{"id":68376,"date":"2014-08-08T12:44:00","date_gmt":"2014-08-08T12:44:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2014\/08\/08\/taize-pequena-comunidade-provisoria-deixa-no-porto-testemunho-de-igreja-ecumenica\/"},"modified":"2014-08-08T12:44:00","modified_gmt":"2014-08-08T12:44:00","slug":"taize-pequena-comunidade-provisoria-deixa-no-porto-testemunho-de-igreja-ecumenica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/taize-pequena-comunidade-provisoria-deixa-no-porto-testemunho-de-igreja-ecumenica\/","title":{"rendered":"Taiz\u00e9: Pequena Comunidade Provis\u00f3ria deixa no Porto testemunho de \u00abIgreja ecum\u00e9nica\u00bb"},"content":{"rendered":"<p>Tr\u00eas mulheres, no centro hist\u00f3rico da cidade Invicta, vivem durante um m\u00eas proposta de ora\u00e7\u00e3o e simplicidade <!--more--> <\/p>\n<p> \tPorto, 08 ago 2014 (Ecclesia) &ndash; Uma pequena Comunidade Provis&oacute;ria, constitu&iacute;da por tr&ecirc;s mulheres, foi acolhida na par&oacute;quia da Vit&oacute;ria, na diocese do Porto, para durante um m&ecirc;s atrav&eacute;s do servi&ccedil;o e da ora&ccedil;&atilde;o, testemunharem a possibilidade de &ldquo;Igreja ecum&eacute;nica&rdquo;.<\/p>\n<p> \tO desafio partiu da Comunidade ecum&eacute;nica de Taiz&eacute;, existente no sul de Fran&ccedil;a, e foi dirigido a Irene Moreira, colaboradora da par&oacute;quia de acolhimento, e pelo par&oacute;co, o padre Jardim Moreira.<\/p>\n<p> \t&ldquo;O primeiro apelo para estar neste espa&ccedil;o &eacute; dizer que &eacute; poss&iacute;vel viver com o essencial&rdquo;, explica &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA, Irene Moreira.<\/p>\n<p> \t&ldquo;N&atilde;o &eacute; f&aacute;cil porque estamos num territ&oacute;rio muito descristianizado e dif&iacute;cil. Como fazer compreender que &eacute; poss&iacute;vel viver todos juntos na simplicidade e na partilha, rezar tr&ecirc;s vezes ao dia, trabalhar como qualquer outro funcion&aacute;rio da institui&ccedil;&atilde;o mas sem serem remuneradas, nesta gratuidade&rdquo;, testemunha a respons&aacute;vel pelo projeto.<\/p>\n<p> \tA comunidade &eacute; composta pela alem&atilde; Judit, pela francesa Jane e pela espanhola Iolanda, que todos os dias, depois da ora&ccedil;&atilde;o da manh&atilde;, seguem para os seus trabalhos, ora com as crian&ccedil;as, com os idosos ou com as pessoas sem-abrigo.<\/p>\n<p> \tJane explica &agrave; Ecclesia que desconhecida &ldquo;verdadeiramente&rdquo; as tarefas que a esperavam e que a experi&ecirc;ncia de trabalhar pelos outros vale a pena ser valorizada.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Os jovens que aqui est&atilde;o ficam espantados connosco, porque dizem que vimos de longe, aprendemos a sua l&iacute;ngua e estamos interessados na sua realidade&rdquo;, concretiza a jovem francesa, dando conta que est&atilde;o inseridos &ldquo;num bairro tur&iacute;stico&rdquo; mas onde os turistas &ldquo;n&atilde;o os olham&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Faz-lhes bem ver que nos interessamos por eles&rdquo;.<\/p>\n<p> \tPara a alem&atilde; Judit, pertencente a uma Igreja Luterana, a experi&ecirc;ncia de Taiz&eacute;, e concretamente da comunidade provis&oacute;ria no Porto, &eacute; a possibilidade de perceber uma Igreja una que &ldquo;olha mais para o que temos de comum do que para as diferen&ccedil;as&rdquo;.<\/p>\n<p> \tTrabalhar com o Centro Social Nossa Senhora da Vitoria &eacute; &ldquo;um privil&eacute;gio&rdquo; porque significa a concretiza&ccedil;&atilde;o da &ldquo;nova solidariedade&rdquo;, proposta pelo fundador da Comunidade de Taiz&eacute;, o Irm&atilde;o Roger.<\/p>\n<p> \tPara a espanhola Iolanda, o trabalho que est&atilde;o a realizar &eacute; a &ldquo;concretiza&ccedil;&atilde;o do amor de Deus&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;N&atilde;o vale a pena rezar se n&atilde;o o pusermos em pr&aacute;tica e esta &eacute; a melhor forma disso acontecer&rdquo;, explica &agrave; ECCLESIA.<\/p>\n<p> \tDesde o dia 21 de julho e at&eacute; ao dia 15 de agosto as tr&ecirc;s mulheres partilham os dias &ldquo;com simplicidade e ora&ccedil;&atilde;o&rdquo;, traduz Irene Moreira, deixando um testemunho de proximidade.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Com as crian&ccedil;as brincam, aos idosos fazem companhia, com as pessoas sem-abrigo conversam e, partilham as ora&ccedil;&otilde;es com quem estiverem, mesmo com quem n&atilde;o &eacute; batizado ou vai &agrave; catequese, como &eacute; o caso de algumas crian&ccedil;as que acabam por ser seduzidas e percebem que rezar n&atilde;o &eacute; t&atilde;o ma&ccedil;ador como &agrave; partida parece&rdquo;.<\/p>\n<p> \tA experi&ecirc;ncia de viver em Taiz&eacute; &eacute; o denominador comum entre estas mulheres que reconhecem ser esta forma de ora&ccedil;&atilde;o que torna poss&iacute;vel a &ldquo;unidade entre os crist&atilde;os&rdquo;, indica Judit.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Em Taiz&eacute; aprendi que o importante era a unidade de tudo. Da religi&atilde;o, sim, na ora&ccedil;&atilde;o, mas tamb&eacute;m na partilha da bolacha, do p&atilde;o, da &aacute;gua, at&eacute; de uma pe&ccedil;a de roupa num dia de chuva&rdquo;, recorda Irene Moreira.<\/p>\n<p> \tDespois de conhecer taiz&eacute; com seis anos, Jane regressa &agrave; comunidade ecum&eacute;nica em Fran&ccedil;a para &ldquo;refletir e rezar. Volto a Taiz&eacute; para encontrar energias e for&ccedil;as para seguir em frente&rdquo;.<\/p>\n<p> \t<em>PR\/LS<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tr\u00eas mulheres, no centro hist\u00f3rico da cidade Invicta, vivem durante um m\u00eas proposta de ora\u00e7\u00e3o e simplicidade<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[127,187,314,315],"class_list":["post-68376","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-catequese","tag-diocese-do-porto","tag-solidariedade","tag-taize"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/68376","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=68376"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/68376\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=68376"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=68376"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=68376"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}