{"id":6511,"date":"2006-04-03T14:44:19","date_gmt":"2006-04-03T14:44:19","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2006\/04\/03\/e-preciso-defender-a-vida-sempre\/"},"modified":"2006-04-03T14:44:19","modified_gmt":"2006-04-03T14:44:19","slug":"e-preciso-defender-a-vida-sempre","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/e-preciso-defender-a-vida-sempre\/","title":{"rendered":"\u00c9 preciso defender a vida, Sempre"},"content":{"rendered":"<p>Comunicado do Conselho Diocesano de Pastoral, de Aveiro, sobre o aborto <!--more--> 1. O Conselho Diocesano de Pastoral, ao reflectir cuidadosamente sobre as recentes e cont\u00ednuas discuss\u00f5es p\u00fablicas em rela\u00e7\u00e3o ao aborto, considera ser seu dever pronunciar-se acerca das interpela\u00e7\u00f5es que as mesmas v\u00eam levantando \u00e0s comunidades e aos crist\u00e3os.  Neste sentido, todos os membros do Conselho reafirmam a sua convic\u00e7\u00e3o da necessidade premente de lutar para defender a vida, quaisquer que sejam as situa\u00e7\u00f5es e circunst\u00e2ncias em que ela \u00e9 atacada e posta em perigo. 2. Verifica o Conselho que a discuss\u00e3o em curso e na pra\u00e7a p\u00fablica est\u00e1 profundamente marcada por contradi\u00e7\u00f5es, que \u00e9 urgente denunciar e clarificar, acordando nos pontos seguintes: &#8211; \u00e9 necess\u00e1rio co-responsabilizar o homem-pai, pois que continua a ser praticamente silenciado numa quest\u00e3o que lhe diz directamente respeito; &#8211; \u00e9 bom e digno de louvor o cuidado de proteger a vida da m\u00e3e. Parece, por\u00e9m, muitas vezes, associar-se, a este cuidado, uma desaten\u00e7\u00e3o para com o vida do filho que se desenvolve no seu seio e necessita da sua protec\u00e7\u00e3o para sobreviver \u00e0s agress\u00f5es do meio que o envolve; &#8211; afirma-se que o aborto \u00e9 um erro e uma m\u00e1 solu\u00e7\u00e3o, mas pretende-se que a sociedade, por via legal, deixe de o considerar assim;  &#8211; diz-se que a mulher que provoca o aborto \u00e9 v\u00edtima da lei e, por isso, a lei deve ser alterada. Se a lei deixa de considerar o aborto como um mal, ent\u00e3o a mulher fica \u00e0 merc\u00ea de todas as arbitrariedades, desprotegida e isolada na sua decis\u00e3o de querer que o filho que traz no seu seio veja a luz do dia. 3. O Conselho afirma e defende que a vida humana, a da m\u00e3e e a do filho, deve ser sempre protegida, sendo inadmiss\u00edvel qualquer lei que deprecie uma vida para proteger outra. Mais se afirma que, pela sua dimens\u00e3o pedag\u00f3gica, as leis, porque visam o bem comum, devem propor, de modo claro, o valor da vida de cada ser humano, acolh\u00ea-la e proteg\u00ea-la em todas as circunst\u00e2ncias. O ser humano merece todo o respeito por si mesmo e n\u00e3o pode ser reduzido \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de meio para que se obtenham outros fins. 4. Assinala-se, com satisfa\u00e7\u00e3o, a exist\u00eancia na Diocese de servi\u00e7os e de institui\u00e7\u00f5es de apoio a gr\u00e1vidas em dificuldade, de acolhimento a mulheres maltratadas, bem como de espa\u00e7os de elucida\u00e7\u00e3o a jovens e a casais novos, em ordem ao est\u00edmulo \u00e0 natalidade consciente.  Sentem, por\u00e9m, os membros do Conselho, que \u00e9 preciso incrementar ainda mais os espa\u00e7os personalizados de acompanhamento e de aconselhamento, de modo a ajudar as m\u00e3es a optar pela vida e nunca contra a vida. Diante da vida emergente, o importante n\u00e3o \u00e9 procurar meios e formas de legitimar a sua destrui\u00e7\u00e3o e anula\u00e7\u00e3o, mas sim de a tornar cada vez mais digna de ser vivida, com \u00eaxito e qualidade.  Aveiro, Junho de 2004    <\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Comunicado do Conselho Diocesano de Pastoral, de Aveiro, sobre o aborto<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"site-sidebar-layout":"default","site-content-layout":"","ast-site-content-layout":"default","site-content-style":"default","site-sidebar-style":"default","ast-global-header-display":"","ast-banner-title-visibility":"","ast-main-header-display":"","ast-hfb-above-header-display":"","ast-hfb-below-header-display":"","ast-hfb-mobile-header-display":"","site-post-title":"","ast-breadcrumbs-content":"","ast-featured-img":"","footer-sml-layout":"","ast-disable-related-posts":"","theme-transparent-header-meta":"","adv-header-id-meta":"","stick-header-meta":"","header-above-stick-meta":"","header-main-stick-meta":"","header-below-stick-meta":"","astra-migrate-meta-layouts":"default","ast-page-background-enabled":"default","ast-page-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-4)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"ast-content-background-meta":{"desktop":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"tablet":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""},"mobile":{"background-color":"var(--ast-global-color-5)","background-image":"","background-repeat":"repeat","background-position":"center center","background-size":"auto","background-attachment":"scroll","background-type":"","background-media":"","overlay-type":"","overlay-color":"","overlay-opacity":"","overlay-gradient":""}},"footnotes":""},"categories":[9],"tags":[93,170,267],"class_list":["post-6511","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-documentos","tag-aborto","tag-diocese-de-aveiro","tag-natal"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6511","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=6511"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/6511\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=6511"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=6511"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=6511"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}