{"id":76194,"date":"2016-03-25T15:57:00","date_gmt":"2016-03-25T15:57:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2016\/03\/25\/sexta-feira-santa-arcebispo-de-braga-pede-atencao-as-dores-palavras-e-silencios-do-outro\/"},"modified":"2016-03-25T15:57:00","modified_gmt":"2016-03-25T15:57:00","slug":"sexta-feira-santa-arcebispo-de-braga-pede-atencao-as-dores-palavras-e-silencios-do-outro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/sexta-feira-santa-arcebispo-de-braga-pede-atencao-as-dores-palavras-e-silencios-do-outro\/","title":{"rendered":"Sexta-Feira Santa: Arcebispo de Braga pede aten\u00e7\u00e3o \u00e0s dores, palavras e sil\u00eancios do outro"},"content":{"rendered":"<p>D. Jorge Ortiga sobre a eutan\u00e1sia destaca que \u00abvida pertence \u00fanica e exclusivamente a Deus\u00bb <!--more--> <\/p>\n<p> \tBraga, 25 mar 2016 (Ecclesia) &ndash; O arcebispo de Braga alertou para a import&acirc;ncia de entender-se a &ldquo;urg&ecirc;ncia da compaix&atilde;o&rdquo; que leva a assumir a &ldquo;figura do Cireneu que carrega e alivia a cruz dolente&rdquo;, na homilia desta Sexta-feira Santa.<\/p>\n<p> \t&ldquo;O evento hist&oacute;rico das tr&ecirc;s horas da tarde, em que o v&eacute;u do tempo se rasgou de alto a baixo, atualiza-se nesta celebra&ccedil;&atilde;o. N&atilde;o podemos, por isso, ficar inertes, estacados perante o horror da dor e do sofrimento&rdquo;, explicou D. Jorge Ortiga, esta tarde na S&eacute; de Braga.<\/p>\n<p> \tNa homilia enviada &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA, o prelado sublinhou a import&acirc;ncia de cada um ver &ldquo;as dores e n&atilde;o passar &agrave; frente&rdquo;: &ldquo;Na Paix&atilde;o somos convidados a entender a urg&ecirc;ncia da compaix&atilde;o e, padecendo com Cristo, a assumir a figura do Cireneu que carrega e alivia a cruz dolente.&rdquo;<\/p>\n<p> \tPor isso, convidou todos os fi&eacute;is a replicarem o gesto &ldquo;profundamente crist&atilde;o de beijar a cruz de Cristo&rdquo;, como o fizeram o Cireneu e Maria, que &ldquo;viram e beijaram a cruz&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;N&atilde;o pela cruz, porque ela mesma n&atilde;o &eacute; o s&iacute;mbolo crist&atilde;o, mas por amor ao crucificado e &agrave; pessoa que se sente esmagada pela dor. Vendo Jesus na cruz, rezemos por quem sofre, pelos inocentes e por quem nunca teve um cireneu ao seu lado&rdquo;, desenvolveu.<\/p>\n<p> \tNeste contexto, o arcebispo de Braga pediu que, para al&eacute;m, de se procurar a face de Cristo no crucifixo, cada um deve &ldquo;encontr&aacute;-la nas situa&ccedil;&otilde;es dolorosas pessoais&rdquo; e de quantos cada um cruza-se no &ldquo;peregrinar da vida&rdquo;.<\/p>\n<p> \tNa sua homilia, o tamb&eacute;m presidente da Comiss&atilde;o Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana recordou um ano &ldquo;marcado por atrozes atentados &agrave; vida e &agrave; dignidade humana&rdquo;: &ldquo;Centenas de crist&atilde;os foram perseguidos e mortos na S&iacute;ria. Milhares de refugiados morreram na travessia do mar Egeu. Dezenas de pessoas foram assassinadas em atos terroristas.&rdquo;<\/p>\n<p> \t&ldquo;Que mundo &eacute; este que estamos a construir?&rdquo;, questionou, recordando a viol&ecirc;ncia dos atentados em Bruxelas, esta ter&ccedil;a-feira, pedindo aos presentes que sejam &ldquo;veementes no seu rep&uacute;dio e gritar com voz alta a falsidade&rdquo; da &ldquo;viol&ecirc;ncia em nome de Deus&rdquo;.<\/p>\n<p> \tD. Jorge Ortiga comentou tamb&eacute;m que a campanha da eutan&aacute;sia est&aacute; presente na sociedade e observou que &ldquo;o dom&iacute;nio sobre a vida pertence &uacute;nica e exclusivamente a Deus&rdquo;, apelando que os crist&atilde;os mostrem &ldquo;o valor&rdquo; das suas convic&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p> \t&ldquo;A tradi&ccedil;&atilde;o crist&atilde; &eacute; muito clara ao afirmar que o amor &eacute; a &uacute;nica linguagem capaz de vencer a morte&rdquo;, concluiu o arcebispo de Braga, divulga o Departamento de Comunica&ccedil;&atilde;o Social da arquidiocese.<\/p>\n<p> \tO prelado destacou que o Ano da Miseric&oacute;rdia impele a &ldquo;ver o sofrimento, a doen&ccedil;a e a morte&rdquo;.<\/p>\n<p> \tSegundo o arcebispo de Braga, pela f&eacute; sabe-se que &ldquo;o sofrimento &eacute; uma linguagem e uma mensagem&rdquo;, por isso, considera que importa que para al&eacute;m de se decifrar &ldquo;as palavras amargas&rdquo; tamb&eacute;m os &ldquo;sil&ecirc;ncios e os diversos modos de comunicar&rdquo;, sejam entendidos.<\/p>\n<p> \t&ldquo;&Eacute; chegado o momento de construir uma nova gram&aacute;tica crist&atilde; para a dor. Simples, feita de palavras despretensiosas e genu&iacute;nas&rdquo;, acrescentou, lembrando-se &ldquo;dos hospitais, das crian&ccedil;as enfermas e da solid&atilde;o dos mais idosos&rdquo;.<\/p>\n<p> \tNa manh&atilde; desta Sexta-feira Santa, D. Jorge Ortiga visitou os 150 reclusos do Estabelecimento Prisional de Braga e os&nbsp;cerca de 80 de Guimar&atilde;es, a quem levou um &quot;Doce da Burrinha&quot; e uma carta.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Ainda h&aacute; muita vida a viver e podes experimentar que nasceste para ser feliz. Alguns caminhos n&atilde;o conduzem &agrave; aut&ecirc;ntica felicidade. Viver com princ&iacute;pios, e seguindo os valores que a sociedade nos sugere nas suas leis, ser&aacute; a estrada a percorrer para que o resto da tua vida seja de paz e alegria&quot;, escreveu, <a href=\"http:\/\/www.arquidiocese-braga.pt\/noticia\/1\/8979#sthash.PYMzMGiK.dpbs\" target=\"_blank\">divulga<\/a> a arquidiocese.<\/p>\n<p> \t<em>CB<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. 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