{"id":65357,"date":"2014-04-04T11:01:19","date_gmt":"2014-04-04T11:01:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2014\/04\/04\/cinema-indielisboa-regressa\/"},"modified":"2014-04-04T11:01:19","modified_gmt":"2014-04-04T11:01:19","slug":"cinema-indielisboa-regressa","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/cinema-indielisboa-regressa\/","title":{"rendered":"Cinema: Indielisboa regressa"},"content":{"rendered":"<p>Prestes a chegar, o Festival Internacional de Cinema Independente celebra a sua 11&ordf; edi&ccedil;&atilde;o de 24 de Abril a 4 de Maio pr&oacute;ximos. Com a vitalidade a que nos habituou, e passada j&aacute; uma d&eacute;cada sobre o seu nascimento, este &eacute; o ano em que comemora uma das suas mais bem sucedidas sec&ccedil;&otilde;es: o Indiej&uacute;nior. Associando-se a este festejo, no cumprimento de um anseio que vem de longe, o Pr&eacute;mio &Aacute;rvore da Vida contempla tamb&eacute;m os filmes para os mais novos, com j&uacute;ri pr&oacute;prio constitu&iacute;do por quatro alunos do Col&eacute;gio S&atilde;o Jo&atilde;o de Brito, em Lisboa. Estreita-se assim a rela&ccedil;&atilde;o que vem unindo, de h&aacute; cinco anos a esta parte, a Igreja portuguesa e o festival, agora refor&ccedil;ada e renovada com esta aten&ccedil;&atilde;o particular aos criadores do cinema infanto juvenil. O pr&eacute;mio, incentivo &agrave; cria&ccedil;&atilde;o de obras que privilegiem valores humanos e espirituais, no valor de mil euros, &eacute; tamb&eacute;m uma forma de olhar adiante, acompanhando o que de mais recente se faz e, dentro disso, as abordagens que maior interesse despertam na &lsquo;gera&ccedil;&atilde;o do futuro&rsquo; .<\/p>\n<p>O Pr&eacute;mio &Aacute;rvore da Vida, destinado aos criadores portugueses de longas e curtas metragens inclu&iacute;dos na sec&ccedil;&atilde;o Competi&ccedil;&atilde;o Nacional mant&eacute;m-se, selecionando da mesma forma o filme que, entre as quatro longas e as dezassete curtas programadas, se distinga pelos valores refletidos nas suas abordagens. &lsquo;Alentejo, Alentejo&rsquo;, de Sergio Tr&eacute;faut, &lsquo;O Novo Testamento de Jesus Cristo Segundo Jo&atilde;o&rsquo;, de Joaquim Pinto e Nuno Leonel, &lsquo;Revolu&ccedil;&atilde;o Industrial&rsquo; de Tiago Hespanha e Frederico Lobo e &lsquo;Tales of Blindness&rsquo; de Cl&aacute;udia Alves s&atilde;o alguns dos filmes a ver.<\/p>\n<p>Entre as restantes sec&ccedil;&otilde;es previstas, destaque para a Pulsar do Mundo, composta essencialmente por document&aacute;rios que lidam com quest&otilde;es relevantes da atualidade mundial, e que este ano conta com uma obra de In&ecirc;s Mendes Gil, membro do grupo de cinema da Pastoral da Cultura, dos anteriores j&uacute;ris &Aacute;rvore da Vida e presen&ccedil;a ass&iacute;dua no festival. &lsquo;Sangue na Guelra&rsquo;, que resulta duma parceria entre a Universidade Lus&oacute;fona e o Centro Unesco, mostra a realidade complexa de uma escola na Reboleira.<\/p>\n<p>Outra boa novidade &eacute; a da associa&ccedil;&atilde;o, em parceria, do Indie com a Universidade Cat&oacute;lica que este ano disponibiliza uma equipa de filmagem para acompanhar e documentar o decorrer do festival.<\/p>\n<p>Observat&oacute;rio, panorama de obras essenciais do cinema contempor&acirc;neo assinadas por cineastas consagrados e in&eacute;ditas em Portugal, Cinema Emergente &ndash; espa&ccedil;o para novas linguagens do cinema contempor&acirc;neo, para experi&ecirc;ncias narrativas originais e novos talentos e Nov&iacute;ssimos, primeiros passos de jovens cineastas portugueses com modos de olhar e expressar muito diversos, s&atilde;o tr&ecirc;s sec&ccedil;&otilde;es que amplificam significativamente a nossa experi&ecirc;ncia de cinema. Despertando-nos tamb&eacute;m para novas formas de olhar o mundo.<\/p>\n<p>Retomando a retrospetiva que conheceu uma interrup&ccedil;&atilde;o de dois anos, o Indielisboa homenageia este ano a filmografia de Claire Simon. Simon, que iniciou a sua carreira nos anos noventa com document&aacute;rio, progrediu para incurs&otilde;es no cinema de fic&ccedil;&atilde;o, acabando em 2013 por realizar um d&iacute;ptico em que revela a sua extraordin&aacute;ria capacidade de combina&ccedil;&atilde;o dos dois g&eacute;neros: G&eacute;ographie Humaine e Gare du Nord, dois filmes a ter em conta. No primeiro, documental, a realizadora filma o quotidiano da esta&ccedil;&atilde;o parisiense, experi&ecirc;ncia a partir da qual nascem as hist&oacute;rias ficcionadas do segundo filme.<\/p>\n<p>Cheia de energia, a equipa do Indie que inclui os sempre t&atilde;o dedicados volunt&aacute;rios disponibilizar&aacute; a sua agenda, detalhada, a partir de 10 de Abril em <a href=\"http:\/\/www.indielisboa.com\/\">www.indielisboa.com<\/a>.<\/p>\n<p><em>Margarida Ata&iacute;de<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Prestes a chegar, o Festival Internacional de Cinema Independente celebra a sua 11&ordf; edi&ccedil;&atilde;o de 24 de Abril a 4 de Maio pr&oacute;ximos. Com a vitalidade a que nos habituou, e passada j&aacute; uma d&eacute;cada sobre o seu nascimento, este &eacute; o ano em que comemora uma das suas mais bem sucedidas sec&ccedil;&otilde;es: o Indiej&uacute;nior. 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