{"id":78540,"date":"2016-09-27T13:05:00","date_gmt":"2016-09-27T13:05:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2016\/09\/27\/ii-concilio-do-vaticano-o-olho-visionario-de-d-manuel-falcao\/"},"modified":"2016-09-27T13:05:00","modified_gmt":"2016-09-27T13:05:00","slug":"ii-concilio-do-vaticano-o-olho-visionario-de-d-manuel-falcao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/ii-concilio-do-vaticano-o-olho-visionario-de-d-manuel-falcao\/","title":{"rendered":"II Conc\u00edlio do Vaticano: O olho vision\u00e1rio de D. Manuel Falc\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p>No dia do encerramento das jornadas nacionais de comunica\u00e7\u00e3o social, que decorreram em F\u00e1tima e subordinadas ao tema \u00abPensar a comunica\u00e7\u00e3o na Igreja Cat\u00f3lica em Portugal\u00bb uma figura da igreja portuguesa merece ser recordada na \u00e1rea da comunica\u00e7\u00e3o social: D. Manuel Franco Falc\u00e3o. <!--more--> <\/p>\n<p> \tNo dia do encerramento das jornadas nacionais de comunica&ccedil;&atilde;o social, que decorreram em F&aacute;tima e subordinadas ao tema &laquo;Pensar a comunica&ccedil;&atilde;o na Igreja Cat&oacute;lica em Portugal&raquo; uma figura da igreja portuguesa merece ser recordada na &aacute;rea da comunica&ccedil;&atilde;o social: D. Manuel Franco Falc&atilde;o.<\/p>\n<p> \tO II Conc&iacute;lio do Vaticano (1962-65) e os actos preparat&oacute;rios entraram na casa dos portugueses e na comunica&ccedil;&atilde;o social devido ao zelo pastoral e ao olho vision&aacute;rio de D. Manuel Franco Falc&atilde;o. N&atilde;o foi o &uacute;nico, mas a ele se deve muito do que se noticiou em Portugal sobre este acontecimento magno da Igreja.<\/p>\n<p> \tFalecido a 21 de fevereiro de 2012, o bispo em&eacute;rito de Beja teve um passado glorioso na imprensa de inspira&ccedil;&atilde;o cat&oacute;lica. Fundou o Boletim de Informa&ccedil;&atilde;o Pastoral (BIP), em Maio de 1959, no seguimento da cria&ccedil;&atilde;o pelo episcopado portugu&ecirc;s (janeiro do mesmo ano) do Secretariado de Informa&ccedil;&atilde;o Religiosa.<\/p>\n<p> \tO ent&atilde;o padre Manuel Falc&atilde;o, mais tarde c&oacute;nego do Patriarcado e, posteriormente, bispo auxiliar de Lisboa teve um papel central na divulga&ccedil;&atilde;o do II Conc&iacute;lio do Vaticano no nosso pa&iacute;s. Atrav&eacute;s da sua pena, tal como dos diversos colaboradores, as not&iacute;cias conciliares chegam aos lares dos portugueses.<\/p>\n<p> \tEste &oacute;rg&atilde;o surgiu numa &eacute;poca exaltante que coincidiu com o an&uacute;ncio da convoca&ccedil;&atilde;o do Conc&iacute;lio, com a sua realiza&ccedil;&atilde;o e com os primeiros passos orientadores deste ato eclesial. Teve o seu fim em 1970, com um n&uacute;mero duplo. Nesse editorial lia-se: &ldquo;O que se passa &eacute; que o BIP de facto nunca foi um &oacute;rg&atilde;o de informa&ccedil;&atilde;o das vicissitudes da vida da Igreja. O que se passa &eacute; que n&atilde;o podemos ser n&oacute;s os respons&aacute;veis pela eventual defini&ccedil;&atilde;o de uma pol&iacute;tica pastoral que n&atilde;o est&aacute; feita e cuja exist&ecirc;ncia faz &laquo;perder o p&eacute;&raquo;&rdquo;. (Os&oacute;rio, Rui; In: Voz Portucalense 29 Fevereiro de 2012).<\/p>\n<p> \tFicou a confiss&atilde;o do sonho por realizar: &ldquo;(&hellip;) desejar&iacute;amos que o BIP fosse de verdade um espelho fiel da Igreja em Portugal. N&atilde;o apenas nas falhas confessadas e nas lacunas insofridas, mas sobretudo na coragem de ver os sinais que j&aacute; n&atilde;o falam e na vontade de ler, em coer&ecirc;ncia, os novos sinais que t&ecirc;m coisas para dizer&rdquo;.<\/p>\n<p> \tN&atilde;o se pode afirmar que D. Manuel Falc&atilde;o tinha o &laquo;dom&raquo; da sinestesia, mas quando pronunciava a express&atilde;o &laquo;II Conc&iacute;lio do Vaticano&raquo;, o prelado saboreava o conte&uacute;do e visualizava a sua concretiza&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p> \tComo dizia no editorial do BIP n&ordm; 16 (Janeiro-Mar&ccedil;o de 1962), o ano do Conc&iacute;lio ficar&aacute; &ldquo;na hist&oacute;ria da Igreja como marco mili&aacute;rio a assinalar o termo de uma &eacute;poca e o in&iacute;cio de outra.<\/p>\n<p> \t<em>LFS<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No dia do encerramento das jornadas nacionais de comunica\u00e7\u00e3o social, que decorreram em F\u00e1tima e subordinadas ao tema \u00abPensar a comunica\u00e7\u00e3o na Igreja Cat\u00f3lica em Portugal\u00bb uma figura da igreja portuguesa merece ser recordada na \u00e1rea da comunica\u00e7\u00e3o social: D. 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