{"id":77151,"date":"2016-06-03T11:35:00","date_gmt":"2016-06-03T11:35:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2016\/06\/03\/ii-concilio-do-vaticano-transferencias-e-novos-bispos-no-episcopado-portugues-ii\/"},"modified":"2016-06-03T11:35:00","modified_gmt":"2016-06-03T11:35:00","slug":"ii-concilio-do-vaticano-transferencias-e-novos-bispos-no-episcopado-portugues-ii","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/ii-concilio-do-vaticano-transferencias-e-novos-bispos-no-episcopado-portugues-ii\/","title":{"rendered":"II Conc\u00edlio do Vaticano: \u00abTransfer\u00eancias\u00bb e novos bispos no episcopado portugu\u00eas (II)"},"content":{"rendered":"<p>O trabalho comum do pastor e dos crist\u00e3os foi a nota teol\u00f3gica mais saliente das palavras proferidas por D. Jo\u00e3o Saraiva ao tomar posse, 13 de fevereiro de 1966, na S\u00e9 do Funchal (Madeira). &#8220;Quando um bispo entra numa diocese, todos desejam saber qual \u00e9 o seu plano de a\u00e7\u00e3o e de trabalho. No meu caso, parece-me prematuro definir iniciativas ou esbo\u00e7ar orienta\u00e7\u00f5es&#8221;. Antes de definir os trabalhos pastorais, D. Jo\u00e3o Saraiva deseja &#8220;ver, observar e conhecer&#8221;. <!--more--> <\/p>\n<p> \tAp&oacute;s o encerramento do II Conc&iacute;lio do Vaticano (dezembro de 1965), num curto per&iacute;odo de tempo (23 de janeiro a 28 de fevereiro de 1966) foi assinalado pelo fato de seis bispos portugueses terem tomado posse de seus novos cargos, o que pode ser interpretado como sintoma e esperan&ccedil;a de renova&ccedil;&atilde;o pastoral.<\/p>\n<p> \tPara al&eacute;m dos bispos D. David de Sousa e D. J&uacute;lio Tavares Rebimbas sublinhados nos dois &uacute;ltimos n&uacute;meros desta rubrica, a Diocese de Coimbra recebeu, a 06 de fevereiro de 1966, D. Francisco Rendeiro como bispo coadjutor; D. Jo&atilde;o Saraiva foi acolhido, 13 do mesmo m&ecirc;s, como bispo do Funchal; D. Manuel dos Santos Rocha aportou em Beja a 26 de fevereiro e, dois dias depois, D. Ant&oacute;nio de Castro Xavier Monteiro foi recebido &ldquo;festivamente&rdquo; no Patriarcado de Lisboa como arcebispo de Mitilene e auxiliar do cardeal Manuel Gon&ccedil;alves Cerejeira.<\/p>\n<p> \tQuando chegou &agrave; cidade do Mondego, D. Francisco Rendeiro referiu que &ldquo;inesperadamente para mim, a Igreja p&otilde;e termo &agrave; minha miss&atilde;o no Algarve e manda-me para Coimbra, nas circunst&acirc;ncias que v&oacute;s conheceis&rdquo;. O prelado adianta ainda que aceitou &ldquo;com simplicidade, sem olhar a considerandos de qualquer esp&eacute;cie que n&atilde;o fossem apenas este: &eacute; a Igreja que me manda servir noutra parte, &eacute; a vontade de Deus&rdquo;. Foi desta forma que o bispo da Ordem dos Pregadores (Dominicanos) recebeu a nomea&ccedil;&atilde;o para coadjutor de D. Ernesto Sena de Oliveira. (Boletim de Informa&ccedil;&atilde;o Pastoral &ndash; Ano VIII &ndash; N&ordm; 46-47 &ndash; P&aacute;gina 59)<\/p>\n<p> \tO novo bispo de Pax Julia (Beja), D. Manuel dos Santos Rocha deu entrada naquele territ&oacute;rio alentejano e colocou a t&oacute;nica na paz. Depois de tecer largas considera&ccedil;&otilde;es sobre a paz, formula, &agrave; maneira de conclus&atilde;o, o seguinte ide&aacute;rio pastoral. &ldquo;A diocese &eacute; do bispo e dos diocesanos; cresce ou diminui em vida crist&atilde; na medida em que a uni&atilde;o do bispo com os diocesanos e destes com aquele se afirma na f&eacute;, na esperan&ccedil;a e na caridade&rdquo;. (Boletim de Informa&ccedil;&atilde;o Pastoral &ndash; Ano VIII &ndash; N&ordm; 46-47 &ndash; P&aacute;gina 59)<\/p>\n<p> \tO trabalho comum do pastor e dos crist&atilde;os foi a nota teol&oacute;gica mais saliente das palavras proferidas por D. Jo&atilde;o Saraiva ao tomar posse na S&eacute; do Funchal (Madeira). &ldquo;Quando um bispo entra numa diocese, todos desejam saber qual &eacute; o seu plano de a&ccedil;&atilde;o e de trabalho. No meu caso, parece-me prematuro definir iniciativas ou esbo&ccedil;ar orienta&ccedil;&otilde;es&rdquo;. Antes de definir os trabalhos pastorais, D. Jo&atilde;o Saraiva deseja &ldquo;ver, observar e conhecer&rdquo;. O programa h&aacute; de nascer da pr&oacute;pria vida. Na parte final real&ccedil;a: &ldquo;O conc&iacute;lio apela insistentemente para que todos os membros do Povo de Deus assumam as suas responsabilidades na vida da Igreja&rdquo;.<\/p>\n<p> \t<em>LFS<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O trabalho comum do pastor e dos crist\u00e3os foi a nota teol\u00f3gica mais saliente das palavras proferidas por D. Jo\u00e3o Saraiva ao tomar posse, 13 de fevereiro de 1966, na S\u00e9 do Funchal (Madeira). &#8220;Quando um bispo entra numa diocese, todos desejam saber qual \u00e9 o seu plano de a\u00e7\u00e3o e de trabalho. 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