a entreajuda e a descoberta do outro como o Cristo presente junto a n\u00f3s. \u201cE aquilo que fizeres ao mais pequenino, \u00e9 a Mim que o fazeis\u201d. Ent\u00e3o, procuramos despertar os jovens de hoje, atrav\u00e9s de outros jovens que vive(ra)m essa experi\u00eancia de descoberta, para o encontro com cada jovem com quem se cruza no caminho da vida, para o encontro consigo mesmo, descobrindo o que de melhor tem em si para oferecer em cada dia, em cada momento, em cada gesto, para o encontro com Deus e para a realidade menos bonita que nos rodeia. Normalmente, o jovem come\u00e7a por servir os doentes institucionalizados e aprende que a din\u00e2mica do servi\u00e7o, do acolhimento, da escuta, da entrega\u2026 se pode traduzir em gestos quotidianos onde quer que o jovem se encontre: na sua casa, na escola, no trabalho, com os colegas de \u201cfarra\u201d, com a vizinha l\u00e1 da rua ou no grupo da par\u00f3quia.  Desafiamos os jovens, pela sua ousadia e esp\u00edrito aventureiro, e esperamos estar \u00e0 altura das suas expectativas atrav\u00e9s de alguma organiza\u00e7\u00e3o log\u00edstica e de outros jovens que os acompanham em todas as circunst\u00e2ncias. Consideramos ser este um bom modo de levar \u00e0 pr\u00e1tica algumas ac\u00e7\u00f5es de solidariedade e de sensibilizar os jovens para o voluntariado, num mundo t\u00e3o cheio de solicita\u00e7\u00f5es de v\u00e1ria ordem. Gostamos de falar da hospitalidade como um despertador que nos acorda para uma nova forma de ser e de estar na vida\u2026. Ou como um novo par de \u00f3culos que ajuda a descobrir as dificuldades do nosso meio, para depois as tentarmos colmatar com as nossas pr\u00f3prias possibilidades.  Susana Canhoto, Juventude Hospitaleira <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Susana Canhoto, Juventude Hospitaleira<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[8],"tags":[187,211,222,299,314,329],"class_list":["post-914","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-dossier","tag-diocese-do-porto","tag-ferias","tag-hospitalidade","tag-santiago-de-compostela","tag-solidariedade","tag-voluntariado"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/914","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=914"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/914\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=914"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=914"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=914"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}