{"id":9137,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/inaugurado-novo-orgao-de-tubos-da-igreja-da-senhora-da-boavista\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"inaugurado-novo-orgao-de-tubos-da-igreja-da-senhora-da-boavista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/inaugurado-novo-orgao-de-tubos-da-igreja-da-senhora-da-boavista\/","title":{"rendered":"Inaugurado novo \u00f3rg\u00e3o de tubos da Igreja da Senhora da Boavista"},"content":{"rendered":"<p>Realizou-se no domingo, dia 12 de Dezembro, sob a presid\u00eancia do Bispo do Porto, D. Armindo Lopes Coelho, a b\u00ean\u00e7\u00e3o e inaugura\u00e7\u00e3o do novo \u00f3rg\u00e3o de tubos da Igreja da Senhora da Boavista, como t\u00ednhamos anunciado na edi\u00e7\u00e3o de VP de 10 de Novembro.  A Igreja, de constru\u00e7\u00e3o moderna (arquitecto Agostinho Ricca) integra-se no complexo residencial conhecido na cidade por Foco, entre a Avenida da Boavista e a Via de cintura interna do Porto. Possui obras art\u00edsticas de J\u00falio Rezende \u2013 os vitrais, a escultura do baptist\u00e9rio e do altar-mor.  Foi uma cerim\u00f3nia que reuniu as for\u00e7as vivas da par\u00f3quia e convidados, em que a sonoridade do \u00f3rg\u00e3o foi acompanhada pela actua\u00e7\u00e3o dos grupos corais da par\u00f3quia: um de jovens e um de adultos. Ap\u00f3s b\u00ean\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o, por D. Armindo Lopes Coelho, Bispo do Porto, que nas suas palavras real\u00e7ou o significado da ac\u00e7\u00e3o lit\u00fargica como forma de louvor de Deus e valoriza\u00e7\u00e3o pela arte musical da pessoa humana, seguiu-se um concerto por Paulo Alvim, com obras de mestres como Frescobaldi, Cl\u00e9rambault e J. S. Bach, o maior mestre da m\u00fasica para \u00f3rg\u00e3o.  O p\u00e1roco, J\u00falio Carrara, agradeceu aos que contribu\u00edram para este acontecimento, particularmente ao Bispo do Porto, aos convidados presentes, \u00e0 C\u00e2mara Municipal, \u00e0 Equipa paroquial a e aos membros da comunidade que tornaram poss\u00edvel esta realiza\u00e7\u00e3o. Agradeceu os gestos de solidariedade, mesmo os mais pequenos, de ajuda para a realiza\u00e7\u00e3o da obra que ficar\u00e1 na hist\u00f3ria da comunidade paroquial, que permitiram que em pouco tempo se realizasse o projecto, referenciando a Comiss\u00e3o Fabriqueira, a Comiss\u00e3o Art\u00edstica, o organeiro Joaquim Lois e a sua equipa.   Notas sobre o \u00f3rg\u00e3o de tubos da Igreja da Senhora da Boavista O \u00f3rg\u00e3o inaugurado tem como fun\u00e7\u00f5es dar apoio musical \u00e0s celebra\u00e7\u00f5es lit\u00fargicas e, ao mesmo tempo, viabilizar uma programa\u00e7\u00e3o musical regular, em termos de recitais e concertos. A  cerim\u00f3nia foi o culminar de um processo iniciado em Mar\u00e7o de 1999, altura em que foi elaborado o documento de base pelo Engenheiro Rui Paiva, professor do Conservat\u00f3rio Nacional e Director da Academia de M\u00fasica de Santa Cec\u00edlia. Ap\u00f3s consulta a outros t\u00e9cnicos especializados, a Par\u00f3quia acabou por optar pelo reputado organeiro espanhol Joaquim Lois que tem dedicado o seu trabalho a restaurar \u00f3rg\u00e3os antigos e a projectar e a construir novos \u00f3rg\u00e3os. O \u00f3rg\u00e3o tem dois teclados manuais com 56 notas, com pedaleira de 30, possuindo um total de 21 registos e 1436 tubos. Ap\u00f3s os trabalhos de harmoniza\u00e7\u00e3o, realizados em 25 e 26 de Mar\u00e7o deste ano, a constru\u00e7\u00e3o prosseguiu nas oficinas do construtor em Tordesilhas (Espanha). A sua instala\u00e7\u00e3o final iniciou-se a 19 de Outubro, altura em que Joaquim Lois e mais quatro t\u00e9cnicos espanh\u00f3is, iniciaram o trabalho de montagem final do \u00f3rg\u00e3o, que durou cerca de m\u00eas e meio.  O \u00f3rg\u00e3o ergue-se com majestosa simplicidade \u00e0 entrada da Capela do Baptist\u00e9rio, integrado harmoniosamente no conjunto da Igreja. O exterior \u00e9 em madeira de carvalho que, com as suas veias e cor suave, se adequa bem \u00e0 decora\u00e7\u00e3o da igreja.   Um \u00f3rg\u00e3o ib\u00e9rico Trata-se de um \u00f3rg\u00e3o ib\u00e9rico, \u00fanico at\u00e9 agora constru\u00eddo na cidade do Porto. As suas caracter\u00edsticas permitem-lhe interpretar m\u00fasicas de autores peninsulares que escreveram para este tipo de instrumentos, e tamb\u00e9m dos grandes mestres da m\u00fasica universal, como se verificou no concerto inicial. Nas \u00faltimas d\u00e9cadas foram constru\u00eddos bastantes \u00f3rg\u00e3os na cidade do Porto e arredores. Este, por\u00e9m, \u00e9 o \u00fanico de cariz ib\u00e9rico. Por isso regista-se o facto de muitas personalidades terem  telefonado ao p\u00e1roco, Padre J\u00falio Carrara, dando-lhe os parab\u00e9ns pela coragem tida ao beneficiar a igreja paroquial com um \u00f3rg\u00e3o ib\u00e9rico. At\u00e9 ao momento, \u00e9 o \u00fanico \u00f3rg\u00e3o que est\u00e1 situado na zona ocidental da cidade em activo, e o mais pr\u00f3ximo da futura Casa da M\u00fasica. O desejo da comunidade paroquial ter um \u00f3rg\u00e3o vem de longe. Agora chegou o dia e a hora. Entre os textos da bem elaborada brochura disponibilizada aos presentes, encontra-se um texto do C\u00f3nego Ant\u00f3nio Ferreira dos Santos, que, pelo enquadramento hist\u00f3rico-art\u00edstico e integra\u00e7\u00e3o no conjunto do projecto de valoriza\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o de tubos, deve ser retida. Aqui o disponibilizamos ao leitor interessado neste projecto de valoriza\u00e7\u00e3o cultural:    Sobre o valor cultural dos \u00f3rg\u00e3os de tubos ANT\u00d3NIO FERREIRA DOS SANTOS* A instala\u00e7\u00e3o de um \u00f3rg\u00e3o de tubos na igreja paroquial da Senhora da Boavista \u00e9 justificado motivo de j\u00fabilo para muitos. \u00c9 motivo de j\u00fabilo, em primeiro lugar, para a par\u00f3quia, sobretudo para o p\u00e1roco, P. J\u00falio Garrara, e seus pr\u00f3ximos colaboradores, porque ela fica a dispor de um instrumento potenciador inigual\u00e1vel da intensidade expressiva do canto lit\u00fargico sa\u00eddo da assembleia, do coro e do salmista, mas tamb\u00e9m para a cidade do Porto que fica enriquecida com uma infra-estrutura musical  de elevada qualidade e afirmado sentido. Este \u00f3rg\u00e3o de tubos, agora inaugurado, era, talvez o que faltava numa igreja que \u00e9, sem sombras de d\u00favida, um espa\u00e7o arquitect\u00f3nico, art\u00edstico e lit\u00fargico de refer\u00eancia na cidade do Porto e n\u00e3o s\u00f3. O \u00f3rg\u00e3o de tubos que hoje \u00e9 inaugurado motiva pertinentes reflex\u00f5es de ordem hist\u00f3rica, est\u00e9tica e lit\u00fargica.  \u00d3rg\u00e3os antigos no Porto &#8230; Em todas as igrejas (paroquiais ou n\u00e3o) e capelas da cidade do Porto constru\u00eddas nos finais do s\u00e9culo XVII e nos s\u00e9culos XVIII e XIX, foram instalados \u00f3rg\u00e3os de tubos que, hoje, consideramos hist\u00f3ricos, uns de muito elevada qualidade, e outros mais comuns. Um legado impressionante e uma das marcas espec\u00edficas da cultura musical do Porto! H\u00e1 \u00f3rg\u00e3os hist\u00f3ricos na S\u00e9 Catedral (3), na igreja dos Grilos, da Miseric\u00f3rdia, de S. Nicolau, de S. Francisco (monumento), na capela interior da Ordem de S. Francisco, na igreja de Massarelos, de Lordelo do Ouro, de S. Jo\u00e3o da Foz, de Nossa Senhora da Vit\u00f3ria, de S. Bento da Vit\u00f3ria, dos Cl\u00e9rigos (2), dos Carmelitas, do Carmo, de Cedofeita (agora integrado no novo \u00f3rg\u00e3o), dos Congregados, de S. lldefonso, da Trindade, da Lapa (n\u00e3o confundir com o novo \u00f3rg\u00e3o), de Paranhos, de Santa Clara (3), do Ter\u00e7o (Irmandade), de Nossa Senhora da Esperan\u00e7a, do Bonfim (vindo do Convento da Ave Maria: dois num?) e Nossa Senhora de Campanh\u00e3. Mais de tr\u00eas dezenas de \u00f3rg\u00e3os hist\u00f3ricos que, gra\u00e7as a Deus, n\u00e3o sofreram as consequ\u00eancias do terramoto de 1755 que, em Lisboa, destruiu v\u00e1rios \u00f3rg\u00e3os de tubos, nem os malef\u00edcios da abund\u00e2ncia de dinheiro que os poderia ter destru\u00eddo para os substituir por novos.  &#8230;e modernos&#8230; O grande \u00f3rg\u00e3o da S\u00e9 Catedral do Porto, inaugurado em 1985 (ano internacional da m\u00fasica e ano Bach, pai da m\u00fasica de \u00f3rg\u00e3o), emerge, assim, de um terreno preparado. Era natural que, numa cidade onde, no passado, se viveu uma verdadeira euforia no que diz respeito \u00e0 cultura organ\u00edstica e a ela se habituou, depois de uma pausa que durou mais de um s\u00e9culo, brotasse e florescesse uma filosofia inspiradora de uma nova fase na cultura organ\u00edstica que se concretizou na tentativa de imprimir, em cada um dos novos \u00f3rg\u00e3os de tubos que se iam construindo e implantando nas igrejas do Porto, determinadas especificidades. Assim, o \u00f3rg\u00e3o da S\u00e9 (1985) \u00e9 um \u00f3rg\u00e3o neo-barroco que, para al\u00e9m da sua fun\u00e7\u00e3o lit\u00fargica, permite a execu\u00e7\u00e3o, com propriedade, sobretudo, da m\u00fasica barroca para \u00f3rg\u00e3o, nomeadamente, a de Jo\u00e3o Sebasti\u00e3o Bach. O \u00f3rg\u00e3o da Lapa, para al\u00e9m do seu fecundo contributo nas diversas celebra\u00e7\u00f5es lit\u00fargicas, proporciona a execu\u00e7\u00e3o de obras de car\u00e1cter sinf\u00f3nico e rom\u00e2ntico. O \u00f3rg\u00e3o da Senhora da Concei\u00e7\u00e3o, sempre presente nas suas liturgias, foi concebido para interpretar m\u00fasica francesa composta para \u00f3rg\u00e3o. O \u00f3rg\u00e3o de Cedofeita (que integrou os melhores jogos do \u00f3rg\u00e3o da antiga igreja) \u00e9 vocacionado, especialmente, para a interpreta\u00e7\u00e3o da m\u00fasica p\u00f3s-rom\u00e2ntica. O novo \u00f3rg\u00e3o da par\u00f3quia da Senhora da Boavista quis, para al\u00e9m da sua fun\u00e7\u00e3o lit\u00fargica, abra\u00e7ar um sentido pr\u00f3prio e especifico: a m\u00fasica hist\u00f3rica ib\u00e9rica para \u00f3rg\u00e3o [portuguesa e espanhola], sem excluir muitas obras de \u00f3rg\u00e3o do per\u00edodo barroco, encontra a oportunidade de ser executada num instrumento para tal criteriosamente constru\u00eddo.  Se a tudo o que ficou escrito juntarmos uma just\u00edssima refer\u00eancia a tr\u00eas extraordin\u00e1rios \u00f3rg\u00e3os hist\u00f3ricos: o de S. Bento da Vit\u00f3ria, o da S\u00e9 Catedral (lado do Evangelho) e o dos Grilos, todos restaurados e a funcionar, e se tivermos em conta que a igreja nova de Ramalde, a dos Carmelitas (Foz), a dos Redentoristas (rua da Firmeza) e a capela dos Anjos disp\u00f5em, tamb\u00e9m, de \u00f3rg\u00e3os de tubos, podemos afirmar que a cidade do Porto \u00e9 uma cidade de \u00f3rg\u00e3os de tubos e que, nesse particular e \u00e0 sua medida, se pode considerar uma refer\u00eancia europeia. As comunidades crist\u00e3s da cidade do Porto, com os seus p\u00e1rocos e reitores, ao manifestarem t\u00e3o clara milit\u00e2ncia em favor dos \u00f3rg\u00e3os de tubos, demonstram uma positiva sensibilidade eclesial e cultural. Os documentos da Igreja Cat\u00f3lica, a partir do &#8220;Motu Pr\u00f3prio&#8221; de Pio X (22 de Novembro de 1903) e, com destaque para o cap\u00edtulo sexto da Constitui\u00e7\u00e3o conciliar Sacrossanctum Concilium (4 de Dezembro de 1963), para a Instru\u00e7\u00e3o Musicam Sacram (5 de Mar\u00e7o de 1965) e para o Quir\u00f3grafo do Papa Jo\u00e3o Paulo II (22 de Novembro de 2003), s\u00e3o un\u00e2nimes em considerar o \u00d3rg\u00e3o de Tubos como o instrumento musical mais adequado e pr\u00f3prio da Liturgia, Porqu\u00ea?   Microcosmos musical Um \u00f3rg\u00e3o de tubos \u00e9 caso \u00fanico, na \u00e1rea dos instrumentos musicais. Concebido \u00e0 imagem e semelhan\u00e7a do homem, disp\u00f5e de uns &#8220;pulm\u00f5es&#8221;, os foles geradores do ar de um &#8220;cora\u00e7\u00e3o&#8221;, o someiro, no qual se concentra o ar vindo dos foles e, da\u00ed passa, segundo mecanismos accionados pelo organista, para os tubos que, vibrando, produzem sons variados, quais gargantas humanas, em atitude de canto. O \u00f3rg\u00e3o de tubos \u00e9 quase um ser vivo, dada a sua semelhan\u00e7a com os \u00f3rg\u00e3os dos seres humanos implicados no acto de cantar. Os sons musicais acontecem, como a \u00e1gua a sair da fonte, sem a interposi\u00e7\u00e3o da t\u00e9cnica. Ele \u00e9 o instrumento musical mais pr\u00f3ximo do homem. Um \u00f3rg\u00e3o de tubos pode e deve considerar-se um microcosmo musical. Com efeito, nele est\u00e3o presentes, embora sabiamente sublimados, os chamados tr\u00eas reinos da natureza. Nos tubos de estanho e de cobre do \u00f3rg\u00e3o est\u00e1 presente o reino mineral; nos tubos de madeira, nos someiros, nas teclas, nos puxadores dos registos, nas varetas, etc., \u00e9 evidente a presen\u00e7a do reino vegetal; no marfim de alguns teclados, nas peles dos foles e nos suportes e juntas (feitos a partir de peles) dos tubos que se apoiam sobre o someiro descobre-se a presen\u00e7a do reino animal. Por estas raz\u00f5es, o \u00f3rg\u00e3o de tubos deve ser considerado o instrumento c\u00f3smico, por excel\u00eancia. A cosmicidade do \u00f3rg\u00e3o de tubos corresponde, de forma ideal, \u00e0 perspectiva c\u00f3smica da Liturgia. Um \u00f3rg\u00e3o de tubos \u00e9, entre todos os instrumentos musicais, aquele que disp\u00f5e do maior n\u00famero de capacidades e qualidades musicais. A hist\u00f3ria da cultura musical chama- lhe &#8220;o rei dos instrumentos&#8221;. As sonoridades dos sopros, das cordas e dos metais est\u00e3o l\u00e1, podendo ser usadas do pian\u00edssimo ao fort\u00edssimo, nas regi\u00f5es mais agudas e mais graves. Os teclados e a pedaleira permitem di\u00e1logos entre registos diferentes. Como instrumento harm\u00f3nico, o \u00f3rg\u00e3o de tubos \u00e9, igualmente, \u00fanico porque enriquece a simples harmoniza\u00e7\u00e3o com uma grande variedade e combina\u00e7\u00f5es t\u00edmbricas. Por tudo isto, o \u00f3rg\u00e3o de tubos \u00e9 um instrumento completo, soa a plenitude sonora. A nosso ver, e \u00e0 luz das reflex\u00f5es feitas a decis\u00e3o do P. J\u00falio Garrara, com a sua par\u00f3quia de Nossa Senhora da Boavista, de instalar um \u00f3rg\u00e3o de tubos na respectiva igreja, parece-nos profundamente pedag\u00f3gica, do ponto de vista eclesial, lit\u00fargico, est\u00e9tico e cultural. Parab\u00e9ns, P. J\u00falio Garrara! Parab\u00e9ns, Par\u00f3quia de Nossa Senhora da Boavista!  * C\u00f3nego do S\u00e9 do Porto, reitor da Igreja da lapa, Director do Secretariado Diocesanio da Liturgia <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Realizou-se no domingo, dia 12 de Dezembro, sob a presid\u00eancia do Bispo do Porto, D. Armindo Lopes Coelho, a b\u00ean\u00e7\u00e3o e inaugura\u00e7\u00e3o do novo \u00f3rg\u00e3o de tubos da Igreja da Senhora da Boavista, como t\u00ednhamos anunciado na edi\u00e7\u00e3o de VP de 10 de Novembro. 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