{"id":73978,"date":"2015-10-07T10:44:00","date_gmt":"2015-10-07T10:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2015\/10\/07\/beja-bispo-incentiva-ao-acolhimento-de-refugiados-que-fogem-da-guerra-e-da-fome\/"},"modified":"2015-10-07T10:44:00","modified_gmt":"2015-10-07T10:44:00","slug":"beja-bispo-incentiva-ao-acolhimento-de-refugiados-que-fogem-da-guerra-e-da-fome","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/beja-bispo-incentiva-ao-acolhimento-de-refugiados-que-fogem-da-guerra-e-da-fome\/","title":{"rendered":"Beja: Bispo incentiva ao acolhimento de refugiados que fogem da \u00abguerra e da fome\u00bb"},"content":{"rendered":"<p>D. Ant\u00f3nio Vitalino reflete sobre conviv\u00eancia \u00abem paz\u00bb na \u00abBabil\u00f3nia de l\u00ednguas e de culturas\u00bb <!--more--> <\/p>\n<p> \tBeja, 06 out 2015 (Ecclesia) &ndash; O bispo de Beja apontou &ldquo;alguns caminhos simples e vi&aacute;veis&rdquo; no contexto do acolhimento aos refugiados que &ldquo;sonham&rdquo; encontrar a paz e o bem-estar que &ldquo;lhes tem sido negado&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Um acolhimento fraterno e inteligente, consciente das possibilidades reais, mas com um cora&ccedil;&atilde;o magn&acirc;nimo, &eacute; a primeira atitude que se espera, para n&atilde;o aumentar o sofrimento de quem bate &agrave; nossa porta&rdquo;, explica D. Ant&oacute;nio Vitalino.<\/p>\n<p> \tNa sua nota semanal, enviada &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA, o prelado adianta que o &ldquo;esfor&ccedil;o&rdquo; tem de ser rec&iacute;proco e considera que tem &ldquo;mais obriga&ccedil;&atilde;o&rdquo; de ter iniciativa &eacute; quem n&atilde;o teve de &ldquo;abandonar a sua terra e fam&iacute;lia&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Hoje em dia, com tantos recursos e meios, todos os pa&iacute;ses da Uni&atilde;o Europeia poder&atilde;o facilitar este acolhimento e ajuda&rdquo;, frisa o bispo de Beja, recordando que na sua inf&acirc;ncia, &ldquo;no tempo da carestia dos &uacute;ltimos anos da II Guerra Mundial e seguintes&rdquo;, repartiam o pouco que tinham com quem nada tinha.<\/p>\n<p> \tPara D. Ant&oacute;nio Vitalino, apesar da diversidade de l&iacute;nguas, todos entendem &ldquo;a do cora&ccedil;&atilde;o, do acolhimento franco e fraterno&rdquo; mas alerta para a necessidade de existir quem coordene este aux&iacute;lio para &ldquo;n&atilde;o cair na explora&ccedil;&atilde;o&rdquo; de quem se aproveita e ajuda porque &ldquo;arranjou um emprego pago com recursos estatais&rdquo;.<\/p>\n<p> \tSegundo o membro da Comiss&atilde;o Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana, que tamb&eacute;m recorda a sua experi&ecirc;ncia de migrante, nos diversos contextos e ambientes da vida no encontro entre pessoas &ldquo;h&aacute; ou deve haver sempre um dar e receber&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Enriquece as duas partes. Mesmo quando uma das partes pertence a um grupo social ou culturalmente desfavorecido, quando no encontro se v&ecirc; a dignidade da pessoa humana, processa-se um enriquecimento em ambas&rdquo;, desenvolve.<\/p>\n<p> \tO prelado alerta que n&atilde;o se podem &ldquo;difundir ideias que se trata de uma invas&atilde;o isl&acirc;mica&rdquo; quando as pessoas que tentam chegar &agrave; Europa s&atilde;o &ldquo;fugidos &agrave; guerra e &agrave; fome&rdquo;, embora haja sempre quem &ldquo;se aproveite das necessidades do pr&oacute;ximo&rdquo;.<\/p>\n<p> \tNeste sentido, D. Ant&oacute;nio Vitalino aconselha tamb&eacute;m a ler a Declara&ccedil;&atilde;o &lsquo;Dignitatis Humanae&rsquo;, sobre a liberdade religiosa do Conc&iacute;lio Vaticano II, promulgada a 7 de dezembro de 1965.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Refrescar&iacute;amos as nossas ideias e deixar&iacute;amos de repetir slogans xen&oacute;fobos, pouco crist&atilde;os, ou pelo menos denunciadores do medo que tolhe a vida social&rdquo;, considera o bispo diocesano, para al&eacute;m de se celebrar os 50 anos do encerramento do Conc&iacute;lio [08 dezembro 1965].<\/p>\n<p> \tNa reflex&atilde;o semana, o bispo de Beja, e no contexto do S&iacute;nodo dos Bispos sobre a fam&iacute;lia, assinala que o &ldquo;verdadeiro di&aacute;logo&rdquo; aprende-se em fam&iacute;lia sempre interessados no bem do outro.<\/p>\n<p> \tPor isso, espera que esta assembleia ajude a &ldquo;reavivar&rdquo; esses valores essenciais da conviv&ecirc;ncia humana, &ldquo;cuja g&eacute;nese come&ccedil;a no ber&ccedil;o&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Quando este di&aacute;logo come&ccedil;a a faltar, aparecem a desconfian&ccedil;a, o receio, o medo e a solid&atilde;o&rdquo;, escreve D. Ant&oacute;nio Vitalino.<\/p>\n<p> \t<em>CB\/OC<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. 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