{"id":70194,"date":"2014-12-12T11:43:00","date_gmt":"2014-12-12T11:43:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2014\/12\/12\/esparguete-a-bolonhesa-pelo-natal\/"},"modified":"2014-12-12T11:43:00","modified_gmt":"2014-12-12T11:43:00","slug":"esparguete-a-bolonhesa-pelo-natal","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/esparguete-a-bolonhesa-pelo-natal\/","title":{"rendered":"Esparguete \u00e0 bolonhesa pelo Natal"},"content":{"rendered":"<p>Paulo Rocha, Ag\u00eancia ECCLESIA <!--more--> <\/p>\n<p> \tA hist&oacute;ria vai ser contada na televis&atilde;o, num dos programas Ecclesia a emitir na semana do Natal. Insere-se na apresenta&ccedil;&atilde;o de viv&ecirc;ncias da quadra natal&iacute;cia, sempre &uacute;nicas para cada pessoa, fam&iacute;lia ou comunidade e (quase) sempre inspiradas no nascimento que inaugura uma nova era na humanidade, o nascimento de Jesus Cristo.<\/p>\n<p> \tA escritora Alice Vieira tem um especial gosto por reunir pres&eacute;pios que representam culturas diversificadas. Predominam as africanas porque s&atilde;o muitos os mission&aacute;rios que lhe oferecem v&aacute;rias formas de apresentar Jesus com Maria e Jos&eacute; e ganha um relevo crescente o imagin&aacute;rio dos netos na forma de mostrar a hist&oacute;ria do nascimento de Jesus, onde at&eacute; se incluem meios de socorro para o Menino, caso sejam necess&aacute;rios nos primeiros dias de vida.<\/p>\n<p> \tA refer&ecirc;ncia &agrave; escritora n&atilde;o acontece por causa dos pres&eacute;pios, mas pela forma como apresentou o Natal vivido em fam&iacute;lia: a Noite &eacute; passada em casa de um filho, com os sabores tradicionais, e o almo&ccedil;o do Dia na da filha, onde o prato apresentado &eacute; sempre esparguete &agrave; bolonhesa. N&atilde;o por qualquer capricho, apenas porque &eacute; noutros gostos que n&atilde;o o culin&aacute;rio que explora dons recebidos&#8230; Mas essa circunst&acirc;ncia n&atilde;o &eacute;, de todo, um impedimento para que se viva o Natal, em fam&iacute;lia (e convenhamos que para os mais novos &eacute; mesmo um ajuda para fazer festa!).<\/p>\n<p> \tA este ciclo familiar acresce ainda o dos amigos: o fim do dia de Natal &eacute; em casa da escritora, onde re&uacute;ne tamb&eacute;m quem n&atilde;o tem amigos.<\/p>\n<p> \tUm apontamento circunstancial que apenas quer ser uma ilustra&ccedil;&atilde;o, entre muitas poss&iacute;veis, que atesta a certeza afirmada cada vez com mais argumentos: o que se vive, diz ou faz nestes dias tem por refer&ecirc;ncia &uacute;nica uma Pessoa, Jesus de Nazar&eacute;. Mesmo quando Ele n&atilde;o emerge como protagonista do que vai acontecendo ou n&atilde;o consta de discursos ditos ou escritos, &eacute; sempre o horizonte das emo&ccedil;&otilde;es desta quadra (e de todas, afinal).<\/p>\n<p> \tSons, cores, sabores, luzes, fitas, bolas, imagens e pinheiros, tudo &eacute; alus&atilde;o do Natal, uma &ldquo;marca&rdquo; do cristianismo com um potencial de explora&ccedil;&atilde;o enorme. Motivo de orgulho, sem d&uacute;vida, e sobretudo um desafio para os &ldquo;titulares&rdquo; da &ldquo;marca Natal&rdquo;: todos os crist&atilde;os.<\/p>\n<p> \tCom uma &ldquo;marca forte&rdquo; e um ambiente favor&aacute;vel, o Natal oferece aos que seguem a proposta de vida que nasceu numa gruta de Bel&eacute;m uma oportunidade &uacute;nica de a anunciar. E n&atilde;o ser&atilde;o outras m&uacute;sicas ou palavras a calar a mensagem que marcou a hist&oacute;ria ao longo de mais de 2000 anos. Basta que seja proclamada nos sons e cores que preenchem o ambiente natal&iacute;cio. Sem reservas!<\/p>\n<p> \t<em>Paulo Rocha<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Paulo Rocha, Ag\u00eancia ECCLESIA<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[267],"class_list":["post-70194","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-editorial","tag-natal"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70194","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=70194"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/70194\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=70194"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=70194"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=70194"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}