{"id":79782,"date":"2016-12-13T16:59:00","date_gmt":"2016-12-13T16:59:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2016\/12\/13\/refugiados-paroquias-desafiadas-a-receber-pelo-menos-1400-pessoas-ate-visita-do-papa\/"},"modified":"2016-12-13T16:59:00","modified_gmt":"2016-12-13T16:59:00","slug":"refugiados-paroquias-desafiadas-a-receber-pelo-menos-1400-pessoas-ate-visita-do-papa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/refugiados-paroquias-desafiadas-a-receber-pelo-menos-1400-pessoas-ate-visita-do-papa\/","title":{"rendered":"Refugiados: Par\u00f3quias desafiadas a receber pelo menos 1400 pessoas at\u00e9 visita do Papa"},"content":{"rendered":"<p>Plataforma portuguesa convida institui\u00e7\u00f5es cat\u00f3licas a duplicar acolhimento <!--more--> <\/p>\n<p> \tLisboa, 13 dez 2016 (Ecclesia) &ndash; A Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR) lan&ccedil;ou uma nova campanha em que apela &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es, par&oacute;quias e congrega&ccedil;&otilde;es religiosas da Igreja Cat&oacute;lica a duplicar o acolhimento de refugiados em Portugal, passando para cerca de 1400 at&eacute; maio 2017.<\/p>\n<p> \t&ldquo;H&aacute; fam&iacute;lias nos campos de refugiados na Gr&eacute;cia &agrave; espera de virem para Portugal e ainda n&atilde;o temos todas as condi&ccedil;&otilde;es de alojamento que precisamos para acolher essas fam&iacute;lias&rdquo;, disse o coordenador da PAR &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA.<\/p>\n<p> \tRui Marques recorda que h&aacute; um ano a plataforma tinha institui&ccedil;&otilde;es prontas e n&atilde;o havia fam&iacute;lias &ldquo;porque o processo burocr&aacute;tico estava muito atrasado&rdquo;; agora, a situa&ccedil;&atilde;o &eacute; inversa.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Queremos oferecer ao Papa Francisco a duplica&ccedil;&atilde;o da nossa capacidade de acolhimento. Queremos passar das 104 institui&ccedil;&otilde;es para as 200 e das cerca de 700 pessoas para as 1400&rdquo;, explicou.<\/p>\n<p> \tO respons&aacute;vel afirma que o balan&ccedil;o do acolhimento de refugiados nas institui&ccedil;&otilde;es PAR &ldquo;&eacute; extraordinariamente positivo&rdquo;, mas existe a &ldquo;consci&ecirc;ncia&rdquo; de que se pode &ldquo;ir muito al&eacute;m&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;H&aacute; muita margem para outras par&oacute;quias, movimentos de leigos, outras congrega&ccedil;&otilde;es religiosas possam dar resposta positiva ao pedido do Papa Francisco&rdquo;, explica o respons&aacute;vel.<\/p>\n<p> \t&ldquo;O apelo &eacute; arrega&ccedil;ar novamente as mangas. Nas comunidades, nas par&oacute;quias h&aacute; alguns receios. Temos um testemunho bonito de par&oacute;quias que trabalharam nesse sentido para desfazer estes receios&rdquo;, afirmou, por sua vez, a diretora da Obra Cat&oacute;lica Portuguesa das Migra&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p> \tEug&eacute;nia Quaresma disse &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA que &ldquo;&eacute; importante&rdquo; fazer debates, sess&otilde;es de esclarecimento e ouvir o testemunho de outras par&oacute;quias, uma vez que, &ldquo;tudo ajuda &agrave; nova mobiliza&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Com humanidade, temos de treinar o olhar, a capacidade de escuta, a nossa paci&ecirc;ncia, a capacidade de aprender l&iacute;nguas&rdquo;, disse ainda a respons&aacute;vel, sobre um acolhimento que &ldquo;tamb&eacute;m desafia ao di&aacute;logo inter-religioso&rdquo;.<\/p>\n<p> \tO modelo do &lsquo;PAR &ndash; Fam&iacute;lias&rsquo; &eacute;, segundo Rui Marques, o que o pont&iacute;fice argentino pediu em setembro de 2015, na Pra&ccedil;a de S&atilde;o Pedro, ou seja, uma &ldquo;resposta de acolhimento a uma fam&iacute;lia de refugiados durante dois anos&rdquo;.<\/p>\n<p> \tAs institui&ccedil;&otilde;es apoiam n&atilde;o s&oacute; os refugiados com habita&ccedil;&atilde;o aut&oacute;noma mas tamb&eacute;m na aprendizagem do portugu&ecirc;s, a integra&ccedil;&atilde;o dos adultos no mercado de trabalho, das crian&ccedil;as na escola e &ldquo;toda a fam&iacute;lia no sistema de sa&uacute;de&rdquo;.<\/p>\n<p> \tO coordenador da <a href=\"http:\/\/www.refugiados.pt\/\" target=\"_blank\">Plataforma de Apoio aos Refugiados<\/a> referiu que os n&iacute;veis de integra&ccedil;&atilde;o t&ecirc;m sido diferentes consoante o tempo, &ldquo;a realidade de cada fam&iacute;lia, o processo de acolhimento&rdquo;, e adianta que algumas &ldquo;se autonomizaram mais cedo&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;A generalidade tem dado passos muito importantes no sentido da integra&ccedil;&atilde;o&rdquo;, acrescenta Rui Marques, refor&ccedil;ando que a comunidade prepara a casa e &ldquo;as condi&ccedil;&otilde;es para acolher essa fam&iacute;lia&rdquo; que quando chega &ldquo;&eacute; uma festa&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Em tempo de Advento percebemos bem a ideia de nos prepararmos para o acolhimento&rdquo;, desenvolveu.<\/p>\n<p> \tJ&aacute; o secret&aacute;rio da Comiss&atilde;o Episcopal Pastoral Social e Mobilidade Humana, da Confer&ecirc;ncia Episcopal Portuguesa, sublinhou que &ldquo;&eacute; uma nova oportunidade&rdquo; de acolher refugiados e sem o tempo de espera que houve no ano passado.<\/p>\n<p> \tO padre Jos&eacute; Manuel Pereira de Almeida partilhou a experi&ecirc;ncia da Par&oacute;quia de Santa Isabel, em Lisboa, que acolheu Terez, Jina e Jizel Aboud Al Aashi, av&oacute;, m&atilde;e e neta, respetivamente, que se tornaram refugiadas devido &agrave; guerra na S&iacute;ria e come&ccedil;aram uma vida nova em Portugal, no &uacute;ltimo m&ecirc;s de setembro.<\/p>\n<p> \t<em>PR\/CB\/OC<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Plataforma portuguesa convida institui\u00e7\u00f5es cat\u00f3licas a duplicar 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