{"id":64199,"date":"2014-01-17T16:24:58","date_gmt":"2014-01-17T16:24:58","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2014\/01\/17\/igreja-local-para-velar-os-mortos-deve-chamar-se-velorio\/"},"modified":"2014-01-17T16:24:58","modified_gmt":"2014-01-17T16:24:58","slug":"igreja-local-para-velar-os-mortos-deve-chamar-se-velorio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/igreja-local-para-velar-os-mortos-deve-chamar-se-velorio\/","title":{"rendered":"Igreja: Local para velar os mortos deve chamar-se \u00abVel\u00f3rio\u00bb"},"content":{"rendered":"<p>D. Jos\u00e9 Cordeiro considera erradas as express\u00f5es capela pascal, da ressurrei\u00e7\u00e3o ou mortu\u00e1ria <!--more--> <\/p>\n<p>Lisboa, 17 jan 2014 (Ecclesia) &ndash; O bispo de Bragan&ccedil;a, D. Jos&eacute; Cordeiro, defende que os locais onde se celebra o ritual das ex&eacute;quias se devem chamar apenas &ldquo;Vel&oacute;rio&rdquo; e n&atilde;o &ldquo;capela pascal, capela da Ressurrei&ccedil;&atilde;o ou pior ainda capela mortu&aacute;ria&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Nos tempos atuais, em muitas freguesias e par&oacute;quias constroem as erradamente chamadas capela pascal, capela da ressurrei&ccedil;&atilde;o ou pior ainda capela mortu&aacute;ria&rdquo;, alerta D. Jos&eacute; Cordeiro em artigo de opini&atilde;o publicado no seman&aacute;rio ECCLESIA desta quinta-feira.<\/p>\n<p>&ldquo;Atendendo &agrave; celebra&ccedil;&atilde;o lit&uacute;rgica das ex&eacute;quias e porque nem todos t&ecirc;m possibilidade de celebrar em&nbsp;casa do defunto &eacute; aceit&aacute;vel que exista um lugar para o vel&oacute;rio e que este se chame mesmo&nbsp;<em>Vel&oacute;rio&rdquo; devendo esse lugar ser entendido como <\/em>&ldquo;uma camara ardente onde se vela com a fam&iacute;lia do defunto, especialmente em ambiente de vig&iacute;lia de ora&ccedil;&atilde;o&nbsp;para os crentes&rdquo;, acrescenta.<\/p>\n<p>&ldquo;Onde for poss&iacute;vel, recomenda-se que este vel&oacute;rio, n&atilde;o se realizando em casa do defunto, se fa&ccedil;a numa capela da comunidade adaptada para esta ora&ccedil;&atilde;o, na qual se proceda &agrave; celebra&ccedil;&atilde;o exequial ou se celebre na igreja&rdquo;, sugere D. Jos&eacute; Cordeiro.<\/p>\n<p>Fazendo uma breve reflex&atilde;o acerca do lugar do vel&oacute;rio e da dignidade da celebra&ccedil;&atilde;o da morte, o bispo de Bragan&ccedil;a explica que &ldquo;a orienta&ccedil;&atilde;o da reforma lit&uacute;rgica para o rito das ex&eacute;quias &eacute; dupla: exprimir melhor o sentido pascal da morte crist&atilde; e adaptar mais o rito &agrave;s condi&ccedil;&otilde;es e tradi&ccedil;&otilde;es das v&aacute;rias regi&otilde;es, mesmo na cor lit&uacute;rgica&rdquo;, por isso &ldquo;o vel&oacute;rio em casa do defunto ou no lugar do&nbsp;<strong>Vel&oacute;rio<\/strong>&nbsp;&eacute; uma&nbsp;intercess&atilde;o pelo defunto e uma consola&ccedil;&atilde;o para a fam&iacute;lia&rdquo;.<\/p>\n<p>O ritual das ex&eacute;quias, tendo em conta as situa&ccedil;&otilde;es das diversas regi&otilde;es, prop&otilde;e alguns tipos de celebra&ccedil;&atilde;o para as ex&eacute;quias crist&atilde;s, segundo tr&ecirc;s esquemas diferentes: &ldquo;em casa do defunto, na igreja e no cemit&eacute;rio com duas prociss&otilde;es: da casa do defunto para a igreja e da igreja para o cemit&eacute;rio; na capela do cemit&eacute;rio e junto da sepultura sem a celebra&ccedil;&atilde;o da Eucaristia ou em casa do defunto&rdquo;, explica.<\/p>\n<p>&ldquo;&Eacute; louv&aacute;vel que o vel&oacute;rio seja com uma celebra&ccedil;&atilde;o da Palavra ou com uma parte da Liturgia das Horas ou com a recita&ccedil;&atilde;o do ros&aacute;rio ou outras formas de ora&ccedil;&atilde;o com textos b&iacute;blicos devidamente aprovados para favorecer a participa&ccedil;&atilde;o dos fi&eacute;is&rdquo;, sendo que depois da celebra&ccedil;&atilde;o da missa exequial costuma realizar-se o rito da &uacute;ltima encomenda&ccedil;&atilde;o, que n&atilde;o deve, no entanto, ser &ldquo;entendido como uma purifica&ccedil;&atilde;o do defunto, mas como a &uacute;ltima sauda&ccedil;&atilde;o dirigida pela comunidade crist&atilde; a um dos seus membros, antes de o corpo ser levado para a sepultura&rdquo;, alerta D. Jos&eacute; Cordeiro.<\/p>\n<p>&ldquo;Segundo o conjunto do rito das ex&eacute;quias celebra-se o culto de Deus, que &eacute; o Deus dos vivos, salienta-se a centralidade do mist&eacute;rio pascal de Cristo, restabelece-se o sentido da comunidade crist&atilde; diante da morte, que &eacute; chamada a celebrar a pr&oacute;pria f&eacute; pascal e restitui-se &agrave; morte o seu car&aacute;cter humano e afirma-se o primado da pessoa humana&rdquo;, conclui o bispo de Bragan&ccedil;a em artigo de opini&atilde;o publicado esta quinta-feira no seman&aacute;rio ECCLESIA.<\/p>\n<p><em>MD<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>D. 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