{"id":71871,"date":"2015-04-15T13:26:00","date_gmt":"2015-04-15T13:26:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2015\/04\/15\/natalidade-associacao-de-familias-numerosas-espera-debate-serio-no-parlamento\/"},"modified":"2015-04-15T13:26:00","modified_gmt":"2015-04-15T13:26:00","slug":"natalidade-associacao-de-familias-numerosas-espera-debate-serio-no-parlamento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/natalidade-associacao-de-familias-numerosas-espera-debate-serio-no-parlamento\/","title":{"rendered":"Natalidade: Associa\u00e7\u00e3o de Fam\u00edlias Numerosas espera \u00abdebate s\u00e9rio\u00bb no Parlamento"},"content":{"rendered":"<p>Deputados portugueses v\u00e3o discutir 20 projetos-lei sobre prote\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as e apoio a fam\u00edlias <!--more--> <\/p>\n<p> \tLisboa, 15 abr 2015 (Ecclesia) &ndash; A Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de Fam&iacute;lias Numerosas espera os partidos pol&iacute;ticos promovam um &ldquo;debate s&eacute;rio&rdquo; sobre os 20 projetos-lei que v&atilde;o ser apresentados no Parlamento e cheguem a &ldquo;pontos de consenso&rdquo; que promovam a natalidade.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Estamos &agrave; espera de um debate s&eacute;rio e que se consiga chegar a pontos de consenso para conseguir uma garantia de estabilidade das pol&iacute;ticas que &eacute; crucial para a recupera&ccedil;&atilde;o da natalidade&rdquo;, disse hoje a secret&aacute;ria-geral da Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de Fam&iacute;lias Numerosas (APFN).<\/p>\n<p> \t&Agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA, Ana Cid Gon&ccedil;alves explicou que os 20 projetos-lei revelam o &ldquo;muito que h&aacute; por fazer&rdquo; no apoio &agrave;s fam&iacute;lias com filhos e &agrave; natalidade em Portugal nas &ldquo;mais diversas &aacute;reas&rdquo;.<\/p>\n<p> \tOs partidos no Parlamento v&atilde;o debater na reuni&atilde;o plen&aacute;ria esta quarta-feira, a partir das 15h00, projetos de lei abrangem mat&eacute;rias como a promo&ccedil;&atilde;o da natalidade, a prote&ccedil;&atilde;o de crian&ccedil;as e apoio &agrave;s fam&iacute;lias, a universalidade do abono de fam&iacute;lia e da educa&ccedil;&atilde;o pr&eacute;-escolar para as crian&ccedil;as a partir dos quatro anos; a meia jornada de trabalho para funcion&aacute;rios p&uacute;blicos e o regresso &agrave;s 35 horas de trabalho semanais.<\/p>\n<p> \tA APFN alerta que os assuntos em debate &ldquo;n&atilde;o abrangem&rdquo; a totalidade das necessidades, mas uma parte importante e a entrevistada acrescenta que existe &ldquo;consci&ecirc;ncia&rdquo; dos tempos dif&iacute;ceis atuais, por isso &ldquo;&eacute; necess&aacute;rio implementar as medidas paulatinamente&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;&Eacute; importante que esse caminho seja definido o mais r&aacute;pido poss&iacute;vel em rela&ccedil;&atilde;o &agrave;s &aacute;reas em que &eacute; preciso adotar medidas mantendo a sua estabilidade sem recuo&rdquo;, alertou.<\/p>\n<p> \tA Assembleia da Rep&uacute;blica <a href=\"http:\/\/app.parlamento.pt\/BI2\/\" target=\"_blank\">informa<\/a> que o Bloco de Esquerda apresenta seis medidas; o Partido Ecologista &ldquo;Os Verdes&rdquo; prop&otilde;e tr&ecirc;s; o Partido Comunista Portugu&ecirc;s 12 projetos-lei, enquanto os partidos do Governo apresentam nove medidas conjuntas e o Partido Socialista oito.<\/p>\n<p> \tA respons&aacute;vel revela que consideram a proposta da &ldquo;meia jornada&rdquo; para a Fun&ccedil;&atilde;o P&uacute;blica &ldquo;bastante positiva&rdquo; uma vez que corresponde a uma necessidade das fam&iacute;lias, mas prop&otilde;e &ldquo;maior flexibilidade&rdquo;.<\/p>\n<p> \tA medida permitiria um tempo com metade do per&iacute;odo normal de trabalho, recebendo 60% da remunera&ccedil;&atilde;o, &agrave;s pessoas com filhos menores de 12 anos ou, independentemente da idade, com defici&ecirc;ncia ou doen&ccedil;a cr&oacute;nica, estendendo-se &agrave;s pessoas com netos menores de 12 anos.<\/p>\n<p> \tAna Cid Gon&ccedil;alves recorda um inqu&eacute;rito da associa&ccedil;&atilde;o, em 2013 onde se percebia o &ldquo;desejo&rdquo; de as fam&iacute;lias reduzirem o hor&aacute;rio de trabalho em duas horas e n&atilde;o quatro, porque esta &ldquo;implica perda de rendimento importante e complicado de assumir&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Muitas dessas propostas v&atilde;o no sentido de perceber as necessidades concretas que as fam&iacute;lias t&ecirc;m e procurar respostas para cada uma dessas necessidades&rdquo;, observa a secret&aacute;ria-geral da APFN.<\/p>\n<p> \tSobre o abono de fam&iacute;lia, a entrevistada contextualiza que &eacute; universal na grande maioria dos pa&iacute;ses europeus, &ldquo;uma presta&ccedil;&atilde;o que visa reconhecer o valor de cada crian&ccedil;a que nasce&rdquo;, e pede que no contexto atual se fa&ccedil;a um caminho para essa mesma universalidade.<\/p>\n<p> \tPara a Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa de Fam&iacute;lias Numerosas, uma maior prote&ccedil;&atilde;o &agrave;s mulheres no contexto laboral &eacute; &ldquo;muito importante&rdquo; porque &ldquo;continuam a ser discriminadas&rdquo; por causa dos filhos.<\/p>\n<p> \t&ldquo;A nossa proposta vai no sentido de est&iacute;mulos positivos, incentivo &agrave;s empresas que a contrata&ccedil;&atilde;o de um pai e uma m&atilde;e podem conferir condi&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas&rdquo;, destacou a secret&aacute;ria-geral da APFN.<\/p>\n<p> \tA associa&ccedil;&atilde;o considera que existe um conjunto de &ldquo;penaliza&ccedil;&otilde;es muito importante&rdquo; que afeta as fam&iacute;lias com filhos e alerta que as realidades pr&oacute;prias destes agregados t&ecirc;m de ser &ldquo;traduzidas&rdquo;, em termos pol&iacute;ticos, num &ldquo;tratamento de maior equidade e justi&ccedil;a&rdquo;.<\/p>\n<p> \t<em>CB<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Deputados portugueses v\u00e3o discutir 20 projetos-lei sobre prote\u00e7\u00e3o de crian\u00e7as 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