{"id":72555,"date":"2015-06-09T14:30:00","date_gmt":"2015-06-09T14:30:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2015\/06\/09\/luxemburgo-bispo-de-beja-reflete-sobre-direitos-dos-migrantes-comunitarios\/"},"modified":"2015-06-09T14:30:00","modified_gmt":"2015-06-09T14:30:00","slug":"luxemburgo-bispo-de-beja-reflete-sobre-direitos-dos-migrantes-comunitarios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/luxemburgo-bispo-de-beja-reflete-sobre-direitos-dos-migrantes-comunitarios\/","title":{"rendered":"Luxemburgo: Bispo de Beja reflete sobre direitos dos migrantes comunit\u00e1rios"},"content":{"rendered":"<p>D. Ant\u00f3nio Vitalino destaca apelos \u00e0 paz do Papa em pa\u00edses marcados pela \u00abdiversidade\u00bb <!--more--> <\/p>\n<p> \tBeja, 09 jun 2015 (Ecclesia) &ndash; O bispo de Beja manifestou preocupa&ccedil;&atilde;o pelo facto de migrantes comunit&aacute;rios serem &ldquo;considerados como estrangeiros&rdquo;, nos pa&iacute;ses de acolhimento, mesmo depois de um per&iacute;odo de integra&ccedil;&atilde;o, e exemplifica com a realidade luxemburguesa.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Os cidad&atilde;os comunit&aacute;rios, ao mudar do pa&iacute;s de origem para outro da Comunidade ap&oacute;s um tempo de adapta&ccedil;&atilde;o e integra&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o devem continuar a ser considerados como estrangeiros, apenas como m&atilde;o-de-obra, mas cidad&atilde;os de pleno direito, sendo um deles a escolha dos seus representantes no pa&iacute;s onde trabalham e vivem&rdquo;, assinala D. Ant&oacute;nio Vitalino.<\/p>\n<p> \tNo texto enviado hoje &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA, o prelado continua a reflex&atilde;o &ldquo;identidade e a cidadania&rdquo; onde comenta o referendo no Luxemburgo, realizado este domingo, que pretendia saber, entre outros assuntos, a opini&atilde;o dos luxemburgueses sobre os direitos pol&iacute;ticos dos estrangeiros, que s&atilde;o cerca de 46% da popula&ccedil;&atilde;o do Luxemburgo, onde se conta 16% de portugueses.<\/p>\n<p> \t&ldquo;O resultado deste referendo exclui os estrangeiros do direito de voto, mesmo os provenientes de pa&iacute;ses da Comunidade Europeia&rdquo;, e o prelado de Beja compreende a rea&ccedil;&atilde;o dos luxemburgueses que &ldquo;est&atilde;o na imin&ecirc;ncia de serem minorit&aacute;rios no seu pr&oacute;prio pa&iacute;s&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Isso n&atilde;o justifica a decis&atilde;o popular. Ainda bem que os seus governantes digam que ir&atilde;o respeitar esta decis&atilde;o, mas tudo far&atilde;o para, no futuro, tentarem mud&aacute;-la&rdquo;, contextualizou.<\/p>\n<p> \tNeste contexto, o vogal da Comiss&atilde;o Episcopal da Pastoral Social e Mobilidade Humana destaca que aos direitos correspondem deveres de cidadania e considera que a &ldquo;maioria&rdquo; dos emigrantes portugueses &ldquo;ainda n&atilde;o adquiriu esta consci&ecirc;ncia&rdquo; por isso ficaram &ldquo;indiferentes a este referendo&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Todo o sistema educativo, os governos, as institui&ccedil;&otilde;es culturais, sociais e religiosas, assim como os meios de comunica&ccedil;&atilde;o social devem dar o seu contributo para formar esta nova cidadania europeia&rdquo;, corresponsabiliza D. Ant&oacute;nio Vitalino.<\/p>\n<p> \tSobre a Igreja escreve que &ldquo;desde os seus in&iacute;cios evang&eacute;licos&rdquo; forma as consci&ecirc;ncias dos crist&atilde;os para a &ldquo;liberdade&rdquo; dos filhos de Deus, &ldquo;onde n&atilde;o pode haver ace&ccedil;&atilde;o de pessoas, nem escravos ou estrangeiros, mas concidad&atilde;os&rdquo;.<\/p>\n<p> \tEste princ&iacute;pio, comenta o prelado, foi o tema da <a href=\"http:\/\/press.vatican.va\/content\/salastampa\/pt\/bollettino\/pubblico\/2014\/09\/23\/0664\/01472.html#Traduzione in lingua portoghese\" target=\"_blank\">mensagem<\/a> do Papa Francisco para o Dia Mundial do Migrante e Refugiado &#8211; Igreja sem fronteiras, M&atilde;e de todos &ndash; celebrado a 18 de janeiro que inspirou o lema da Semana das Migra&ccedil;&otilde;es &#8211; Igreja sem fronteiras, somos um s&oacute; corpo &#8211; entre 9 a 16 de agosto, quando se assinala tamb&eacute;m a peregrina&ccedil;&atilde;o dos migrantes ao Santu&aacute;rio de F&aacute;tima, a 12 e 13 do mesmo m&ecirc;s.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Apesar dos contratempos e obst&aacute;culos n&atilde;o desistamos do caminho&rdquo;, incentiva.<\/p>\n<p> \tNo mesmo &acirc;mbito, no item &ldquo;conviv&ecirc;ncia pac&iacute;fica na diversidade&rdquo;, o bispo diocesano recorda a viagem do Papa Francisco a Sarajevo, a capital B&oacute;snia-Herzegovina, no s&aacute;bado, onde a disputa pelo territ&oacute;rio culminou numa &ldquo;guerra civil violenta, com muitos refugiados e mortes&rdquo;.<\/p>\n<p> \tD. Ant&oacute;nio Vitalino apresenta o exemplo do Papa que visitou pa&iacute;ses onde h&aacute; diversidade de etnias e religi&otilde;es &#8211; Alb&acirc;nia, Turquia, Palestina &#8211; onde acentuou a &ldquo;necessidade&rdquo; de construir a paz no respeito pela &ldquo;diferen&ccedil;a e na conviv&ecirc;ncia pac&iacute;fica&rdquo; e frisa que os crist&atilde;os &ldquo;tudo&rdquo; devem fazer para que &ldquo;se construa uma nova civiliza&ccedil;&atilde;o&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Estou convencido que o verdadeiro choque de civiliza&ccedil;&otilde;es poder&aacute; ser motivado pelas crescentes desigualdades entre pa&iacute;ses pobres e ricos e dentro do mesmo pa&iacute;s o fosso entre ricos e pobres&rdquo;, analisou o bispo de Beja.<\/p>\n<p> \t<em>CB\/OC<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. 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