{"id":80550,"date":"2017-02-03T11:51:00","date_gmt":"2017-02-03T11:51:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2017\/02\/03\/ii-concilio-do-vaticano-a-inteligencia-e-o-caracter-de-d-domingos-pinho-de-brandao\/"},"modified":"2017-02-03T11:51:00","modified_gmt":"2017-02-03T11:51:00","slug":"ii-concilio-do-vaticano-a-inteligencia-e-o-caracter-de-d-domingos-pinho-de-brandao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/ii-concilio-do-vaticano-a-inteligencia-e-o-caracter-de-d-domingos-pinho-de-brandao\/","title":{"rendered":"II Conc\u00edlio do Vaticano: A intelig\u00eancia e o car\u00e1cter de D. Domingos Pinho de Brand\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>Frequentou o Semin\u00e1rio Maior do Porto, terminando o seu curso de Teologia na Universidade Gregoriana. Foi ordenado sacerdote em Roma, na Bas\u00edlica de S. Jo\u00e3o de Latr\u00e3o (1943). Depois de ter paroquiado na sua terra natal, foi escolhido para o exerc\u00edcio da Reitoria do Semin\u00e1rio Maior do Porto pelo ent\u00e3o bispo do Porto, D. Ant\u00f3nio Ferreira Gomes, que apostou no seu \u00abcar\u00e1cter firme e transparente, intelig\u00eancia l\u00facida, d\u00factil e ativa&#8230;\u00bb <!--more--> <\/p>\n<p> \tQuando se celebram os 50 anos de ordena&ccedil;&atilde;o episcopal de D. Domingos Pinho de Brand&atilde;o conv&eacute;m recordar algumas facetas deste bispo portugu&ecirc;s, professor universit&aacute;rio, arque&oacute;logo e historiador de arte. N&atilde;o foi padre conciliar, mas foi um pastor que viveu intensamente o II Conc&iacute;lio do Vaticano (1962-65).<\/p>\n<p> \tNascido em 1920 em Arouca e falecido no Porto em 1988, D. Domingos Pinho de Brand&atilde;o foi uma destacada figura da Igreja e da cultura, nomeado bispo auxiliar de Leiria em 1966 e, mais tarde, bispo auxiliar do Porto (1972-88).<\/p>\n<p> \tFrequentou o Semin&aacute;rio Maior do Porto, terminando o seu curso de Teologia na Universidade Gregoriana. Foi ordenado sacerdote em Roma, na Bas&iacute;lica de S. Jo&atilde;o de Latr&atilde;o (1943). Depois de ter paroquiado na sua terra natal, foi escolhido para o exerc&iacute;cio da Reitoria do Semin&aacute;rio Maior do Porto pelo ent&atilde;o bispo do Porto, D. Ant&oacute;nio Ferreira Gomes, que apostou no seu &laquo;car&aacute;cter firme e transparente, intelig&ecirc;ncia l&uacute;cida, d&uacute;ctil e ativa&hellip;&raquo; (Ant&oacute;nio Ferreira Gomes, &laquo;D. Domingos de Pinho Brand&atilde;o&raquo;, in Lucerna, 1984).<\/p>\n<p> \tCom os problemas levantados na diocese do Porto pelo ex&iacute;lio do bispo D. Ant&oacute;nio Ferreira Gomes, a quem se manteve sempre fiel, viu-se obrigado a abandonar a orienta&ccedil;&atilde;o do Semin&aacute;rio.<\/p>\n<p> \tO padre Alexandrino Brochado que foi colega de curso deste bispo portugu&ecirc;s escreveu, no jornal &laquo;Voz Portucalense&raquo; de 02 setembro de 2015, que nos dom&iacute;nios da Hist&oacute;ria, da Arte Sacra e da Arqueologia &ldquo;ningu&eacute;m o igualou e, muito menos, o excedeu&rdquo;. Os grandes mestres da Universidade do Porto, &ldquo;com muita acuidade e invulgar interesse, procuravam o contato permanente e ass&iacute;duo do grande cientista que foi D. Domingos Pinho de Brand&atilde;o&rdquo;.<\/p>\n<p> \tNo mesmo texto, o sacerdote que faleceu em 2006, real&ccedil;a que a sua sabedoria nestas mat&eacute;rias era fruto &ldquo;dum intenso trabalho de pedagogia e de estudo aturado que n&atilde;o tinham limites de esp&eacute;cie alguma&rdquo;. No seu depoimento sobre este bispo que viveu intensamente os acontecimentos conciliares, monsenhor Alexandrino Brochado refere que &ldquo;muitas vezes, a altas horas da noite, pelas 2 e 3 horas da madrugada, eu via, com grande espanto, a luz acesa do seu quarto, o que quer dizer que, a essa hora, D. Domingos Pinho de Brand&atilde;o ainda estava debru&ccedil;ado sobre a sua ferramenta liter&aacute;ria, isto &eacute;, os livros de cultura que nunca deixaram de ser os seus companheiros prediletos&rdquo;.<\/p>\n<p> \tInvestigador not&aacute;vel e plurifacetado no campo da hist&oacute;ria de arte, arqueologia, epigrafia, numism&aacute;tica, museologia, deixou in&uacute;meros escritos nestas &aacute;reas. Um homem que absorveu os ensinamentos emanados do II Conc&iacute;lio do Vaticano.<\/p>\n<p> \t<em>LFS<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Frequentou o Semin\u00e1rio Maior do Porto, terminando o seu curso de Teologia na Universidade Gregoriana. Foi ordenado sacerdote em Roma, na Bas\u00edlica de S. Jo\u00e3o de Latr\u00e3o (1943). Depois de ter paroquiado na sua terra natal, foi escolhido para o exerc\u00edcio da Reitoria do Semin\u00e1rio Maior do Porto pelo ent\u00e3o bispo do Porto, D. 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