{"id":77929,"date":"2016-08-05T13:08:00","date_gmt":"2016-08-05T13:08:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2016\/08\/05\/uma-visita\/"},"modified":"2016-08-05T13:08:00","modified_gmt":"2016-08-05T13:08:00","slug":"uma-visita","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/uma-visita\/","title":{"rendered":"Uma visita"},"content":{"rendered":"<p>A paz, o conhecimento e a boa proximidade entre pessoas e comunidades acontece muitas vezes depois de uma visita! Vamos a isso! <!--more--> <\/p>\n<p> \t<em>Visita<\/em> &eacute; uma palavra com um denso humanismo. Assim &eacute; obviamente quando em causa est&aacute; o acolhimento a uma <em>visita <\/em>de amigos ou familiares, distantes h&aacute; muito ou pouco tempo; quando fazemos uma <em>visita<\/em> a quem est&aacute; s&oacute;, doente ou marginalizado; quando deixamos ocupa&ccedil;&otilde;es aparentemente mais urgentes para reservar tempo para uma <em>visita<\/em> a quem precisa de falar, conversar, estar&hellip; O mesmo humanismo acompanha a palavra na circunst&acirc;ncia de uma <em>visita<\/em> a um local desconhecido, da <em>visita<\/em> finalmente conseguida a um destino que a hist&oacute;ria recomenda e at&eacute; da <em>visita<\/em> de ocasi&atilde;o, nas circunst&acirc;ncias de qualquer viagem de trabalho ou lazer.<\/p>\n<p> \tE quantas vezes uma <em>visita<\/em> &eacute; o acontecimento maior de um ano, de um tempo de trabalho, de um per&iacute;odos de f&eacute;rias! O local, as circunst&acirc;ncias e sobretudo as pessoas determinam esses momentos marcantes em cada biografia, pessoal, familiar ou de um grupo, tantas vezes recordados em torno de tremo&ccedil;os &agrave; mesa do caf&eacute; ou do refresco ao cair da noite. E ainda mais pelos ser&otilde;es dentro que o ver&atilde;o sempre cria, muitas vezes no contexto de uma <em>visita<\/em>, sejam quais forem os ambientes<\/p>\n<p> \tA <em>visita<\/em>, aquela que ocupa cart&otilde;es de mem&oacute;ria com fotografias e ainda mais os cora&ccedil;&otilde;es de quem olha e v&ecirc;, pode acontecer nos recantos de qualquer pa&iacute;s. Por isso, aben&ccedil;oado turismo que permite a <em>visita<\/em> de patr&iacute;cios e estrangeiros, todos cidad&atilde;os do mundo que apostam no conhecimento dos locais e sobretudo das pessoas como meio para estabilizar sociedades agitadas pela tamb&eacute;m <em>visita<\/em> inesperada e desumana de homicidas!<\/p>\n<p> \tNa <em>visita<\/em> que o turismo sugere, &eacute; urgente descentralizar destinos, ter em considera&ccedil;&atilde;o cada vez mais as periferias e estar permanentemente em sa&iacute;da. Porque o belo n&atilde;o habita apenas a pra&ccedil;a conhecida, o templo de celebra&ccedil;&otilde;es solenes ou os caminhos de rotinas di&aacute;rias.<\/p>\n<p> \tA paz, o conhecimento e a boa proximidade entre pessoas e comunidades acontece muitas vezes depois de uma <em>visita<\/em>! Vamos a isso!<\/p>\n<p> \tPaulo Rocha<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A paz, o conhecimento e a boa proximidade entre pessoas e comunidades acontece muitas vezes depois de uma visita! 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