{"id":68313,"date":"2014-07-31T10:35:00","date_gmt":"2014-07-31T10:35:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2014\/07\/31\/xi-encontro-de-bispos-dos-paises-lusofonos-comunicado-final\/"},"modified":"2014-07-31T10:35:00","modified_gmt":"2014-07-31T10:35:00","slug":"xi-encontro-de-bispos-dos-paises-lusofonos-comunicado-final","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/xi-encontro-de-bispos-dos-paises-lusofonos-comunicado-final\/","title":{"rendered":"XI Encontro de Bispos dos Pa\u00edses Lus\u00f3fonos &#8211; Comunicado Final"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"> \t<strong>Comunicado final do XI Encontro de Bispos dos Pa&iacute;ses Lus&oacute;fonos <\/strong><\/p>\n<p align=\"center\"> \t(Luanda, 21-27 de julho de 2014)<\/p>\n<p> \t1. De 21 a 27 de julho estivemos em Luanda, Angola, no XI Encontro de Bispos dos Pa&iacute;ses Lus&oacute;fonos, que tem como objetivo fortalecer a comunh&atilde;o eclesial e a rec&iacute;proca complementaridade, promover a coopera&ccedil;&atilde;o em prol das comunidades e a fidelidade &agrave; identidade cat&oacute;lica lus&oacute;fona e criar espa&ccedil;o para aprofundar o conhecimento m&uacute;tuo entre as Igrejas cat&oacute;licas dos pa&iacute;ses lus&oacute;fonos:<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; de Angola, D. Gabriel Mbilingi, Arcebispo de Lubango e Presidente da Confer&ecirc;ncia Episcopal de Angola e S. Tom&eacute; (CEAST), e D. Em&iacute;lio Sumbelelo, Bispo do U&iacute;ge e Secret&aacute;rio da CEAST;<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; do Brasil, Cardeal Raymundo Damasceno Assis, Arcebispo de Aparecida e Presidente da Confer&ecirc;ncia Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), e D. Leonardo Ulrich Steiner, Bispo Auxiliar de Bras&iacute;lia e Secret&aacute;rio da CNBB;<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; de Cabo Verde, D. Arlindo Gomes Furtado, Bispo de Santiago;<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; da Guin&eacute; Bissau, D. Pedro Carlos Zilli, Bispo de Bafat&aacute;, e D. Jos&eacute; Lampra C&aacute;, Bispo Auxiliar de Bissau;<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; de Mo&ccedil;ambique, D. Francisco Chimoio, Arcebispo de Maputo e Vice?Presidente da Confer&ecirc;ncia Episcopal de Mo&ccedil;ambique (CEM);<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; de Portugal, D. Manuel Clemente, Patriarca de Lisboa e Presidente da Confer&ecirc;ncia Episcopal Portuguesa (CEP), P. Manuel Barbosa, Secret&aacute;rio da CEP;<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; de S. Tom&eacute; e Pr&iacute;ncipe, D. Manuel Ant&oacute;nio dos Santos, Bispo de S. Tom&eacute; e Pr&iacute;ncipe;<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; de Timor Leste, D. Norberto do Amaral, Bispo de Maliana e Secret&aacute;rio da Confer&ecirc;ncia Episcopal de Timor Leste (CETL).<\/p>\n<p> \tParticipou tamb&eacute;m o Dr. Jorge L&iacute;bano Monteiro, Presidente da Funda&ccedil;&atilde;o F&eacute; e Coopera&ccedil;&atilde;o (FEC).<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t2. Os trabalhos tiveram in&iacute;cio com as <strong>palavras de abertura<\/strong> do Presidente da CEAST, o Arcebispo D. Gabriel Mbilingi. Salientou a relev&acirc;ncia deste Encontro como importante espa&ccedil;o para estreitar a unidade, a comunh&atilde;o e a colabora&ccedil;&atilde;o pastoral entre as Igrejas lus&oacute;fonas. Situou-o entre o entusiasmo do Ano da F&eacute; e a prepara&ccedil;&atilde;o do pr&oacute;ximo S&iacute;nodo dos Bispos sobre a fam&iacute;lia, destacando os desafios da exorta&ccedil;&atilde;o apost&oacute;lica &laquo;A Alegria do Evangelho&raquo;, sobretudo no sentido de uma Igreja mission&aacute;ria, aberta e pr&oacute;xima das pessoas. Terminou salientando tr&ecirc;s grandes sinais dos tempos que aconteceram depois do &uacute;ltimo encontro de 2012 em Timor: a ren&uacute;ncia de Bento XVI, a elei&ccedil;&atilde;o do Papa Francisco e a canoniza&ccedil;&atilde;o de Jo&atilde;o XXIII e Jo&atilde;o Paulo II.<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t3. &laquo;<strong>O papel transformador do Evangelho na sociedade de hoje, &agrave; luz da <em>Evangelii gaudium<\/em><\/strong>&raquo; foi o tema que nos congregou num semin&aacute;rio que decorreu na Universidade Cat&oacute;lica de Angola (UCAN), aberto ao mundo acad&eacute;mico e pol&iacute;tico, aos leigos, ao clero e aos membros dos institutos religiosos. Foi um tempo muito precioso de reflex&atilde;o e debate &agrave; volta de tr&ecirc;s t&oacute;picos principais sobre o papel da Igreja junto do mundo dos pobres, do mundo da economia e do mundo da pol&iacute;tica.<\/p>\n<p> \tDepois das palavras de abertura a cargo do N&uacute;ncio Apost&oacute;lico em Angola e do Presidente da CEAST, particip&aacute;mos, juntamente com especialistas leigos, em tr&ecirc;s pain&eacute;is alusivos a essas tem&aacute;ticas. Propomos aqui apenas algumas interpela&ccedil;&otilde;es sobre as v&aacute;rias abordagens para as Igrejas locais que servimos:<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; continuar a fazer uma an&aacute;lise rigorosa e competente sobre as situa&ccedil;&otilde;es concretas em que a Igreja est&aacute; profeticamente presente, irradiando com mais efic&aacute;cia a luz transformadora do Evangelho de Cristo;<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; cuidar da evangeliza&ccedil;&atilde;o na sua liga&ccedil;&atilde;o profunda com a promo&ccedil;&atilde;o humana;<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; atender &agrave;s situa&ccedil;&otilde;es de pobrezas, dando resposta a partir do estudo das suas causas e solu&ccedil;&otilde;es, em di&aacute;logo constante com a sociedade e o Estado;<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; encorajar a presen&ccedil;a e a&ccedil;&atilde;o dos leigos nas v&aacute;rias &aacute;reas de interven&ccedil;&atilde;o na sociedade, nomeadamente nos campos social, econ&oacute;mico e pol&iacute;tico;<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; retomar continuamente, com implica&ccedil;&otilde;es concretas na vida e na organiza&ccedil;&atilde;o da sociedade, o ide&aacute;rio dos quatro grandes princ&iacute;pios da doutrina social da Igreja: dignidade da pessoa humana, bem comum, subsidiariedade e solidariedade;<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; incentivar a dimens&atilde;o &eacute;tica na economia e na gest&atilde;o, capaz de transformar por dentro uma economia que muitas vezes provoca a exclus&atilde;o e o sofrimento dos mais fracos;<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; promover organismos profissionais que se inspirem na doutrina social da Igreja, como, por exemplo, a Associa&ccedil;&atilde;o Crist&atilde; de Empres&aacute;rios e Gestores (ACEGE, Portugal) e a Associa&ccedil;&atilde;o Cat&oacute;lica de Gestores e Dirigentes (ACGD, Angola);<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; procurar que a busca de solu&ccedil;&otilde;es nos v&aacute;rios campos de presen&ccedil;a na sociedade seja feita em coopera&ccedil;&atilde;o com outras Igrejas Crist&atilde;s e outras Religi&otilde;es, da&iacute; a import&acirc;ncia do di&aacute;logo ecum&eacute;nico e inter-religioso em vista de iniciativas comuns.<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t4. Na partilha sobre<strong> a realidade, os desafios, as urg&ecirc;ncias e as solu&ccedil;&otilde;es<\/strong> que a Igreja enfrenta nos nossos diversos pa&iacute;ses, foram sublinhados alguns aspetos na procura de pontos comuns de a&ccedil;&atilde;o:<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; o cuidado da Igreja em continuar em estado permanente de miss&atilde;o;<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; a aten&ccedil;&atilde;o &agrave; inicia&ccedil;&atilde;o crist&atilde; como itiner&aacute;rio principal da f&eacute; e a constru&ccedil;&atilde;o de aut&ecirc;nticas comunidades crist&atilde;s de acolhimento;<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; a valoriza&ccedil;&atilde;o e a divulga&ccedil;&atilde;o da B&iacute;blia em todos os setores das nossas Igrejas particulares;<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; o cuidado pastoral da fam&iacute;lia e de todas as problem&aacute;ticas que a envolvem;<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; a aten&ccedil;&atilde;o orante e pastoral &agrave;s voca&ccedil;&otilde;es ao sacerd&oacute;cio e de especial consagra&ccedil;&atilde;o;<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; a pr&aacute;tica da caridade, como resposta social e caritativa da Igreja a todas as situa&ccedil;&otilde;es de car&ecirc;ncias e pobrezas;<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; a aposta na forma&ccedil;&atilde;o e educa&ccedil;&atilde;o em todas as fases et&aacute;rias e em todos os campos onde a Igreja deve estar presente;<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; a aten&ccedil;&atilde;o muito especial &agrave; presen&ccedil;a da Igreja nas universidades, cuidando de uma pastoral universit&aacute;ria mais articulada e em rede;<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; a abertura da Igreja a todas as problem&aacute;ticas da vida digna e plena para todos e em todas as fases da vida;<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&#8211;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; a defesa da paz e da justi&ccedil;a, da igualdade e da liberdade nos v&aacute;rios setores da vida da sociedade.<\/p>\n<p style=\"margin-left:18.0pt;\"> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t5. Tivemos ocasi&atilde;o de participar na celebra&ccedil;&atilde;o da <strong>Eucaristia nas comunidades paroquiais de S&atilde;o Paulo e da Sagrada Fam&iacute;lia<\/strong>, em Luanda, em comunh&atilde;o com os crist&atilde;os e pastores da mesma Igreja de Cristo. Fic&aacute;mos sensibilizados com o entusiasmo, a alegria e a participa&ccedil;&atilde;o de t&atilde;o grande n&uacute;mero de fi&eacute;is nestas celebra&ccedil;&otilde;es.<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t6. Fomos recebidos pela <strong>Presid&ecirc;ncia da Rep&uacute;blica de Angola<\/strong>, na pessoa do Ministro de Estado e Chefe da Casa Civil, em clima de cortesia e cordialidade. Agradeceu a nossa presen&ccedil;a e o trabalho da Igreja em Angola, manifestando o acompanhamento e o conhecimento que o Governo de Angola tem da realidade da Igreja neste pa&iacute;s e nos outros pa&iacute;ses lus&oacute;fonos. Tivemos tamb&eacute;m a oportunidade de apresentar a realidade de cada Igreja lus&oacute;fona, salientando o desejo de que se fomente e concretize a coopera&ccedil;&atilde;o em diversos campos de a&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t7. Na avalia&ccedil;&atilde;o dos 11 encontros desde 1996, achamos que os Encontros de Bispos dos Pa&iacute;ses Lus&oacute;fonos s&atilde;o &uacute;teis e se devem continuar a realizar, como ocasi&atilde;o muito oportuna para &nbsp;conhecimento, aproxima&ccedil;&atilde;o e coopera&ccedil;&atilde;o entre as Igrejas lus&oacute;fonas. Nesse sentido, aprov&aacute;mos um <strong>regulamento interno<\/strong> em vista de uma melhor organiza&ccedil;&atilde;o destes encontros e da sua concretiza&ccedil;&atilde;o junto das v&aacute;rias Igrejas lus&oacute;fonas.<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t8. O <strong>XII Encontro de Bispos dos Pa&iacute;ses Lus&oacute;fonos<\/strong> vai decorrer em Aparecida, Brasil, de 23 a 28 de julho de 2016.<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t9. Os &uacute;ltimos dias do nosso Encontro decorreram em Benguela, onde particip&aacute;mos com grande alegria no jubileu de <strong>50 anos de sacerd&oacute;cio de D. &Oacute;scar Braga<\/strong>, que foi Bispo de Benguela de 1975 a 2008, a&iacute; fomentando as essenciais dimens&otilde;es eucar&iacute;stica, mariana e mission&aacute;ria. Nesta diocese e em quase todo o pa&iacute;s angolano, criou e promoveu relevantes projetos pastorais junto das crian&ccedil;as e dos jovens, dos casais e das fam&iacute;lias, das mulheres e dos idosos, e cuidou de modo especial e com todo o carinho das voca&ccedil;&otilde;es sacerdotais, religiosas e laicais. Invocamos as maiores b&ecirc;n&ccedil;&atilde;os de Deus para D. &Oacute;scar, em comunh&atilde;o de a&ccedil;&atilde;o de gra&ccedil;as pela sua vida de Pastor t&atilde;o dedicado ao povo e &agrave; Igreja em Benguela e em Angola.<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p> \t10. No encerramento dos nossos trabalhos, queremos exprimir a nossa <strong>profunda gratid&atilde;o<\/strong>, na pessoa de D. Gabriel Mbilingi, Presidente da CEAST, pelo acolhimento t&atilde;o amistoso e fraterno que a Igreja de Angola teve para connosco.<\/p>\n<p> \t&nbsp;<\/p>\n<p align=\"right\"> \t<em>Proclamado em Benguela a 27 de julho de 2014<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Comunicado final do XI Encontro de Bispos dos Pa&iacute;ses Lus&oacute;fonos (Luanda, 21-27 de julho de 2014) 1. 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