{"id":66227,"date":"2014-06-14T15:09:00","date_gmt":"2014-06-14T15:09:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2014\/06\/14\/dia-mundial-das-missoes-4\/"},"modified":"2014-06-14T15:09:00","modified_gmt":"2014-06-14T15:09:00","slug":"dia-mundial-das-missoes-4","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/dia-mundial-das-missoes-4\/","title":{"rendered":"Dia Mundial das Miss\u00f5es"},"content":{"rendered":"<p>Mensagem do Papa Francisco <!--more--> <\/p>\n<p> \t<em>Queridos irm&atilde;os e irm&atilde;s!<\/em><\/p>\n<p> \tAinda hoje h&aacute; tanta gente que n&atilde;o conhece Jesus Cristo. Por isso, continua a revestir-se de grande urg&ecirc;ncia a miss&atilde;o&nbsp;<em>ad gentes<\/em>, na qual s&atilde;o chamados a participar todos os membros da Igreja, pois esta &eacute;, por sua natureza, mission&aacute;ria: a Igreja nasceu &laquo;em sa&iacute;da&raquo;. O Dia Mundial das Miss&otilde;es &eacute; um momento privilegiado para os fi&eacute;is dos v&aacute;rios Continentes se empenharem, com a ora&ccedil;&atilde;o e gestos concretos de solidariedade, no apoio &agrave;s Igrejas jovens dos territ&oacute;rios de miss&atilde;o. Trata-se de uma ocorr&ecirc;ncia permeada de gra&ccedil;a e alegria: de gra&ccedil;a, porque o Esp&iacute;rito Santo, enviado pelo Pai, d&aacute; sabedoria e fortaleza a quantos s&atilde;o d&oacute;ceis &agrave; sua ac&ccedil;&atilde;o; de alegria, porque Jesus Cristo, Filho do Pai, enviado a evangelizar o mundo, sustenta e acompanha a nossa obra mission&aacute;ria. E, justamente sobre a alegria de Jesus e dos disc&iacute;pulos mission&aacute;rios, quero propor um &iacute;cone b&iacute;blico que encontramos no Evangelho de Lucas (cf. 10, 21-23).<\/p>\n<p> \t1. Narra o evangelista que o Senhor enviou, dois a dois, os setenta e dois disc&iacute;pulos a anunciar, nas cidades e aldeias, que o Reino de Deus estava pr&oacute;ximo, preparando assim as pessoas para o encontro com Jesus. Cumprida esta miss&atilde;o de an&uacute;ncio, os disc&iacute;pulos regressaram cheios de alegria: a alegria &eacute; um tra&ccedil;o dominante desta primeira e inesquec&iacute;vel experi&ecirc;ncia mission&aacute;ria. O Mestre divino disse-lhes: &laquo;N&atilde;o vos alegreis, porque os esp&iacute;ritos vos obedecem; alegrai-vos, antes, por estarem os vossos nomes escritos no C&eacute;u. Nesse mesmo instante, Jesus estremeceu de alegria sob a ac&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito Santo e disse: &ldquo;Bendigo-te, &oacute; Pai (&hellip;)&rdquo;. Voltando-se, depois, para os disc&iacute;pulos, disse-lhes em particular: &ldquo;Felizes os olhos que v&ecirc;em o que estais a ver&rdquo;&raquo; (<em>Lc<\/em>&nbsp;10, 20-21.23).<\/p>\n<p> \tAs cenas apresentadas por Lucas s&atilde;o tr&ecirc;s: primeiro, Jesus falou aos disc&iacute;pulos, depois dirigiu-Se ao Pai, para voltar de novo a falar com eles. Jesus quer tornar os disc&iacute;pulos participantes da sua alegria, que era diferente e superior &agrave;quela que tinham acabado de experimentar.<\/p>\n<p> \t2. Os disc&iacute;pulos estavam&nbsp;<em>cheios de alegria<\/em>, entusiasmados com o poder de libertar as pessoas dos dem&oacute;nios. Jesus, por&eacute;m, recomendou-lhes que n&atilde;o se alegrassem tanto pelo poder recebido, como sobretudo pelo amor alcan&ccedil;ado, ou seja, &laquo;por estarem os vossos nomes escritos no C&eacute;u&raquo; (<em>Lc<\/em>&nbsp;10, 20). Com efeito, fora-lhes concedida a experi&ecirc;ncia do amor de Deus e tamb&eacute;m a possibilidade de o partilhar. E esta experi&ecirc;ncia dos disc&iacute;pulos &eacute; motivo de jubilosa gratid&atilde;o para o cora&ccedil;&atilde;o de Jesus. Lucas viu este j&uacute;bilo numa perspectiva de comunh&atilde;o trinit&aacute;ria: &laquo;Jesus estremeceu de alegria sob a ac&ccedil;&atilde;o do Esp&iacute;rito Santo&raquo;, dirigindo-Se ao Pai e bendizendo-O. Este momento de &iacute;ntimo j&uacute;bilo brota do amor profundo que Jesus sente como Filho por seu Pai, Senhor do C&eacute;u e da Terra, que escondeu estas coisas aos s&aacute;bios e aos inteligentes e as revelou aos pequeninos (cf.&nbsp;<em>Lc<\/em>&nbsp;10, 21). Deus escondeu e revelou, mas, nesta ora&ccedil;&atilde;o de louvor, &eacute; sobretudo a revela&ccedil;&atilde;o que se p&otilde;e em realce. Que foi que Deus revelou e escondeu? Os mist&eacute;rios do seu Reino, a consolida&ccedil;&atilde;o da soberania divina de Jesus e a vit&oacute;ria sobre satan&aacute;s.<\/p>\n<p> \tDeus escondeu tudo isto &agrave;queles que se sentem demasiado cheios de si e pretendem saber j&aacute; tudo. De certo modo, est&atilde;o cegos pela pr&oacute;pria presun&ccedil;&atilde;o e n&atilde;o deixam espa&ccedil;o a Deus. Pode-se facilmente pensar em alguns contempor&acirc;neos de Jesus que Ele v&aacute;rias vezes advertiu, mas trata-se de um perigo que perdura sempre e tem a ver connosco tamb&eacute;m. Ao passo que os &laquo;pequeninos&raquo; s&atilde;o os humildes, os simples, os pobres, os marginalizados, os que n&atilde;o t&ecirc;m voz, os cansados e oprimidos, que Jesus declarou &laquo;felizes&raquo;. Pode-se facilmente pensar em Maria, em Jos&eacute;, nos pescadores da Galileia e nos disc&iacute;pulos chamados ao longo da estrada durante a sua prega&ccedil;&atilde;o.<\/p>\n<p> \t3. &laquo;Sim, Pai, porque assim foi do teu agrado&raquo; (<em>Lc<\/em>&nbsp;10, 21). Esta frase de Jesus deve ser entendida como referida &agrave;&nbsp;<em>sua exulta&ccedil;&atilde;o interior<\/em>, querendo &laquo;o teu agrado&raquo; significar o plano salv&iacute;fico e benevolente do Pai para com os homens. No contexto desta bondade divina, Jesus exultou, porque o Pai decidiu amar os homens com o mesmo amor que tem pelo Filho. Al&eacute;m disso, Lucas faz-nos pensar numa exulta&ccedil;&atilde;o id&ecirc;ntica: a de Maria. &laquo;A minha alma glorifica o Senhor e o meu esp&iacute;rito se alegra em Deus, meu Salvador&raquo; (<em>Lc<\/em>&nbsp;1, 46-47). Estamos perante a boa Not&iacute;cia que conduz &agrave; salva&ccedil;&atilde;o. Levando no seu ventre Jesus, o Evangelizador por excel&ecirc;ncia, Maria encontrou Isabel e exultou de alegria no Esp&iacute;rito Santo, cantando o&nbsp;<em>Magnificat<\/em>. Jesus, ao ver o bom &ecirc;xito da miss&atilde;o dos seus disc&iacute;pulos e, consequentemente, a sua alegria, exultou no Esp&iacute;rito Santo e dirigiu-Se a seu Pai em ora&ccedil;&atilde;o. Em ambos os casos, trata-se de uma alegria pela salva&ccedil;&atilde;o em acto, porque o amor com que o Pai ama o Filho chega at&eacute; n&oacute;s e, por obra do Esp&iacute;rito Santo, envolve-nos e faz-nos entrar na vida trinit&aacute;ria.<\/p>\n<p> \tO Pai &eacute; a fonte da alegria. O Filho &eacute; a sua manifesta&ccedil;&atilde;o, e o Esp&iacute;rito Santo o animador. Imediatamente depois de ter louvado o Pai &ndash; como diz o evangelista Mateus &ndash; Jesus convida-nos: &laquo;Vinde a Mim, todos os que estais cansados e oprimidos, que Eu hei-de aliviar-vos. Tomai sobre v&oacute;s o meu jugo e aprendei de Mim, porque sou manso e humilde de cora&ccedil;&atilde;o e encontrareis descanso para o vosso esp&iacute;rito. Pois o meu jugo &eacute; suave e o meu fardo &eacute; leve&raquo; (<em>Mt<\/em>&nbsp;11, 28-30). &laquo;A alegria do Evangelho&nbsp;enche o cora&ccedil;&atilde;o e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Quantos se deixam salvar por Ele s&atilde;o libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria&raquo; (Exort. ap.&nbsp;<em><a href=\"http:\/\/w2.vatican.va\/content\/francesco\/pt\/apost_exhortations\/documents\/papa-francesco_esortazione-ap_20131124_evangelii-gaudium.html\">Evangelii gaudium<\/a><\/em>, 1).<\/p>\n<p> \tDe tal encontro com Jesus, a Virgem Maria teve uma experi&ecirc;ncia totalmente singular e tornou-se &laquo;<em>causa nostrae laetitiae<\/em>&raquo;. Os disc&iacute;pulos, por sua vez, receberam a chamada para estar com Jesus e ser enviados por Ele a evangelizar (cf.&nbsp;<em>Mc<\/em>&nbsp;3, 14), e, feito isso, sentem-se repletos de alegria. Porque n&atilde;o entramos tamb&eacute;m n&oacute;s nesta torrente de alegria?<\/p>\n<p> \t4. &laquo;O grande risco do mundo actual, com a sua m&uacute;ltipla e avassaladora oferta de consumo, &eacute; uma tristeza individualista que brota do cora&ccedil;&atilde;o comodista e mesquinho, da busca desordenada de prazeres superficiais, da consci&ecirc;ncia isolada&raquo; (Exort. ap.&nbsp;<em><a href=\"http:\/\/w2.vatican.va\/content\/francesco\/pt\/apost_exhortations\/documents\/papa-francesco_esortazione-ap_20131124_evangelii-gaudium.html\">Evangelii gaudium<\/a><\/em>, 2). Por isso, a humanidade tem grande necessidade de dessedentar-se na salva&ccedil;&atilde;o trazida por Cristo. Os disc&iacute;pulos s&atilde;o aqueles que se deixam conquistar mais e mais pelo amor de Jesus e marcar pelo fogo da paix&atilde;o pelo Reino de Deus, para serem portadores da alegria do Evangelho. Todos os disc&iacute;pulos do Senhor s&atilde;o chamados a alimentar a alegria da evangeliza&ccedil;&atilde;o. Os bispos, como primeiros respons&aacute;veis do an&uacute;ncio, t&ecirc;m o dever de incentivar a unidade da Igreja local &agrave; volta do compromisso mission&aacute;rio, tendo em conta que a alegria de comunicar Jesus Cristo se exprime tanto na preocupa&ccedil;&atilde;o de O anunciar nos lugares mais remotos como na sa&iacute;da constante para as periferias de seu pr&oacute;prio territ&oacute;rio, onde h&aacute; mais gente pobre &agrave; espera.<\/p>\n<p> \tEm muitas regi&otilde;es, escasseiam as voca&ccedil;&otilde;es ao sacerd&oacute;cio e &agrave; vida consagrada. Com frequ&ecirc;ncia, isso fica-se a dever &agrave; falta de um fervor apost&oacute;lico contagioso nas comunidades, o que faz com as mesmas sejam pobres de entusiasmo e n&atilde;o suscitem fasc&iacute;nio. A alegria do Evangelho brota do encontro com Cristo e da partilha com os pobres. Por isso, encorajo as comunidades paroquiais, as associa&ccedil;&otilde;es e os grupos a viverem uma intensa vida fraterna, fundada no amor a Jesus e atenta &agrave;s necessidades dos mais carecidos. Onde h&aacute; alegria, fervor, &acirc;nsia de levar Cristo aos outros, surgem voca&ccedil;&otilde;es genu&iacute;nas, nomeadamente as voca&ccedil;&otilde;es laicais &agrave; miss&atilde;o. Na realidade,&nbsp; aumentou a consci&ecirc;ncia da identidade e miss&atilde;o dos fi&eacute;is leigos na Igreja, bem como a no&ccedil;&atilde;o de que eles s&atilde;o chamados a assumir um papel cada vez mais relevante na difus&atilde;o do Evangelho. Por isso, &eacute; importante uma adequada forma&ccedil;&atilde;o deles, tendo em vista uma ac&ccedil;&atilde;o apost&oacute;lica eficaz.<\/p>\n<p> \t5. &laquo;Deus ama quem d&aacute; com alegria&raquo; (<em>2 Cor<\/em>&nbsp;9, 7). O Dia Mundial das Miss&otilde;es &eacute; tamb&eacute;m um momento prop&iacute;cio para reavivar o desejo e o dever moral de participar jubilosamente na miss&atilde;o&nbsp;<em>ad gentes<\/em>. A contribui&ccedil;&atilde;o monet&aacute;ria pessoal &eacute; sinal de uma obla&ccedil;&atilde;o de si mesmo, primeiramente ao Senhor e depois aos irm&atilde;os, para que a pr&oacute;pria oferta material se torne instrumento de evangeliza&ccedil;&atilde;o de uma humanidade edificada no amor.<\/p>\n<p> \tQueridos irm&atilde;os e irm&atilde;s, neste Dia Mundial das Miss&otilde;es, dirijo o meu pensamento a todas as Igrejas locais: N&atilde;o nos deixemos roubar a alegria da evangeliza&ccedil;&atilde;o! Convido-vos a mergulhar na alegria do Evangelho e a alimentar um amor capaz de iluminar a vossa voca&ccedil;&atilde;o e miss&atilde;o. Exorto-vos a recordar, numa esp&eacute;cie de peregrina&ccedil;&atilde;o interior, aquele &laquo;primeiro amor&raquo; com que o Senhor Jesus Cristo incendiou o cora&ccedil;&atilde;o de cada um; record&aacute;-lo, n&atilde;o por um sentimento de nostalgia, mas para perseverar na alegria. O disc&iacute;pulo do Senhor persevera na alegria, quando est&aacute; com Ele, quando faz a sua vontade, quando partilha a f&eacute;, a esperan&ccedil;a e a caridade evang&eacute;lica.<\/p>\n<p> \tA Maria, modelo de uma evangeliza&ccedil;&atilde;o humilde e jubilosa, elevemos a nossa ora&ccedil;&atilde;o, para que a Igreja se torne uma casa para muitos, uma m&atilde;e para todos os povos e possibilite o nascimento de um mundo novo.<\/p>\n<p> \t<em>Vaticano, 8 de Junho &ndash; Solenidade de Pentecostes &ndash; de 2014.<\/em><\/p>\n<p align=\"center\"> \t<strong>FRANCISCO<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Mensagem do Papa Francisco<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[261,274,314,326],"class_list":["post-66227","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-missoes","tag-papa-francisco","tag-solidariedade","tag-vida-consagrada"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66227","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=66227"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/66227\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=66227"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=66227"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=66227"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}