{"id":7977,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/catequese-um-caminho-para-a-vida\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"catequese-um-caminho-para-a-vida","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/catequese-um-caminho-para-a-vida\/","title":{"rendered":"Catequese, um caminho para a Vida"},"content":{"rendered":"<p>Homilia de D. Manuel Pelino, Presidente da Comiss\u00e3o Episcopal da Educa\u00e7\u00e3o Crist\u00e3, no encerramento da Semana Nacional da Educa\u00e7\u00e3o Crist\u00e3 <!--more--> 1-Catequese para diferentes itiner\u00e1rios dos fi\u00e9is. Conclu\u00edmos neste domingo a Semana Nacional de Educa\u00e7\u00e3o Crist\u00e3 que pretende chamar a aten\u00e7\u00e3o das comunidades para a import\u00e2ncia da catequese e para a necessidade de arrancar com esta actividade em in\u00edcios de Outubro. Nos \u00faltimos dec\u00e9nios, a import\u00e2ncia da catequese tem vindo a crescer na vida das comunidades crist\u00e3s. Precisa de muitos recursos de pessoas e meios, exige muita dedica\u00e7\u00e3o, absorve muitas energias e esfor\u00e7os dos pastores e principais colaboradores mas funciona com um itiner\u00e1rio de dez anos na generalidade das par\u00f3quias. Deste modo, a catequese paroquial constitui um dos indicadores mais fi\u00e9is da vitalidade das nossas comunidades. Apesar das muitas dificuldades e limita\u00e7\u00f5es, encontramos muitos p\u00e1rocos que n\u00e3o se poupam a esfor\u00e7os para p\u00f4r a catequese a funcionar com os escassos meios de que disp\u00f5em; milhares de catequistas que se entregam generosa, gratuita e dedicadamente a este servi\u00e7o eclesial; in\u00fameras fam\u00edlias, mesmo n\u00e3o praticantes, que se interessam que os filhos participem na catequese. Assim, na celebra\u00e7\u00e3o desta Semana, \u00e9 justa uma palavra de apre\u00e7o, de reconhecimento e de est\u00edmulo a todos os obreiros do Evangelho que se dedicam \u00e0 catequese, por vezes no meio de dificuldades e incompreens\u00f5es. O Senhor lhes conceda a alegria de servir o Seu reino e fa\u00e7a frutificar o seu labor apost\u00f3lico. No entanto, a catequese precisa de continuar o seu desenvolvimento e renova\u00e7\u00e3o. A situa\u00e7\u00e3o cultural e religiosa da Europa  reclama uma maior aten\u00e7\u00e3o e dedica\u00e7\u00e3o  a esta actividade fundamental da Igreja. De facto, como recomenda a Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica sobre a Igreja na Europa (\u201c Ecclesia in Europa\u201d), o crescimento do agnosticismo e da indiferen\u00e7a reclama a passagem de uma f\u00e9 apoiada na tradi\u00e7\u00e3o a uma f\u00e9 mais pessoal, adulta, esclarecida e convicta. Este n\u00edvel de vida crist\u00e3 s\u00f3 se alcan\u00e7a atrav\u00e9s da  catequese dirigida n\u00e3o s\u00f3 \u00e0s crian\u00e7as e adolescentes mas igualmente aos jovens e adultos. Como pede a referida Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica: \u201c\u00c9 preciso que as comunidades crist\u00e3s procurem propor uma catequese adaptada aos diferentes itiner\u00e1rios espirituais dos fi\u00e9is.\u201d (E in E 51). Deste modo, \u00e9 pedido \u00e0s nossas comunidades, aos seus pastores e principais colaboradores, um esfor\u00e7o acrescido mas necess\u00e1rio para construir uma Igreja viva e adulta: Apresentar propostas de catequese quer tenham em conta situa\u00e7\u00f5es diferentes de adultos e de jovens, bem como de forma\u00e7\u00e3o permanente do Povo de Deus. Na  verdade, os frutos da catequese de inf\u00e2ncia dependem tamb\u00e9m da qualidade do testemunho dos adultos. E a qualidade do testemunho alcan\u00e7a-se com a forma\u00e7\u00e3o crist\u00e3 mais s\u00f3lida. Compreendemos, assim, que a Semana Nacional de Educa\u00e7\u00e3o Crist\u00e3 tenha em vista n\u00e3o apenas a catequese paroquial para a inf\u00e2ncia e a adolesc\u00eancia, mas alerte, igualmente, para outras formas de educa\u00e7\u00e3o crist\u00e3 dirigida a todas as idades, para a Educa\u00e7\u00e3o Moral e Religiosa Cat\u00f3lica na Escola, onde se fa\u00e7a a s\u00edntese entre a f\u00e9 e a cultura e para a necessidade de variados espa\u00e7os e meios de forma\u00e7\u00e3o crist\u00e3. Como pede tamb\u00e9m a referida Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica: \u201cOs crist\u00e3os s\u00e3o chamados a alcan\u00e7ar uma f\u00e9 mais pessoal, adulta, esclarecida e convicta, para que possam confrontar-se criticamente com a cultura actual resistindo \u00e0s suas sedu\u00e7\u00f5es; influir eficazmente nos sectores culturais, econ\u00f3micos, sociais e pol\u00edticos; (&#8230;) transmitir com alegria a f\u00e9 \u00e0s novas gera\u00e7\u00f5es; construir uma cultura crist\u00e3 que possa evangelizar uma cultura mais ampla em que vivemos\u201d ( E in E 50).  2-O itiner\u00e1rio laborioso da f\u00e9. As leituras deste domingo ajudam-nos a descobrir a riqueza do dom da f\u00e9 e o itiner\u00e1rio que devemos percorrer para a alcan\u00e7ar. A f\u00e9 dignifica, supera as aliena\u00e7\u00f5es, educa para uma exist\u00eancia plena na verdade e no amor. Como crescer na f\u00e9? Como educar na f\u00e9 as novas gera\u00e7\u00f5es? Vamos colher algumas inspira\u00e7\u00f5es  nas leituras b\u00edblicas deste domingo. A primeira leitura do livro dos Reis narra-nos o percurso de f\u00e9 de Naam\u00e3, um prestigiado chefe do ex\u00e9rcito da Rei da S\u00edria. Sofria este general s\u00edrio de uma doen\u00e7a grave da pele(parecida com a lepra). Foi-lhe sugerido que o profeta Eliseu, de Israel, homem de Deus, o poderia curar. Ent\u00e3o Naam\u00e3, com cartas de recomenda\u00e7\u00e3o do Rei da S\u00edria, deslocou-se, com um majestoso e rico acompanhamento, at\u00e9 ao Rei de Israel. Este por\u00e9m confessou escandalizado a sua incapacidade de resposta para este pedido. Naam\u00e3 foi, ent\u00e3o,  ao encontro do profeta Eliseu. A atitude do profeta, por\u00e9m, foi estranha. Em vez de receber o ilustre visitante mandou por um servo a ordem para ele se banhar sete vezes no Rio Jord\u00e3o. O general ficou desconcertado e furioso com esta ordem. \u201cQue tem o rio Jord\u00e3o  mais que os rios de Damasco?\u201d questionou.  Mas, aconselhado por um membro se seu s\u00e9quito, sempre se foi banhar no rio Jord\u00e3o. A obedi\u00eancia resultou. Ficou curado e com a pele limpa e sadia como a de uma crian\u00e7a. Ent\u00e3o o general  Naam\u00e3, homem poderoso e dominador, foi ter novamente com o profeta, confessou humildemente a sua f\u00e9. e declarou a sua disposi\u00e7\u00e3o de, no futuro, servir unicamente o Deus verdadeiro. Naam\u00e3 percorreu um caminho de humilha\u00e7\u00e3o. Mas esse caminho levou-o \u00e0 f\u00e9 e restituiu-lhe a vida com qualidade. Que mensagem podemos perceber nesta narrativa? H\u00e1 um Deus verdadeiro que restitui ao homem a sua dignidade, que ergue os que est\u00e3o prostrados e os liberta das suas aliena\u00e7\u00f5es. Ou seja, a f\u00e9 \u00e9 um dom que d\u00e1 qualidade \u00e0 vida, liberta, cura, ilumina. Mas para alcan\u00e7ar este dom, Naam\u00e3 e todos n\u00f3s temos de percorrer um itiner\u00e1rio de convers\u00e3o e de crescimento que passa pela humildade e pela perseveran\u00e7a. Por outro lado, o dom de Deus apresenta-se revestido em gestos e sinais tirados da nossa pobreza humana, como \u00e9 o caso a \u00e1gua do rio Jord\u00e3o. Podemos entender nestes gestos e media\u00e7\u00f5es uma refer\u00eancia aos sacramentos, designadamente ao Baptismo, em que Deus nos comunica a vida nova em Cristo atrav\u00e9s de palavras e elementos humanos.  No epis\u00f3dio dos leprosos, narrado no Evangelho de S. Lucas, encontramos tamb\u00e9m alguns ensinamentos sobre o itiner\u00e1rio e as atitudes da f\u00e9. Este trecho do evangelho destaca, na verdade, algumas atitudes dos leprosos  que s\u00e3o fundamentais na vida de f\u00e9: antes de mais, a atitude de s\u00faplica, de reconhecimento da fragilidade  e de confian\u00e7a na ajuda divina. Depois, tamb\u00e9m lhes \u00e9 proposto um itiner\u00e1rio e um rito atrav\u00e9s da media\u00e7\u00e3o dos sacerdotes. Eles p\u00f5em-se a caminho e recebem o dom da cura. Um dos leprosos regressa e vem agradecer a Jesus que lamenta a falta de gratid\u00e3o dos outros nove. Deste modo, prop\u00f5e a todos os crentes a atitude de ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as e de louvor como fundamental na vida crist\u00e3  3-A f\u00e9 conhecida, celebrada, vivida e feita ora\u00e7\u00e3o. Como o percurso de Naam\u00e3 e dos dez leprosos, tamb\u00e9m a catequese \u00e9 um itiner\u00e1rio para a vida: N\u00e3o \u00e9 apenas conhecimento da doutrina. N\u00e3o pode dirigir-se  apenas \u00e0 mem\u00f3ria e \u00e0 intelig\u00eancia. Precisa de atingir tamb\u00e9m o cora\u00e7\u00e3o, a vontade, a sensibilidade. \u00c9 uma forma de orientar a vida caracterizada por atitudes que as personagens das leituras deste domingo nos prop\u00f5em: atitude de humildade, que nasce da consci\u00eancia das nossas insufici\u00eancias e fragilidades; atitude de s\u00faplica de quem confia em Deus; atitude de aten\u00e7\u00e3o aos sinais da bondade e da beleza de Deus que despertam em n\u00f3s o louvor e a ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as. A f\u00e9 \u00e9, portanto, uma forma de viver que se cultiva. Essa \u00e9 a fun\u00e7\u00e3o da catequese: n\u00e3o apenas ensinar o catecismo mas sobretudo educar para a vida crist\u00e3, ensinando a viver a f\u00e9 na vida quotidiana.  A mensagem da Semana Nacional convida-nos, neste ano, a reflectir nesta identidade da catequese: \u00c9 um itiner\u00e1rio para a vida, ou seja, um caminho que se aprende, um projecto de vida que se cultiva. Assim afirma a nota da Comiss\u00e3o Episcopal da Educa\u00e7\u00e3o Crist\u00e3: \u201ca catequese procura oferecer um itiner\u00e1rio de crescimento nas v\u00e1rias dimens\u00f5es da vida crist\u00e3: no conhecimento do mist\u00e9rio de Deus; na uni\u00e3o com o Senhor na ora\u00e7\u00e3o e na celebra\u00e7\u00e3o da f\u00e9; na ades\u00e3o \u00e0 vontade de Deus no agir quotidiano e no testemunho da caridade. Os frutos da catequese h\u00e3o-de notar-se tamb\u00e9m na atitude de ora\u00e7\u00e3o, na participa\u00e7\u00e3o na Eucaristia, na integra\u00e7\u00e3o na comunidade crist\u00e3 e no testemunho do evangelho na vida quotidiana. Como esclarece o Direct\u00f3rio Geral de Catequese: \u201c Em virtude da sua pr\u00f3pria din\u00e2mica interna, a f\u00e9 implica ser conhecida, celebrada, vivida e feita ora\u00e7\u00e3o\u201d(DGC 84). S\u00f3 quando conduz ao conhecimento da f\u00e9, \u00e0 ora\u00e7\u00e3o, \u00e0 celebra\u00e7\u00e3o, \u00e0 comunidade e \u00e0 caridade, a catequese  se pode considerar verdadeiramente realizada.  4-A Eucaristia, fonte e \u00e1pice da vida crist\u00e3. Damos hoje, dia 10 de Outubro, in\u00edcio ao Ano da Eucaristia que ir\u00e1 decorrer at\u00e9 Outubro do pr\u00f3ximo ano 2005. Como lema prop\u00f5e-nos o Santo Padre: \u201cA Eucaristia,  fonte e \u00e1pice (ou cume) da vida crist\u00e3\u201d. A celebra\u00e7\u00e3o da Eucaristia  n\u00e3o \u00e9 apenas o pr\u00e9mio que est\u00e1 no final do itiner\u00e1rio de catequese. \u00c9 o alimento e a fonte que acompanha o crescimento da f\u00e9, \u00e9 a escola onde cultivamos as atitudes que identificam o disc\u00edpulo de Cristo: a s\u00faplica humilde de quem reconhece a sua condi\u00e7\u00e3o de pecador; o louvor e ac\u00e7\u00e3o de gra\u00e7as; a convers\u00e3o permanente aos caminhos do evangelho; a alegria do encontro com o Ressuscitado que ilumina e renova a nossa vida com a esperan\u00e7a. A Eucaristia \u00e9 igualmente o v\u00ednculo da unidade e da comunh\u00e3o com o Senhor e com os irm\u00e3os, onde aprofundamos a uni\u00e3o com o Senhor e a fraternidade humana. \u00c9 ainda a escola de santidade onde cultivamos a perfei\u00e7\u00e3o da caridade e a nossa vida se transforma em ora\u00e7\u00e3o. Deste modo, a Eucaristia d\u00e1 vida e realiza\u00e7\u00e3o \u00e0 catequese. Sem o encontro com o Senhor na Eucaristia a catequese ficaria est\u00e9ril e enfadonha. Que a Eucaristia seja a fonte de \u00e1gua viva em que recebemos o Esp\u00edrito Santo que d\u00e1 gosto e alegria no caminho do crescimento da f\u00e9. <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Homilia de D. 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