{"id":65924,"date":"2014-05-16T17:32:42","date_gmt":"2014-05-16T17:32:42","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2014\/05\/16\/acores-diocese-de-angra-debateu-futuro-da-familia\/"},"modified":"2014-05-16T17:32:42","modified_gmt":"2014-05-16T17:32:42","slug":"acores-diocese-de-angra-debateu-futuro-da-familia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/acores-diocese-de-angra-debateu-futuro-da-familia\/","title":{"rendered":"A\u00e7ores: Diocese de Angra debateu futuro da fam\u00edlia"},"content":{"rendered":"<p>Crise econ\u00f3mica, baixa natalidade e perda da no\u00e7\u00e3o de compromisso s\u00e3o elementos de uma equa\u00e7\u00e3o que amea\u00e7a a c\u00e9lula base da sociedade <!--more--> <\/p>\n<p>Angra do Hero&iacute;smo, A&ccedil;ores, 16 mai 2014 (Ecclesia) &ndash; O futuro da fam&iacute;lia esteve em debate esta quinta-feira em Ponta Delgada, nos A&ccedil;ores, num col&oacute;quio promovido pela Diocese de Angra que evidenciou a necessidade de mais apoios sociais aos agregados e de pol&iacute;ticas de incentivo &agrave; natalidade.<\/p>\n<p>De acordo com informa&ccedil;&otilde;es avan&ccedil;adas pelo gabinete informativo da Diocese de Angra, o diretor do Servi&ccedil;o da Pastoral da Fam&iacute;lia, padre Jos&eacute; Const&acirc;ncia, apontou que a taxa de novos nascimentos em Portugal &ldquo;&eacute; baixa&rdquo; porque tamb&eacute;m existem fatores &ldquo;materiais&rdquo; que impedem &ldquo;a invers&atilde;o&rdquo; do problema.<\/p>\n<p>No Dia Internacional da Fam&iacute;lia, o sacerdote sublinhou que s&atilde;o necess&aacute;rias alternativas que permitam &agrave;s fam&iacute;lias desempenharem o seu papel &ldquo;na constru&ccedil;&atilde;o de uma cultura de encontro e de partilha que valorize a vida em todas as suas fases&rdquo;&acute;.<\/p>\n<p>Pegando nestas deixas, a eurodeputada Maria Patr&atilde;o Neves, professora universit&aacute;ria e especialista em bio&eacute;tica, lembrou que a crise da fam&iacute;lia n&atilde;o foi potenciada apenas pela recente crise econ&oacute;mica.<\/p>\n<p>Em causa est&aacute; tamb&eacute;m uma cultura onde as &ldquo;prioridades&rdquo; est&atilde;o &ldquo;invertidas&rdquo;, ou seja, onde o casamento e os filhos n&atilde;o fazem parte dos projetos de vida de muitas pessoas.<\/p>\n<p>&ldquo;Hoje o fazer ser da vida humana est&aacute; francamente em causa em todo o mundo ocidental com taxas de natalidade claramente insuficientes para promover a renova&ccedil;&atilde;o de gera&ccedil;&otilde;es&rdquo;, sublinhou Maria Patr&atilde;o Neves.<\/p>\n<p>Atualmente, avan&ccedil;ou a eurodeputada, a taxa de natalidade em Portugal &eacute; de 1,3 filhos por casal quando deveria ser 2,1.<\/p>\n<p>Para aquela respons&aacute;vel, o Governo tem a responsabilidade de definir uma estrat&eacute;gia que estimule mais nascimentos, atrav&eacute;s da concess&atilde;o de &ldquo;isen&ccedil;&otilde;es fiscais&rdquo; para as fam&iacute;lias numerosas ou outras medidas, por exemplo de &ldquo;flexibiliza&ccedil;&atilde;o laboral&rdquo;.<\/p>\n<p>A soci&oacute;loga Piedade Lalanda defendeu que a perda progressiva de protagonismo da fam&iacute;lia, enquanto c&eacute;lula base da sociedade, est&aacute; tamb&eacute;m relacionada com a perda da no&ccedil;&atilde;o de &ldquo;compromisso&rdquo;.<\/p>\n<p>Entre os dados que suportam este ponto na regi&atilde;o dos A&ccedil;ores, est&atilde;o estat&iacute;sticas que apontam para &ldquo;o crescimento do n&uacute;mero de fam&iacute;lias monoparentais, que em 2011 rondava os 15 por cento (acima da m&eacute;dia nacional) &rdquo; e o &ldquo;n&uacute;mero crescente&rdquo; de div&oacute;rcios, sobretudo em &ldquo;casamentos com menos de 10 anos&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;O ponto central desta problem&aacute;tica &eacute; o compromisso e quando ele se rejeita tudo fica muito inst&aacute;vel. O compromisso pressup&otilde;e diretos e deveres e as pessoas t&ecirc;m de os assumir em toda a sua extens&atilde;o. Se n&atilde;o fazem ou n&atilde;o est&atilde;o dispon&iacute;veis para o fazer toda a estrutura abala&rdquo;, conclui.<\/p>\n<p>O col&oacute;quio organizado pela Diocese de Angra est&aacute; inclu&iacute;do no programa da <a href=\"http:\/\/site.leigos.pt\/site25\/index.php\/2014-03-11-02-28-17\/86-semana-da-vida-2014\" target=\"_blank\">Semana<\/a> da Vida nos A&ccedil;ores, que prossegue esta sexta-feira com uma confer&ecirc;ncia intitulada &ldquo;Celebrar a vida&rdquo;, que mobilizar&aacute; todos os servi&ccedil;os da Diocese de Angra que atuam nas &aacute;reas da fam&iacute;lia e da sa&uacute;de.<\/p>\n<p><a href=\"http:\/\/www.diocesedeangra.pt\/noticia_2074\" target=\"_blank\"><em>GIDA<\/em><\/a><em>\/JCP<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Crise econ\u00f3mica, baixa natalidade e perda da no\u00e7\u00e3o de compromisso s\u00e3o elementos de uma equa\u00e7\u00e3o que amea\u00e7a a c\u00e9lula base da 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