{"id":7006,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/precisamos-de-acreditar-com-esperanca\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"precisamos-de-acreditar-com-esperanca","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/precisamos-de-acreditar-com-esperanca\/","title":{"rendered":"Precisamos de acreditar, com esperan\u00e7a"},"content":{"rendered":"<p>Entrevista a D. Armindo Lopes Coelho \u00e0 \u00abVoz Portucalense\u00bb, a prop\u00f3sito dos 50 anos de sacerd\u00f3cio e das ordena\u00e7\u00f5es sacerdotais diocesanas <!--more--> Voz Postucalense &#8211; A primeira comemora\u00e7\u00e3o deste ano jubilar constituiu uma manifesta\u00e7\u00e3o de unidade eclesial em torno do Bispo da Diocese. Inicialmente D. Armindo tinha afirmado pretender apenas uma celebra\u00e7\u00e3o familiar. Por\u00e9m a presen\u00e7a do Episcopado e do clero diocesano, bem como das autoridades civis, teve uma dimens\u00e3o universalizante. Como avalia todo o desenrolar deste processo de comemora\u00e7\u00e3o? D. Armindo Lopes Coelho-  Porque esta quest\u00e3o diz respeito a um processo, importa precisar a hist\u00f3ria deste processo. Assim, na reuni\u00e3o de Curso de 2003 pedi aos meus condisc\u00edpulos que n\u00e3o me convidassem para as celebra\u00e7\u00f5es que promovessem neste ano de 2004. Porque da minha parte e por minha causa nada de festivo faria. Entretanto, os meus condisc\u00edpulos n\u00e3o se importaram com o meu pedido. E mais. Fui confrontado com uma Comiss\u00e3o diocesana presidida por um Bispo auxiliar. Houve naturalmente uma amiga confronta\u00e7\u00e3o. Aceitei presidir \u00e0 celebra\u00e7\u00e3o do 25.\u00ba anivers\u00e1rio da ordena\u00e7\u00e3o episcopal em 25 de Mar\u00e7o. E aceitei que a ordena\u00e7\u00e3o geral deste ano de 2004 fosse adiada para o dia 1 de Agosto (Esta data coincide com a minha ordena\u00e7\u00e3o sacerdotal h\u00e1 50 anos, embora contraste com a data que nos anos mais recentes tem sido destinada para as ordena\u00e7\u00f5es gerais da Diocese). Tudo o resto n\u00e3o foi, n\u00e3o \u00e9 comigo. Reconhe\u00e7o e afirmo que a celebra\u00e7\u00e3o de 25 de Mar\u00e7o foi uma eloquente manifesta\u00e7\u00e3o da Igreja diocesana. Impressionou-me, como a toda a gente, o testemunho dado nas v\u00e1rias dimens\u00f5es: a presen\u00e7a do Episcopado, do Clero, das Autoridades civis e do Povo. N\u00e3o fui eu que convidei, mas de facto considero-me o mais impressionado e o mais grato.  VP &#8211; A escolha do dia 1 de Agosto para as ordena\u00e7\u00f5es sacerdotais deste ano teve como motiva\u00e7\u00e3o o dia em que tais ordena\u00e7\u00f5es se verificaram em 1954, ano em que D. Armindo foi ordenado. A celebra\u00e7\u00e3o desse dia re\u00fane tamb\u00e9m os colegas que completam este ano o seu jubileu de 50 anos. Simultaneamente os sacerdotes da diocese s\u00e3o convidados a associar-se \u00e0s ordena\u00e7\u00f5es e ao jubileu. Que sentido especial atribui a este conjunto de eventos? D. Armindo &#8211; N\u00e3o falto \u00e0 verdade se disser que n\u00e3o fui consultado tamb\u00e9m sobre os convites feitos para o dia 1 de Agosto. Marcada a data das Ordena\u00e7\u00f5es diocesanas, recebi do Semin\u00e1rio Maior um completo programa: Almo\u00e7o no fim da Celebra\u00e7\u00e3o na S\u00e9, e Te-Deum na Igreja do Semin\u00e1rio \u00e0s 15 horas. N\u00e3o imagino sequer o que vai acontecer com as limita\u00e7\u00f5es de espa\u00e7o e de tempo, sem falar nas actividades do Clero diocesano sobretudo nas par\u00f3quias. Evidentemente que me sinto perplexo com o que tem sido a not\u00edcia e at\u00e9 a publicidade destas celebra\u00e7\u00f5es na Diocese. Como perplexo me deixaram as publica\u00e7\u00f5es editoriais que, a prop\u00f3sito, me foram apresentadas como factos consumados. \u00c9 caso para dizer que \u00e0 minha passividade, omiss\u00e3o ou falta de iniciativa me responderam com not\u00edcias, acontecimentos, prendas, correspond\u00eancia e tantas express\u00f5es de simpatia que na verdade me trazem mergulhado numa confusa satisfa\u00e7\u00e3o. Que sentido especial atribuo a este conjunto de eventos? Como avalio todo o desenrolar deste processo? N\u00e3o consigo explicar melhor. Nem tento explicar mais.  VP &#8211; As \u00faltimas reflex\u00f5es e orienta\u00e7\u00f5es dimanadas dos \u00f3rg\u00e3os colegiais diocesanos (Conselho Presbiteral e Conselho Pastoral), com a sugest\u00e3o e apoio do Bispo, orientam-se para a prioridade da evangeliza\u00e7\u00e3o, tendo por base a valoriza\u00e7\u00e3o da Sagrada Escritura. Como fundamenta esta op\u00e7\u00e3o e que horizontes anseia para ela? D. Armindo &#8211; A evangeliza\u00e7\u00e3o \u00e9 a miss\u00e3o primordial, primeira e prim\u00e1ria da Igreja. \u00c9 assim historicamente, e \u00e9 permanente este processo hist\u00f3rico. Seria um erro pensar que alguma vez foi ultrapassada a fase de evangeliza\u00e7\u00e3o para se iniciarem as fases seguintes na hist\u00f3ria do Cristianismo e da Igreja. Jo\u00e3o Paulo II escreveu que \u201ca hist\u00f3ria n\u00e3o \u00e9 simplesmente um progresso necess\u00e1rio para o melhor, mas antes um acontecimento de liberdade, e ainda um combate entre liberdades que se op\u00f5em entre si\u201d (Familiaris Consortio, n\u00ba 6) . E, falando de marcas do nosso tempo (indiferentismo religioso, ate\u00edsmo e secularismo), j\u00e1 lembradas em v\u00e1rios documentos, o mesmo Papa adverte:  \u201cRepetidas vezes eu mesmo recordei o fen\u00f3meno da descristianiza\u00e7\u00e3o que atinge os povos crist\u00e3os de velha data e que exige, sem mais delongas, uma nova evangeliza\u00e7\u00e3o\u201d  (Christifideles Laici, n\u00ba 4) . Datada de 1998, esta Exorta\u00e7\u00e3o Apost\u00f3lica \u00e9 a refer\u00eancia mais importante \u00e0 nova evangeliza\u00e7\u00e3o, com o apelo para refazer o tecido crist\u00e3o da sociedade, da sociedade em geral e da pr\u00f3pria comunidade dita crist\u00e3. Entretanto hoje e no esp\u00edrito do magist\u00e9rio eclesial, tanto se fala de nova evangeliza\u00e7\u00e3o como de primeira evangeliza\u00e7\u00e3o. As circunst\u00e2ncias s\u00e3o obviamente diferentes, mas a miss\u00e3o da Igreja deve orientar-se com renovada e retomada prioridade para a evangeliza\u00e7\u00e3o. A op\u00e7\u00e3o das prioridades diocesanas, encimadas pela evangeliza\u00e7\u00e3o, foi anunciada e justificada no in\u00edcio oficial do terceiro mil\u00e9nio da era crist\u00e3. Estas prioridades t\u00eam sido reafirmadas e tratadas no Conselho Presbiteral e no Conselho Pastoral Diocesano. O tema da Evangeliza\u00e7\u00e3o recebeu novo e queira Deus que seja decisivo impulso a partir das \u00faltimas jornadas de Reciclagem do Clero, na forma particular de Evangeliza\u00e7\u00e3o pela leitura da B\u00edblia. Os sacerdotes participantes assumiram o compromisso pelo empenhamento nesta via e neste processo. Creio estar assim assegurado o crit\u00e9rio e garantida a continuidade do programa assumido.  VP &#8211; Um dos temas propostos ao Conselho Presbiteral foi uma reorganiza\u00e7\u00e3o actualizada das estruturas diocesanas, em ordem a uma maior funcionalidade pastoral. Tenciona avan\u00e7ar com essa reestrutura\u00e7\u00e3o durante o seu mandato? D. Armindo &#8211; A proposta do Conselho Presbiteral, n\u00e3o sendo un\u00e2nime nem uniforme, tem grande interesse na situa\u00e7\u00e3o actual. Todos desejamos uma maior funcionalidade pastoral. \u00c9 certo que a exig\u00eancia de reestrutura\u00e7\u00e3o cresce na medida da desactualiza\u00e7\u00e3o ou envelhecimento. O tempo vai marcando reformas que acontecem com naturalidade, nomeadamente quanto \u00e0s vigararias ou \u00e1reas pastorais. Mas h\u00e1 outras reformas necess\u00e1rias que tocam na sensibilidade, na idade ou longa pr\u00e1tica das pessoas. E aqui n\u00e3o pode haver, no meu crit\u00e9rio, revolu\u00e7\u00f5es ou desconsidera\u00e7\u00f5es. Resta a contemporiza\u00e7\u00e3o prudente, mesmo que mal interpretada ou mal classificada. Certo \u00e9 que se far\u00e1 o que for necess\u00e1rio e poss\u00edvel.  VP &#8211; A ac\u00e7\u00e3o doutrin\u00e1ria de Bispo de D. Armindo, sendo baseada sempre nos textos b\u00edblicos e nas circunst\u00e2ncias da sua proclama\u00e7\u00e3o, tem tido frequentemente uma dimens\u00e3o de interven\u00e7\u00e3o social e cultural, como se comprova na publica\u00e7\u00e3o do op\u00fasculo Uma Vis\u00e3o prof\u00e9tica da sociedade, que a Funda\u00e7\u00e3o Voz Portucalense editou.  Como fundamenta e analisa essa sua preocupa\u00e7\u00e3o  de intervir na an\u00e1lise da realidade social?  D. Armindo &#8211; Concordo que o seu reparo ou observa\u00e7\u00e3o corresponde \u00e0 realidade. De facto as leituras da Sagrada Escritura s\u00e3o habitualmente a fonte que orienta as minhas palavras, sobretudo quando se trata de fazer uma homilia em Celebra\u00e7\u00e3o Lit\u00fargica. \u00c9 meu h\u00e1bito, e \u00e9 orienta\u00e7\u00e3o da Igreja. Sigo esta orienta\u00e7\u00e3o e disciplina, sem constrangimento e sempre com satisfa\u00e7\u00e3o. \u00c9 um dever agrad\u00e1vel. Por outro lado entendo que, quanto poss\u00edvel, me devo situar, por for\u00e7a do magist\u00e9rio episcopal e diocesano, no ambiente que respiramos, eu e os que me ouvem ou l\u00eaem o que se publica. Tenho relut\u00e2ncia em fazer refer\u00eancias pessoais expl\u00edcitas ou descaradas, mas penso que \u00e9 necess\u00e1rio que se perceba que falo para pessoas concretas e situadas no mundo em ambientes que \u00e0s vezes devem ser comentados ou mesmo criticados. S\u00f3 tenho que me penitenciar de n\u00e3o ir mais longe ou mais al\u00e9m na an\u00e1lise, clarifica\u00e7\u00e3o, questionamento ou leitura da realidade social.  VP &#8211; A Diocese do Porto tem cerca de dois milh\u00f5es de habitantes, 477 par\u00f3quias e um d\u00e9fice claro de sacerdotes, a que se tem obviado pela grande generosidade de muitos. Tem vindo a repensar este tema de uma forma constante, como se observa por muitas das suas interven\u00e7\u00f5es p\u00fablicas. Que perspectivas v\u00ea para o futuro neste dom\u00ednio? D. Armindo &#8211; Se eu tivesse claramente e sem hesita\u00e7\u00e3o perspectivas para o futuro da Diocese a partir do \u201cd\u00e9fice claro de sacerdotes\u201d certamente que falaria menos vezes ou de forma menos constante. Falar ou escrever sobre este tema \u00e9 um processo de pensar e um desafio \u00e0 imagina\u00e7\u00e3o e criatividade de quantos conhecem a realidade e por ela se preocupam. Evidentemente que \u00e9 preciso encontrar e oficializar lugares e fun\u00e7\u00f5es para os Leigos. N\u00e3o caminhamos no sentido de termos sacerdotes para a actividade paroquial do passado. A reestrutura\u00e7\u00e3o ou reorganiza\u00e7\u00e3o actualizada de que se vem falando tem que ver com a situa\u00e7\u00e3o actual. Precisamos entretanto, e com urg\u00eancia, de preparar os crist\u00e3os para os minist\u00e9rios aprovados e para novos minist\u00e9rios que j\u00e1 t\u00eam sido indicados e pedidos, nomeadamente no Conselho presbiteral e no Conselho pastoral diocesano. Mas devo lembrar que neste momento h\u00e1 na Diocese mais oferta do que procura. Espero que a regionaliza\u00e7\u00e3o de Escolas vicariais ou interparoquiais, j\u00e1 em funcionamento, contribuam para encontrar as respostas necess\u00e1rias e urgentes. Precisamos de acreditar, com esperan\u00e7a. Eu sou e estou optimista.  VP . D. Armindo faz parte da Comiss\u00e3o Permanente da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa, que tem produzido orienta\u00e7\u00f5es importantes para a sociedade portuguesa, a prop\u00f3sito de acontecimentos relevantes. Que balan\u00e7o faz desta actua\u00e7\u00e3o? D. Armindo &#8211; O Conselho Permanente da Confer\u00eancia Episcopal Portuguesa re\u00fane mensalmente, e sempre se debru\u00e7a sobra a \u201csitua\u00e7\u00e3o actual\u201d nas \u00e1reas que dizem respeito \u00e0 miss\u00e3o da Igreja. De facto t\u00eam sido dadas \u201corienta\u00e7\u00f5es importantes\u201d para a Igreja e para a sociedade portuguesa em geral. \u00c9 a nossa an\u00e1lise e leitura da realidade social, com as orienta\u00e7\u00f5es que tal leitura aconselha. Tem-se a impress\u00e3o de que \u00e0s vezes tais orienta\u00e7\u00f5es n\u00e3o provocam as reac\u00e7\u00f5es esperadas. Nem de aceita\u00e7\u00e3o nem de repulsa.  VP &#8211; Portugal viveu nos \u00faltimos tempos uma grande euforia centrada no \u00eaxito da Equipa nacional e da organiza\u00e7\u00e3o do Europeu de futebol. \u00c9 um dado concreto de contornos sociol\u00f3gicos interessantes. Cr\u00ea que o efeito psicol\u00f3gico sobre a popula\u00e7\u00e3o possa criar uma din\u00e2mica que ajude a vencer a crise social? D. Armindo &#8211; De facto o Euro 2004 resultou numa atitude colectiva de euforia, dentro do Pa\u00eds e nos pa\u00edses onde vivem comunidades de portugueses. Sendo certo que o futebol n\u00e3o interessa a todos e provoca sentimentos negativos de muitos, \u00e9 indubit\u00e1vel que Portugal se reanimou e saiu de uma quase depress\u00e3o perigosa, e como que se renovou com a presen\u00e7a das equipas e adeptos estrangeiros, com os \u00eaxitos da equipa nacional e com o patriotismo que desde h\u00e1 tempos parecia arredado da alma nacional. A bandeira nacional apareceu multiplicada a ocupar curiosamente os lugares mais impens\u00e1veis. Foi bonito, e n\u00e3o se apagou ainda, nem se apagar\u00e1 da mem\u00f3ria e de tantas situa\u00e7\u00f5es ou lugares, o eco e repercuss\u00e3o deste acontecimento. O que vimos e sentimos foi, creio, muito positivo e ben\u00e9fico. Portanto, Portugal n\u00e3o deixar\u00e1 de beneficiar deste acontecimento em consequ\u00eancias positivas e esperan\u00e7osas. N\u00e3o chegar\u00e3o estas consequ\u00eancias para vencer \u201ca crise social\u201d, mas certamente que por aqui a crise n\u00e3o se agrava. Pelo contr\u00e1rio. Tem-se falado muito da auto-estima. Entendamo-la e entendamo-nos. Sem exageros, sem fanatismo ou chauvinismo, mas com verdadeira mod\u00e9stia, optimismo e esperan\u00e7a.  Entrevista proposta por M. Correia Fernandes, Director de \u201cVoz Portucalense\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Entrevista a D. Armindo Lopes Coelho \u00e0 \u00abVoz Portucalense\u00bb, a prop\u00f3sito dos 50 anos de sacerd\u00f3cio e das ordena\u00e7\u00f5es sacerdotais diocesanas<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[6],"tags":[295,147,160,187,202,237,268],"class_list":["post-7006","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-entrevistas","tag-biblia","tag-conferencia-episcopal-portuguesa","tag-d-armindo-lopes-coelho","tag-diocese-do-porto","tag-euro-2004","tag-joao-paulo-ii","tag-nova-evangelizacao"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7006","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=7006"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/7006\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=7006"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=7006"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=7006"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}