{"id":80860,"date":"2016-12-20T17:35:00","date_gmt":"2016-12-20T17:35:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2016\/12\/20\/lucia-a-memoria-de-fatima-2\/"},"modified":"2016-12-20T17:35:00","modified_gmt":"2016-12-20T17:35:00","slug":"lucia-a-memoria-de-fatima-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/lucia-a-memoria-de-fatima-2\/","title":{"rendered":"L\u00facia, a mem\u00f3ria de F\u00e1tima"},"content":{"rendered":"<p> \tA Irm&atilde; L&uacute;cia era a testemunha viva das apari&ccedil;&otilde;es que fizeram de F&aacute;tima o &ldquo;Altar do Mundo&rdquo;. Os relatos que escreveu das apari&ccedil;&otilde;es de Nossa Senhora, os &ldquo;segredos&rdquo; revelados pela &ldquo;Virgem vestida de branco&rdquo; e a vida em clausura daquela que vira e dialogara com Nossa Senhora em muito contribu&iacute;ram para transformar a Cova da Iria num local de express&atilde;o de f&eacute;, num espa&ccedil;o de sintonia com o transcendente, num destino de diferenciadas peregrina&ccedil;&otilde;es e de todo o mundo.<\/p>\n<p> \tL&uacute;cia de Jesus dos Santos nasceu a 22 de Mar&ccedil;o de 1907, no lugar de Aljustrel, pr&oacute;ximo de F&aacute;tima, e morreu no dia 13 de fevereiro de 2005.<\/p>\n<p> \tAos 10 anos foi uma dos tr&ecirc;s Pastorinhos a ter visto, pela primeira vez, Nossa Senhora na Cova da Iria. Estava com dois primos, Jacinta e Francisco Marto, que morreram pouco tempo ap&oacute;s o ano das apari&ccedil;&otilde;es: no pr&oacute;ximo dia 20 assinala-se o 85.&ordm; anivers&aacute;rio da morte de Jacinta, e Francisco faleceu a 4 de abril de 1914.<\/p>\n<p> \tAmbos j&aacute; foram beatificados pelo Papa e corre para o fim o processo de Canoniza&ccedil;&atilde;o. Nossa Senhora disse, numa das apari&ccedil;&otilde;es, que a mais velha dos videntes ficaria neste mundo &quot;mais algum tempo&quot;.<\/p>\n<p> \tEm 17 de junho de 1921, a Irm&atilde; L&uacute;cia entrou, como aluna, no col&eacute;gio das Irm&atilde;s Doroteias em Vilar, Porto. Decidida a ser religiosa doroteia iniciou o postulantado, em Pontevedra (Espanha), em 1925.<\/p>\n<p> \tNo dia 2 de outubro de 1926 deu in&iacute;cio ao noviciado em Tuy. Professou no dia 3 de outubro de 1928 em Tuy e ali permanece uns anos. Em 1934 voltou para a comunidade de Pontevedra.<\/p>\n<p> \tEm 1937 voltou de novo para a comunidade de Tuy. Em 1946 regressou a Portugal para ser integrada na Casa do Sard&atilde;o, em Vila Nova de Gaia. Em 25 de mar&ccedil;o de 1948 entrou para o Carmelo de Santa Teresa em Coimbra. Em 13 de maio de 1948 tomou o h&aacute;bito de Carmelita e professou em 31 de maio de 1949. Voltou a F&aacute;tima a 13 de maio de 1967 no cinquenten&aacute;rio das Apari&ccedil;&otilde;es, a pedido do Papa Paulo VI, e nas tr&ecirc;s peregrina&ccedil;&otilde;es do Papa Jo&atilde;o Paulo II (1982, 1991, 2000).<\/p>\n<p> \tPor ordem do bispo de Leiria, D. Jos&eacute; Alves Correia da Silva, L&uacute;cia escreveu as suas Mem&oacute;rias: Primeira Mem&oacute;ria, em Dezembro de 1935 (sobre a Jacinta); Segunda Mem&oacute;ria, em 21 de novembro de 1937 (Apari&ccedil;&otilde;es do Anjo-Imaculado. Cora&ccedil;&atilde;o de Maria); Terceira Mem&oacute;ria, em 31 de Agosto de 1941 (as 2 partes do segredo: vis&atilde;o do Inferno e devo&ccedil;&atilde;o ao Imaculado Cora&ccedil;&atilde;o de Maria); Quarta Mem&oacute;ria, em 8 de dezembro de 1941 (sobre o Francisco e descri&ccedil;&atilde;o pormenorizada das Apari&ccedil;&otilde;es do Anjo e de Nossa Senhora).<\/p>\n<p> \tA 19 de Fevereiro de 2006 o seu corpo foi trasladado para a Bas&iacute;lica do Santu&aacute;rio de F&aacute;tima, onde foi tumulado ao lado da sua prima, a vidente Beata Jacinta Marto.<\/p>\n<p> \tBento XVI decidiu antecipar o in&iacute;cio do processo de beatifica&ccedil;&atilde;o da irm&atilde; L&uacute;cia, uma decis&atilde;o anunciada a 13 de fevereiro de 2008, em Coimbra, pelo cardeal Saraiva Martins, ent&atilde;o prefeito da Congrega&ccedil;&atilde;o para as Causas dos Santos.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Irm&atilde; L&uacute;cia era a testemunha viva das apari&ccedil;&otilde;es que fizeram de F&aacute;tima o &ldquo;Altar do Mundo&rdquo;. 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