{"id":75985,"date":"2016-03-10T16:49:00","date_gmt":"2016-03-10T16:49:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2016\/03\/10\/ii-concilio-do-vaticano-a-obra-do-padre-americo-vista-pelo-presidente-da-republica-portuguesa\/"},"modified":"2016-03-10T16:49:00","modified_gmt":"2016-03-10T16:49:00","slug":"ii-concilio-do-vaticano-a-obra-do-padre-americo-vista-pelo-presidente-da-republica-portuguesa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/ii-concilio-do-vaticano-a-obra-do-padre-americo-vista-pelo-presidente-da-republica-portuguesa\/","title":{"rendered":"II Conc\u00edlio do Vaticano: A obra do padre Am\u00e9rico vista pelo presidente da Rep\u00fablica Portuguesa"},"content":{"rendered":"<p>Apesar do conc\u00edlio se ter realizado na segunda metade do s\u00e9culo anterior, a assembleia magna teve precursores e um deles foi o padre Am\u00e9rico Aguiar, nascido em Galegos, concelho de Penafiel, a 23 de Outubro de 1887, e falecido a 16 de julho de 1956. O novo presidente da Rep\u00fablica Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, escreveu um testemunho emblem\u00e1tico sobre o fundador das casas do Gaiato. <!--more--> <\/p>\n<p> \tO maior acontecimento eclesial do s&eacute;culo XX, o II Conc&iacute;lio do Vaticano deixou marcas indel&eacute;veis na sociedade contempor&acirc;nea. Nas quatro sess&otilde;es (1962-1965) desta assembleia magna foram discutidos assuntos essenciais para as rela&ccedil;&otilde;es internas da Igreja e para o di&aacute;logo com o mundo.<\/p>\n<p> \tApesar do conc&iacute;lio se ter realizado na segunda metade do s&eacute;culo anterior, a assembleia magna teve precursores e um deles foi o padre Am&eacute;rico Aguiar, nascido em Galegos, concelho de Penafiel, a 23 de Outubro de 1887, e falecido a 16 de julho de 1956. O novo presidente da Rep&uacute;blica Portuguesa, Marcelo Rebelo de Sousa, escreveu um testemunho emblem&aacute;tico sobre o fundador das casas do Gaiato.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Como cidad&atilde;o atento aos dramas da inf&acirc;ncia exclu&iacute;da ou em exclus&atilde;o num Portugal a converter-se de rural em urbano e metropolitano. Como educador empenhado na primazia da afirma&ccedil;&atilde;o da crian&ccedil;a. Como crist&atilde;o e sacerdote devotado na concretiza&ccedil;&atilde;o das bem-aventuran&ccedil;as, na viv&ecirc;ncia de uma igreja serva e pobre, na antecipa&ccedil;&atilde;o do que viria a ser o esp&iacute;rito do Conc&iacute;lio Vaticano II&rdquo;. (Sousa, Marcelo Rebelo de; IN: &laquo;O Padre Am&eacute;rico e a Obra da Rua&raquo;; coordena&ccedil;&atilde;o de Jos&eacute; da Cruz Santos; Aletheia Editores).<\/p>\n<p> \tQuando estamos a celebrar os 30 anos (22 mar&ccedil;o de 1986) da abertura do processo canoniza&ccedil;&atilde;o do padre Am&eacute;rico, conv&eacute;m ler os sinais dos tempos deste &ldquo;homem bom, visceralmente bom&rdquo;, como o definiu Marcelo Rebelo de Sousa. Para o novo presidente da Rep&uacute;blica Portuguesa, o padre Am&eacute;rico foi um servidor dos outros e um &ldquo;sacerdote cumpridor das exig&ecirc;ncias de pobreza, desprendimento, dedica&ccedil;&atilde;o aos mais sofredores e indefesos, e, dentro deles, &agrave;s crian&ccedil;as de rua&rdquo;.<\/p>\n<p> \tDepois de Miranda do Corvo (1940) e Pa&ccedil;o de Sousa (1943) fundar&aacute; ainda a Casa do Gaiato do Tojal (1948) e a 1 de Julho de 1955 a Casa do Gaiato de Set&uacute;bal (um ano antes da sua morte). Mas o &laquo;edif&iacute;cio&raquo; ainda n&atilde;o estava completo: faltavam os Lares e o Calv&aacute;rio. O primeiro destina-se a uma melhor acomoda&ccedil;&atilde;o dos rapazes que trabalham ou estudam e o segundo servir&aacute; para abrigar doentes incur&aacute;veis. O Calv&aacute;rio foi a derradeira Obra. &ldquo;O canto do cisne. Dizem que o cisne, ao adivinhar a morte, entoa as mais belas melodias da sua vida. N&atilde;o &eacute;, pois de admirar que o Calv&aacute;rio seja a mais bela melodia do Pe. Am&eacute;rico&rdquo; (In: Ramos, Jos&eacute; da Rocha).<\/p>\n<p> \tMarcelo Rebelo de Sousa conheceu este ap&oacute;stolo social quando tinha sete anos. Passados 50 do II Conc&iacute;lio do Vaticano, talvez seja a hora de ver, com outros olhos, o papel que este homem desempenhou e que j&aacute; foi canonizado no cora&ccedil;&atilde;o do povo e no cora&ccedil;&atilde;o do novo presidente da Rep&uacute;blica Portuguesa.<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar do conc\u00edlio se ter realizado na segunda metade do s\u00e9culo anterior, a assembleia magna teve precursores e um deles foi o padre Am\u00e9rico Aguiar, nascido em Galegos, concelho de Penafiel, a 23 de Outubro de 1887, e falecido a 16 de julho de 1956. 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