{"id":84598,"date":"2017-11-16T10:25:00","date_gmt":"2017-11-16T10:25:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2017\/11\/16\/igreja-vocacoes-a-felicidade-daqueles-seminaristas-tinha-de-vir-de-algum-lado\/"},"modified":"2019-07-19T10:28:20","modified_gmt":"2019-07-19T09:28:20","slug":"igreja-vocacoes-a-felicidade-daqueles-seminaristas-tinha-de-vir-de-algum-lado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/igreja-vocacoes-a-felicidade-daqueles-seminaristas-tinha-de-vir-de-algum-lado\/","title":{"rendered":"Igreja\/Voca\u00e7\u00f5es: \u00abA felicidade daqueles seminaristas tinha de vir de algum lado\u00bb"},"content":{"rendered":"<p><em>Rodrigo Cardoso conta como come\u00e7ou a sua caminhada vocacional numas f\u00e9rias de Ver\u00e3o<\/em> <!--more--><\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignright \" src=\"https:\/\/sites.ecclesia.pt\/arquivo\/netimages\/noticia\/rodrigo_seminario_olivais1.jpg\" width=\"500\" height=\"355\" \/>Lisboa, 15 nov 2017 (Ecclesia) \u2013 Rodrigo Cardoso, do Semin\u00e1rio Maior de Cristo Rei dos Olivais, aceitou o desafio de falar com a Ag\u00eancia ECCLESIA sobre o seu percurso vocacional.<\/p>\n<p>\u201cA sociedade olha muito para quem entra no Semin\u00e1rio ou nos conventos como se estivesse a alhear-se do mundo, mas n\u00e3o\u201d, frisa Rodrigo Cardoso.<\/p>\n<p>Para o jovem de 21 anos, que vem da Par\u00f3quia de S\u00e3o Juli\u00e3o do Tojal, em Loures, foi a partir deste caminho, h\u00e1 cerca de quatro anos, que come\u00e7ou a \u201cligar-se ainda mais\u201d.<\/p>\n<p>\u201cAntes de entrar estava muito fechado na minha sociedade, nos meus amigos, naquilo que para mim \u00e9 interessante ou de que eu gostava, e o Semin\u00e1rio d\u00e1 outra vis\u00e3o, d\u00e1 outro olhar. \u00c9 isso que Deus pede tamb\u00e9m, essa aten\u00e7\u00e3o pelos outros, por aqueles mais desfavorecidos, e a sociedade nem sempre se preocupa muito com isso\u201d, salienta.<\/p>\n<p>Como \u00e9 que um jovem na altura com 17 anos decide mudar assim de vida, como \u00e9 que reage a fam\u00edlia a esta decis\u00e3o, e como \u00e9 estar t\u00e3o novo longe dos seus.<\/p>\n<p>Para Rodrigo Cardoso, tudo come\u00e7ou no Ver\u00e3o de 2013, quando a sua par\u00f3quia recebeu um \u2018Campo de Evangeliza\u00e7\u00e3o\u201d, uma iniciativa em que seminaristas v\u00e3o \u00e0s comunidades para darem o seu testemunho e estarem com as pessoas.<\/p>\n<p>\u201cTive a gra\u00e7a de ter dois seminaristas em minha casa, e durante duas semanas tudo aquilo que eu ia vivendo com eles, ia indo \u00e0s coisas que eles iam fazendo, as catequeses e aquilo que eles nos iam ensinando, a rela\u00e7\u00e3o que fui tendo com eles fez-me pensar muito\u201d, revela o jovem.<\/p>\n<p>\u201cA felicidade daqueles seminaristas tinha de vir de algum lado, jovens de 20 anos, longe das fam\u00edlias, mas que estavam felizes\u201d, e Rodrigo Cardoso decidiu dar resposta a estas interroga\u00e7\u00f5es, primeiro numa semana de visita ao Semin\u00e1rio e depois com a entrada no Pr\u00e9-Semin\u00e1rio.<\/p>\n<p>Hoje no 2.\u00ba ano do Semin\u00e1rio dos Olivais, tem a certeza que \u201cDeus tinha esse chamamento, algo que nunca tinha pensado\u201d.<\/p>\n<p>\u201c\u00c9 claro que tinha j\u00e1 sempre uma vida da par\u00f3quia, era chefe dos ac\u00f3litos, dava catequese, tinha j\u00e1 essa f\u00e9 dentro de mim, esse chamamento de Deus a chegar aos outros e a partilhar isso na par\u00f3quia\u201d, acrescenta.<\/p>\n<p>A fam\u00edlia, os pais, a irm\u00e3 de 17 anos, a escola onde andava, os amigos, tiveram que \u201cficar para tr\u00e1s\u201d, no sentido em que veio para mais longe, e em perman\u00eancia.<\/p>\n<p>\u201cFoi estranho ao in\u00edcio, enquanto antes vinha ao Semin\u00e1rio uma vez por m\u00eas, agora ir a casa uma vez por m\u00eas, essa diferen\u00e7a, foi algo que ao in\u00edcio custa sempre. E por muito que os meus pais sempre me tenham levado \u00e0 Igreja, e sempre me tenham acompanhado, isto cria sempre aquela sensa\u00e7\u00e3o de que \u00e9 um filho que sai de casa\u201d, admite Rodrigo Cardoso.<\/p>\n<p>No entanto, \u201cisto \u00e9 algo que ao longo do caminho vai sendo superado\u201d, tamb\u00e9m com o ganhar de uma \u201cnova fam\u00edlia\u201d, os seus colegas de Semin\u00e1rio.<\/p>\n<p>\u201cNo Semin\u00e1rio somos 65 seminaristas e 8 padres, e por isso se antes tinha de dar aten\u00e7\u00e3o \u00e0 minha irm\u00e3 mais nova, e aos meus pais em casa, agora sou chamado a estar com aten\u00e7\u00e3o a todos aqueles que est\u00e3o comigo, uns mais velhos j\u00e1 a acabar, outros que come\u00e7aram agora. \u00c9 engra\u00e7ado ver esta experi\u00eancia, algo que me vai ajudando tamb\u00e9m a perceber que tenho aqui algu\u00e9m que passa os mesmos problemas que eu\u201d, conclui.<\/p>\n<p><em>JCP\u00a0<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rodrigo Cardoso conta como come\u00e7ou a sua caminhada vocacional numas f\u00e9rias de 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