{"id":75517,"date":"2016-02-04T10:54:00","date_gmt":"2016-02-04T10:54:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2016\/02\/04\/vida-consagrada-comunidades-ganharam-mais-consciencia-considera-cardeal-patriarca\/"},"modified":"2016-02-04T10:54:00","modified_gmt":"2016-02-04T10:54:00","slug":"vida-consagrada-comunidades-ganharam-mais-consciencia-considera-cardeal-patriarca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/vida-consagrada-comunidades-ganharam-mais-consciencia-considera-cardeal-patriarca\/","title":{"rendered":"Vida Consagrada: \u00abComunidades ganharam mais consci\u00eancia\u00bb, considera cardeal-patriarca"},"content":{"rendered":"<p>D. Manuel Clemente presidiu \u00e0 Eucaristia de encerramento do Ano da Vida Consagrada em Lisboa <!--more--> <\/p>\n<p> \tOdivelas, Lisboa, 04 fev 2016 (Ecclesia) &ndash; O cardeal-patriarca de Lisboa destacou que os consagrados reproduzem o &ldquo;estilo de vida de Jesus&rdquo; de entrega a &ldquo;Deus e ao servi&ccedil;o do pr&oacute;ximo&rdquo; e neste ano especial as comunidades &ldquo;ganharam mais consci&ecirc;ncia&rdquo; desta forma de vida.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Julgo que o saldo mais positivo &eacute; que com muitas a&ccedil;&otilde;es que se sucederam ao longo do ano, as comunidades ganharam mais consci&ecirc;ncia do que s&atilde;o os consagrados na Igreja como voca&ccedil;&atilde;o de especial consagra&ccedil;&atilde;o&rdquo;, disse D. Manuel Clemente no Pavilh&atilde;o Multiusos de Odivelas.<\/p>\n<p> \t&Agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA, o prelado assinalou que todas as voca&ccedil;&otilde;es da Igreja &ldquo;sublinham um ou outro aspeto da vida total de Cristo&rdquo;, que nenhum &ldquo;consegue esgotar&rdquo; e cada um no seu lugar atrav&eacute;s da voca&ccedil;&atilde;o que Deus d&aacute; &ldquo;cumpre, representa um aspeto, uma faceta importante&rdquo;.<\/p>\n<p> \tNeste contexto, o cardeal-patriarca de Lisboa explicou que pretendia &ldquo;valorizar o que significou e significa&rdquo; a consagra&ccedil;&atilde;o de cada pessoa como uma realidade que &ldquo;abre a Igreja a um horizonte definitivo que n&atilde;o demite das realidades concretas do dia-a-dia&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;D&aacute; outro esp&iacute;rito e outro horizonte que n&atilde;o fiquemos presos na circunst&acirc;ncia mas fiquemos presos no absoluto&rdquo;, observou.<\/p>\n<p> \tD. Manuel Clemente comentou que enquanto as restantes pessoas na maioria das vezes t&ecirc;m de viver as &ldquo;realidades temporais, atuais&rdquo;, os consagrados mostram que pela sua maneira de viver &ldquo;j&aacute; deram definitivamente a realidades finais&rdquo;.<\/p>\n<p> \tContudo, acrescenta, eles &ldquo;n&atilde;o as deixam de viver&rdquo; uma vez que h&aacute; muitos consagrados e consagradas, em Portugal e em v&aacute;rias fronteiras do mundo, que &ldquo;vivem empenhadamente e esfor&ccedil;adamente as situa&ccedil;&otilde;es mais dif&iacute;ceis, para estar pr&oacute;ximo dos outros&rdquo;.<\/p>\n<p> \tPor sua vez o presidente da Confer&ecirc;ncia dos Institutos Religiosos de Portugal (CIRP) Regional de Lisboa considerou que o Ano da Vida Consagrada foi um tempo &ldquo;muito positivo de gra&ccedil;a, celebra&ccedil;&atilde;o e de reflex&atilde;o&rdquo; no qual podia-se ter feito &ldquo;muito mais&rdquo; mas n&atilde;o se tratava &ldquo;s&oacute; de fazer&rdquo;.<\/p>\n<p> \tPara o padre Manuel Barbosa, este ano especial dedicado &agrave; vida consagrada que come&ccedil;ou a 29 de novembro de 2014, foi um &ldquo;tempo prop&iacute;cio&rdquo; para pensar na forma de &ldquo;responder a Deus&rdquo; nessa voca&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p> \tOs consagrados e consagradas j&aacute; d&atilde;o testemunho da sua vida no dia-a-dia nos &ldquo;v&aacute;rios campos de atividade, segundo os carismas de cada instituto&rdquo; mas este ano foram &ldquo;provocados&rdquo; pelo Papa a outra visibilidade.<\/p>\n<p> \t&ldquo;N&atilde;o &eacute; para aparecer mas no sentido de testemunhar essa presen&ccedil;a. Nos v&aacute;rios campos na educa&ccedil;&atilde;o, no ensino, na sa&uacute;de, nas periferias h&aacute; muitas irm&atilde;s e irm&atilde;os que trabalham em espa&ccedil;os onde praticamente pouca gente vai e est&aacute; presente&rdquo;, observa o padre Manuel Barbosa.<\/p>\n<p> \tNeste contexto, o respons&aacute;vel da CIPR na Diocese de Lisboa refere que este ano &ldquo;n&atilde;o se encerra&rdquo; mas foi uma abertura para continuarem com os &ldquo;dinamismos de sempre&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Agora tamb&eacute;m com esta dimens&atilde;o pedag&oacute;gica pastoral da miseric&oacute;rdia que &eacute; da pr&oacute;pria ess&ecirc;ncia de Deus. A miseric&oacute;rdia, ajuda a levar o dinamismo da santidade, da miss&atilde;o, da comunh&atilde;o, o que marca todas as nossas vidas&rdquo;, acrescentou o sacerdote da Congrega&ccedil;&atilde;o dos Sacerdotes do Cora&ccedil;&atilde;o de Jesus (Dehonianos).<\/p>\n<p> \tO Ano da Vida Consagrada foi uma iniciativa de Francisco, o primeiro Papa jesu&iacute;ta da hist&oacute;ria da Igreja, para celebrar com toda a Igreja o &ldquo;dom&rdquo; da voca&ccedil;&atilde;o e &ldquo;reavivar&rdquo; a sua &ldquo;miss&atilde;o prof&eacute;tica&rdquo; e terminou esta ter&ccedil;a-feira, festa lit&uacute;rgica da Apresenta&ccedil;&atilde;o de Jesus.<\/p>\n<p> \tEm Portugal encerra-se com uma peregrina&ccedil;&atilde;o nacional ao Santu&aacute;rio de F&aacute;tima, este domingo.<\/p>\n<p> \t<em>CB<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. 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