{"id":80017,"date":"2016-12-29T14:18:00","date_gmt":"2016-12-29T14:18:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2016\/12\/29\/solidariedade-familia-de-alepo-viveu-natal-com-comunidade-religiosa-marista\/"},"modified":"2016-12-29T14:18:00","modified_gmt":"2016-12-29T14:18:00","slug":"solidariedade-familia-de-alepo-viveu-natal-com-comunidade-religiosa-marista","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/solidariedade-familia-de-alepo-viveu-natal-com-comunidade-religiosa-marista\/","title":{"rendered":"Solidariedade: Fam\u00edlia de Alepo viveu Natal com comunidade religiosa Marista"},"content":{"rendered":"<p>Refugiados s\u00edrios chegaram a Portugal ap\u00f3s 10 meses num campo na Gr\u00e9cia <!--more--> <\/p>\n<p> \tLisboa, 29 dez 2016 (Ecclesia) &ndash; Os Irm&atilde;os Maristas em Portugal viveram um dia de Natal diferente do habitual na companhia de uma fam&iacute;lia de refugiados s&iacute;ria, constitu&iacute;da por cinco pessoas, pais e filhos, que est&atilde;o a acolher em parceria com a Funda&ccedil;&atilde;o Champagnat.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Foi um Natal com mais vida, mais aten&ccedil;&atilde;o uns aos outros porque a situa&ccedil;&atilde;o exigia. &Eacute;ramos cerca de 25 pessoas &agrave; volta da mesa ampla e partilhada&rdquo;, disse hoje o delegado dos Irm&atilde;os Maristas em Portugal destacando que a fam&iacute;lia se inseriu na celebra&ccedil;&atilde;o natal&iacute;cia dos religiosos.<\/p>\n<p> \t&Agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA, o irm&atilde;o Ant&oacute;nio&nbsp;Leal explicou que a fam&iacute;lia de refugiados da cidade s&iacute;ria de Alepo, que chegou a Portugal dia 20 de dezembro, inseriu-se com &ldquo;muita facilidade&rdquo;, a &ldquo;dificuldade da l&iacute;ngua&rdquo; foi superada com a &ldquo;boa vontade&rdquo; de todos.<\/p>\n<p> \tAntes do almo&ccedil;o de Natal, os convidados especiais foram conhecer o espa&ccedil;o do Col&eacute;gio de Carcavelos com dois dos religiosos mais jovens.<\/p>\n<p> \tA fam&iacute;lia &eacute; constitu&iacute;da por cinco pessoas, o pai e a m&atilde;e, que se encontra gr&aacute;vida de seis meses, e tr&ecirc;s filhos, duas meninas, com 2 e 9 anos, e um rapaz com 6 anos.<\/p>\n<p> \tO desafio de acolher refugiados, grupos ou fam&iacute;lias, foi feito &ldquo;pelos pr&oacute;prios acontecimentos&rdquo; e, depois, pelos apelos da sociedade civil e do Papa Francisco a toda a Igreja.<\/p>\n<p> \tNeste contexto, o religioso partilhou a ideia do acolhimento com a Funda&ccedil;&atilde;o Champagnat, com a dire&ccedil;&atilde;o do Externato Marista e com a associa&ccedil;&atilde;o de pais que foram recetivos.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Essas pessoas fazem parte da nossa humanidade, t&iacute;nhamos de nos interessar e era muito injusto se pud&eacute;ssemos fazer alguma coisa e n&atilde;o fiz&eacute;ssemos&rdquo;, observa o irm&atilde;o Ant&oacute;nio Leal.<\/p>\n<p> \tO processo de acolhimento demorou mais de um ano, entre a candidatura e a chegada da fam&iacute;lia s&iacute;ria que esteve os &uacute;ltimos 10 meses num campo de refugiados na Gr&eacute;cia, e o &ldquo;impacto inicial esbateu-se pela demora&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Fic&aacute;mos quase um ano sem ter not&iacute;cias pensando que o processo pelas vari&aacute;veis mais diversas se calhar nem se concretizaria&rdquo;, acrescentou o religioso marista.<\/p>\n<p> \tS&iacute;lvia Palma, que trabalha na Funda&ccedil;&atilde;o Champagnat, recorda que a assinatura do protocolo foi em outubro de 2015 mas &ldquo;s&oacute; em outubro de 2016&rdquo; &eacute; que tiveram informa&ccedil;&atilde;o &ldquo;que, efetivamente, ia chegar uma fam&iacute;lia&rdquo;.<\/p>\n<p> \tInicialmente pretendiam acolher uma fam&iacute;lia com dois filhos mas a PAR &ndash; Plataforma de Apoio aos Refugiados desafiou a Comunidade Marista a receber mais pessoas.<\/p>\n<p> \t&ldquo;O acolhimento tem sido f&aacute;cil, s&atilde;o uma fam&iacute;lia muito soci&aacute;vel, gosta de se relacionar connosco e procura esse relacionamento. Integram-se em todas as situa&ccedil;&otilde;es onde s&atilde;o chamados dispostos a aprender, a querer saber mais&rdquo;, desenvolve.<\/p>\n<p> \tA entrevistada adianta ainda que na S&iacute;ria a fam&iacute;lia pertencia &agrave; classe m&eacute;dia alta, &ldquo;o pai tinha uma f&aacute;brica&rdquo; e a m&atilde;e tomava conta dos filhos que agora v&atilde;o &ldquo;estudar no Col&eacute;gio Marista de Carcavelos&rdquo;.<\/p>\n<p> \tS&iacute;lvia Palma comenta que a comunica&ccedil;&atilde;o se faz tamb&eacute;m por &ldquo;olhares, sorrisos&rdquo; e a menina mais velha &ldquo;fala ingl&ecirc;s que aprendeu no campo&rdquo;.<\/p>\n<p> \tA funda&ccedil;&atilde;o do instituto Marista tem tamb&eacute;m o apoio de uma tradutora da comunidade isl&acirc;mica para as entrevistas &ldquo;mais t&eacute;cnicas&rdquo; com sua a assistente social.<\/p>\n<p> \t<em>SN\/CB<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Refugiados s\u00edrios chegaram a Portugal ap\u00f3s 10 meses num campo 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Gr\u00e9cia<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center 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