{"id":68139,"date":"2014-07-15T18:31:00","date_gmt":"2014-07-15T18:31:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2014\/07\/15\/natalidade-taxa-de-fecundidade-desejada-seria-suficiente-para-repor-saldo-demografico\/"},"modified":"2014-07-15T18:31:00","modified_gmt":"2014-07-15T18:31:00","slug":"natalidade-taxa-de-fecundidade-desejada-seria-suficiente-para-repor-saldo-demografico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/natalidade-taxa-de-fecundidade-desejada-seria-suficiente-para-repor-saldo-demografico\/","title":{"rendered":"Natalidade: Taxa de fecundidade desejada seria suficiente para \u00abrepor saldo demogr\u00e1fico\u00bb"},"content":{"rendered":"<p>Propostas da comiss\u00e3o de trabalho em an\u00e1lise <!--more--> <\/p>\n<p> \tPorto, 15 jul 2014 (Ecclesia) &ndash; O coordenador da comiss&atilde;o independente de trabalho para a &aacute;rea da Natalidade diz que as propostas apresentadas esta tarde no Porto visam simplesmente &ldquo;dar a possibilidade aos casais de terem os filhos que querem&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Todos os estudos demonstram que o n&iacute;vel da fecundidade desejada &eacute; bastante superior &agrave; realizada, e que as pessoas advogam um conjunto de dificuldades para terem os filhos que desejam ter&rdquo;, sublinhou o professor Joaquim Azevedo, em declara&ccedil;&otilde;es concedidas hoje &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA.<\/p>\n<p> \tEntre os principais obst&aacute;culos mencionados recentemente num inqu&eacute;rito do Instituto Nacional de Estat&iacute;stica e da Funda&ccedil;&atilde;o Francisco Manuel dos Santos est&atilde;o pontos como a &ldquo;perda de rendimentos&rdquo; e a dificuldade em conciliar &ldquo;o trabalho com a fam&iacute;lia&rdquo;.<\/p>\n<p> \tSe o coeficiente que foi apurado, em termos de &ldquo;fecundidade desejada&rdquo; pelos portugueses, de 2,31 por cento, fosse atingido, s&oacute; isso era &ldquo;suficiente para repor o saldo demogr&aacute;fico&rdquo;, salientou Joaquim Azevedo.<\/p>\n<p> \tO caminho a seguir &eacute; por isso reduzir esses obst&aacute;culos, mais do que &ldquo;interferir nas op&ccedil;&otilde;es das pessoas&rdquo; ou recorrer simplesmente a uma &ldquo;pol&iacute;tica natalista&rdquo;.<\/p>\n<p> \tDepois da apresenta&ccedil;&atilde;o do relat&oacute;rio, a expetativa &eacute; que pelo menos nas pr&oacute;ximas cinco legislaturas &ldquo;haja uma pol&iacute;tica integrada, persistente, consistente, capaz de vir a repor os n&iacute;veis demogr&aacute;ficos adequados&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;O processo ser&aacute; sempre lento mas entendemos que &eacute; poss&iacute;vel e aqui &eacute; necess&aacute;rio haver um compromisso entre os atores sociais e pol&iacute;ticos para que isso possa acontecer&rdquo;, salienta Joaquim Azevedo.<\/p>\n<p> \tIntitulado &ldquo;Por um Portugal amigo das crian&ccedil;as, das fam&iacute;lias e da natalidade&rdquo;, o relat&oacute;rio da comiss&atilde;o de trabalho independente criada em abril de 2014 deixa cerca de 30 medidas para contrariar o &ldquo;flagelo&rdquo; da redu&ccedil;&atilde;o demogr&aacute;fica no pa&iacute;s.<\/p>\n<p> \tEntre elas est&atilde;o propostas como a &ldquo;redu&ccedil;&atilde;o de 1,5 por cento na taxa de IRS&rdquo; para fam&iacute;lias que tenham &ldquo;o primeiro filho&rdquo; e &ldquo;de dois 2 por cento para o segundo filho e seguintes, relativo a cada escal&atilde;o&rdquo;.<\/p>\n<p> \tA comiss&atilde;o sugere tamb&eacute;m altera&ccedil;&otilde;es por exemplo nas &aacute;reas da educa&ccedil;&atilde;o, da sa&uacute;de, dos transportes e da habita&ccedil;&atilde;o, que tenham em conta a realidade das fam&iacute;lias mais numerosas.<\/p>\n<p> \tPara o presidente da Associa&ccedil;&atilde;o Portuguesa das Fam&iacute;lias Numerosas ainda &eacute; cedo para tirar ila&ccedil;&otilde;es acerca destas medidas.<\/p>\n<p> \tNo entanto, Lu&iacute;s Cabral aplaude o facto das &ldquo;entidades oficiais, os partidos pol&iacute;ticos, estarem finalmente a interessarem-se por esta &aacute;rea e a buscarem consensos&rdquo;.<\/p>\n<p> \t&ldquo;A esperan&ccedil;a que temos &eacute; que efetivamente se comece a dar mais aten&ccedil;&atilde;o &agrave;s fam&iacute;lias com mais filhos, porque propostas para existirem mais filhos haver&aacute; muitas em teoria, agora depois &eacute; preciso ver se resultam ou n&atilde;o&rdquo;, salienta aquele respons&aacute;vel.<\/p>\n<p> \tO presidente da ANFN frisa ainda que as fam&iacute;lias numerosas &ldquo;n&atilde;o querem benef&iacute;cios especiais&rdquo;, apenas pedem para &ldquo;n&atilde;o serem penalizadas pelo facto de terem mais filhos&rdquo;.<\/p>\n<p> \t<em>JCP<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Propostas da comiss\u00e3o de trabalho em an\u00e1lise<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[3],"tags":[187,267],"class_list":["post-68139","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-nacional","tag-diocese-do-porto","tag-natal"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/68139","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=68139"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/68139\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=68139"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=68139"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=68139"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}