{"id":67892,"date":"2014-07-01T12:53:00","date_gmt":"2014-07-01T12:53:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2014\/07\/01\/beja-10-o-festival-terras-sem-sombra-foi-marco-de-qualidade\/"},"modified":"2014-07-01T12:53:00","modified_gmt":"2014-07-01T12:53:00","slug":"beja-10-o-festival-terras-sem-sombra-foi-marco-de-qualidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/beja-10-o-festival-terras-sem-sombra-foi-marco-de-qualidade\/","title":{"rendered":"Beja: 10.\u00ba Festival \u00abTerras Sem Sombra\u00bb foi marco de \u00abqualidade\u00bb"},"content":{"rendered":"<p>Organiza\u00e7\u00e3o, artistas e parceiros locais sublinham import\u00e2ncia do certame para a dinamiza\u00e7\u00e3o do interior alentejano <!--more--> <\/p>\n<p> \tBeja, 01 jul 2014 (Ecclesia) &ndash; O professor Jos&eacute; Ant&oacute;nio Falc&atilde;o, principal impulsionador do Festival Terras Sem Sombra, considera que a 10.&ordf; edi&ccedil;&atilde;o do certame, que terminou no &uacute;ltimo domingo em Moura, foi um marco na &ldquo;qualidade&rdquo; e &ldquo;maturidade&rdquo; do projeto.<\/p>\n<p> \tEm declara&ccedil;&otilde;es &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA, o diretor do Departamento do Patrim&oacute;nio Hist&oacute;rico e Art&iacute;stico da Diocese de Beja, membro da comiss&atilde;o organizadora do festival, destaca a forma como o programa deste ano conseguiu refor&ccedil;ar a liga&ccedil;&atilde;o entre a m&uacute;sica cl&aacute;ssica, &ldquo;o grande fio condutor&rdquo;, e as &aacute;reas do patrim&oacute;nio e da biodiversidade.<\/p>\n<p> \tO cartaz de 2014, que conjugou int&eacute;rpretes nacionais e internacionais com a participa&ccedil;&atilde;o de companhias de renome, como o Teatro Nacional de S&atilde;o Carlos e a Orquestra Gulbenkian, permitiu &ldquo;mostrar&rdquo; &agrave;s comunidades alentejanas &ldquo;o que h&aacute; de mais interessante&rdquo; atualmente no panorama &ldquo;art&iacute;stico&rdquo;.<\/p>\n<p> \tPor outro lado, o facto de o certame apostar nas igrejas locais para a realiza&ccedil;&atilde;o dos concertos, &eacute; tamb&eacute;m um contributo essencial para a divulga&ccedil;&atilde;o do &ldquo;patrim&oacute;nio hist&oacute;rico&rdquo; da regi&atilde;o, real&ccedil;a Jos&eacute; Ant&oacute;nio Falc&atilde;o.<\/p>\n<p> \tAo longo dos &uacute;ltimos 10 anos, a componente da biodiversidade foi tamb&eacute;m ganhando peso no cartaz do festival, com a promo&ccedil;&atilde;o de iniciativas tendentes &agrave; sensibiliza&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico e dos artistas para a import&acirc;ncia de preservar as riquezas naturais do Alentejo.<\/p>\n<p> \tAtrav&eacute;s de cada um destes pontos, &eacute; poss&iacute;vel fazer tamb&eacute;m a &ldquo;ponte&rdquo; para outras &aacute;reas de relevo no territ&oacute;rio, como a &ldquo;gastronomia&rdquo; e chegar &ldquo;&agrave; pr&oacute;pria viv&ecirc;ncia&rdquo;, &agrave;s tradi&ccedil;&otilde;es espec&iacute;ficas de cada comunidade&rdquo;, refere o especialista em Hist&oacute;ria de Arte.<\/p>\n<p> \tOlhando para o futuro, Jos&eacute; Ant&oacute;nio Falc&atilde;o sublinha a necessidade do &ldquo;Terras Sem Sombra&rdquo; trilhar o seu caminho &ldquo;sem ter que recorrer sistematicamente ao er&aacute;rio p&uacute;blico&rdquo; mas continuando a apoiar-se &ldquo;na sociedade civil&rdquo; que, desde a primeira hora, tem contribu&iacute;do para a sua realiza&ccedil;&atilde;o e desenvolvimento.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Tem sido poss&iacute;vel, no que diz respeito &agrave; requalifica&ccedil;&atilde;o dos monumentos, da cria&ccedil;&atilde;o de rotas e itiner&aacute;rios culturais, contar com um apoio importante, sobretudo de fundos comunit&aacute;rios, mas a sustentabilidade tem estado a ser garantida pela nossa comunidade, &eacute; o pr&oacute;prio Alentejo que tem encontrar os recursos, as energias e as disponibilidades para necess&aacute;rias que isto possa continuar&rdquo;, frisa aquele respons&aacute;vel.<\/p>\n<p> \tA vereadora do pelouro da Cultura da C&acirc;mara Municipal de Moura, entidade anfitri&atilde; do &uacute;ltimo concerto do festival deste ano, considera o projeto fundamental para a preserva&ccedil;&atilde;o de um interior portugu&ecirc;s por vezes esquecido.<\/p>\n<p> \tUma aposta que tem sido tamb&eacute;m perfilhada pela autarquia, por exemplo &ldquo;na recupera&ccedil;&atilde;o de edif&iacute;cios hist&oacute;ricos, de edif&iacute;cios que marcaram a sua presen&ccedil;a em Moura, que s&atilde;o sentidos pelas suas gentes&rdquo;, adianta Maria do C&eacute;u Rato.<\/p>\n<p> \tFilipe Sousa, t&eacute;cnico da associa&ccedil;&atilde;o para o desenvolvimento do Concelho de Moura, diz que iniciativas como o &ldquo;<a href=\"http:\/\/festivalterrassemsombra.org\/pt\" target=\"_blank\">Terras Sem Sombra<\/a>&rdquo; s&atilde;o aut&ecirc;ntico &ldquo;marketing territorial&rdquo; e ajudam a &ldquo;trazer mais pessoas&rdquo; para as regi&otilde;es do interior, contribuindo assim &ldquo;para a fixa&ccedil;&atilde;o&rdquo; das popula&ccedil;&otilde;es no territ&oacute;rio e para o suporte da &ldquo;economia local&rdquo;.<\/p>\n<p> \tPara Ester Filipa, membro da Orquestra Gulbenkian, &ldquo;&eacute; pena que n&atilde;o aconte&ccedil;am mais encontros deste tipo&rdquo;, que permitem &ldquo;levar a m&uacute;sica cl&aacute;ssica&rdquo; at&eacute; &agrave;s &ldquo;prov&iacute;ncias&rdquo; alentejanas.<\/p>\n<p> \t&ldquo;Antigamente aconteciam muitos mais, nos meus primeiros anos na Orquestra Gulbenkian tenho mem&oacute;rias de ir para a Serra da Estrela, encontrar pessoas que ficavam maravilhadas com instrumentos que nunca tinham ouvido&rdquo;, recorda a artista.<\/p>\n<p> \t<em>HM\/JCP<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Organiza\u00e7\u00e3o, artistas e parceiros locais sublinham import\u00e2ncia do certame para a dinamiza\u00e7\u00e3o do interior 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