{"id":68264,"date":"2014-07-25T13:26:00","date_gmt":"2014-07-25T13:26:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2014\/07\/25\/a-fecundidade-da-terra-esta-nas-pessoas\/"},"modified":"2014-07-25T13:26:00","modified_gmt":"2014-07-25T13:26:00","slug":"a-fecundidade-da-terra-esta-nas-pessoas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/a-fecundidade-da-terra-esta-nas-pessoas\/","title":{"rendered":"A fecundidade da terra est\u00e1 nas pessoas"},"content":{"rendered":"<p>Paulo Rocha <!--more--> <\/p>\n<p> \tF&eacute;rias, praia, regresso de emigrantes, encontros a gerar imagens que n&atilde;o se esquecem; a criar momentos que passam para molduras exibidas na mem&oacute;ria principal muitas fam&iacute;lias, grupos ou comunidades. Entre quem sai e quem fica, estes instantes acontecem ap&oacute;s a aus&ecirc;ncia de um rosto, ao longo de um ou mais anos e em epis&oacute;dios n&atilde;o poucas vezes aned&oacute;ticos pela linguagem hibrida, mesti&ccedil;agem de tradi&ccedil;&otilde;es e culturas ou a mistura de h&aacute;bitos do quotidiano das origens com os de destino.<\/p>\n<p> \tProcurar um local de f&eacute;rias, voltar ao seio da natalidade, descobrir tesouros em paisagens milenares e tentar perceber o que de melhor preenche o horizonte &eacute; um exerc&iacute;cio sempre desafiante e poss&iacute;vel de repetir vezes sem fim. At&eacute; para descobrir riquezas, produtos naturais que d&atilde;o valor a uma por&ccedil;&atilde;o de terra e que mostram a sua fecundidade, a sua capacidade de dar fruto para quem a habita e para quem por ela passa.<\/p>\n<p> \tVisitar lugares de encontro habitual ou chegar &agrave; novidade de uma latitude n&atilde;o pode oferecer s&oacute; a possibilidade de admirar o que os olhos contemplam e &eacute; dado pela natureza. Tem de ir al&eacute;m do que nasce, cresce, morre e volta a crescer pela for&ccedil;a da terra, pelo sol que desponta e a chuva que densifica. Milagre da M&atilde;e Natureza que a f&iacute;sica, a qu&iacute;mica ou as ci&ecirc;ncias biol&oacute;gicas nunca alcan&ccedil;am plenamente e que mostram a for&ccedil;a da Terra.<\/p>\n<p> \tMas n&atilde;o podem ficar por a&iacute; os olhares descansados dos dias de ver&atilde;o. Porque n&atilde;o &eacute; na terra que se encontra o que de melhor dela sai, mas nas pessoas que a habitam. Encontrar outras culturas ou o regressar ao ambiente natal, olhar o desconhecido ou percorrer espa&ccedil;os que viram crescer pessoas e fam&iacute;lias &eacute; oportunidade para o espanto diante do que cada um tem de melhor, porque mais aut&ecirc;ntico. Experi&ecirc;ncia destes dias como do encontro entre o azeite e a &aacute;gua!<\/p>\n<p> \tH&aacute; encontros com a energia de uma por&ccedil;&atilde;o de terra, de uma comunidade ou um Pa&iacute;s que n&atilde;o se compreendem apenas com a classifica&ccedil;&atilde;o bot&acirc;nica ou as estat&iacute;sticas de desenvolvimento. &Eacute; necess&aacute;rio estar e ser com outras pessoas. Tanto em encontros ocasionais como nos reencontros entre companheiros de outros tempos.<\/p>\n<p> \tAs mem&oacute;rias podem exploram &ndash; apenas &#8211; o que de melhor cada um tem e foi capaz de colocar ao servi&ccedil;o de todos. (Pena &eacute; que nem sempre as pessoas assim sejam!)<\/p>\n<p> \tEm f&eacute;rias, praia ou no encontro com quem regressa da emigra&ccedil;&atilde;o, fa&ccedil;a-se a exibi&ccedil;&atilde;o de tudo o que se construiu, mostrem-se percursos de vida, os frutos de uma gera&ccedil;&atilde;o ou um ano de trabalho qual festa das colheitas, um verdadeiro &ldquo;S&atilde;o Miguel&rdquo; antecipado&hellip; Porque a fecundidade da terra est&aacute; nas pessoas!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Paulo Rocha<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[7],"tags":[267],"class_list":["post-68264","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-editorial","tag-natal"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/68264","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=68264"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/68264\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=68264"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=68264"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=68264"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}