{"id":62913,"date":"2013-10-17T09:36:00","date_gmt":"2013-10-17T09:36:00","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2013\/10\/17\/portugal-caritas-alerta-para-empobrecimento\/"},"modified":"2013-10-17T09:36:00","modified_gmt":"2013-10-17T09:36:00","slug":"portugal-caritas-alerta-para-empobrecimento","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/portugal-caritas-alerta-para-empobrecimento\/","title":{"rendered":"Portugal: C\u00e1ritas alerta para empobrecimento"},"content":{"rendered":"<p>Organiza\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica assinala Dia Internacional para a Erradica\u00e7\u00e3o da Pobreza <!--more--> <\/p>\n<p>Lisboa, 17 out 2013 (Ecclesia) &ndash; A C&aacute;ritas Portuguesa alertou hoje para as consequ&ecirc;ncias das atuais pol&iacute;ticas de austeridade para a popula&ccedil;&atilde;o, falando num aumento do &ldquo;risco&rdquo; de pobreza e na necessidade de uma maior aposta na cria&ccedil;&atilde;o de emprego.<\/p>\n<p>&ldquo;Desde o in&iacute;cio da crise os rendimentos reais do trabalho aumentam menos do que &nbsp;justificariam os ganhos de produtividade, tendo como consequ&ecirc;ncia um crescimento das desigualdades&rdquo;, assinala a organiza&ccedil;&atilde;o cat&oacute;lica, num comunicado enviado &agrave; Ag&ecirc;ncia ECCLESIA.<\/p>\n<p>A C&aacute;ritas apresenta o trabalho como &ldquo;essencial para a coes&atilde;o social&rdquo;, mas lamenta que as atuais op&ccedil;&otilde;es pol&iacute;ticas estejam &ldquo;mais assentes no aumento da competitividade e na regula&ccedil;&atilde;o financeira do que na cria&ccedil;&atilde;o de emprego&rdquo;.<\/p>\n<p>&nbsp;&ldquo;A crise e o aumento do desemprego por ela originado est&atilde;o a ter reflexos nas taxas de pobreza em Portugal, como comprovam os dados relativos ao ano j&aacute; referido, apresentados pelo INE&rdquo;, destacam os respons&aacute;veis pela organiza&ccedil;&atilde;o de a&ccedil;&atilde;o solid&aacute;ria e humanit&aacute;ria.<\/p>\n<p>Os dados citados mostram que o risco de pobreza para a popula&ccedil;&atilde;o em situa&ccedil;&atilde;o de desemprego aumentou 2,3 por cento, passando a ser de 38,3 por cento.<\/p>\n<p>&ldquo;Se n&atilde;o fossem as transfer&ecirc;ncias de pens&otilde;es de reforma e sobreviv&ecirc;ncia, em 2011, quase metade da popula&ccedil;&atilde;o portuguesa estaria em risco de pobreza&rdquo;, alerta a C&aacute;ritas.<\/p>\n<p>A organiza&ccedil;&atilde;o cat&oacute;lica sublinha que &ldquo;quanto menor for o rendimento, mais perto se fica da situa&ccedil;&atilde;o de pobreza&rdquo;, recordando que, em 2011, esse &iacute;ndice caiu 1 por cento.<\/p>\n<p>&ldquo;Enquanto h&aacute; mais gente pr&oacute;xima de ser &lsquo;oficialmente&rsquo; pobre, os ricos t&ecirc;m cada vez mais reservas&rdquo;, adverte o comunicado.<\/p>\n<p>Segundo a C&aacute;ritas Portuguesa, o trabalho e o rendimento que dele decorre s&atilde;o a primeira &ldquo;pol&iacute;tica de inser&ccedil;&atilde;o&rdquo;, frisando que &ldquo;a economia n&atilde;o est&aacute; a gerar suficiente emprego e a qualidade do trabalho gerado tamb&eacute;m parece insuficiente&rdquo;.<\/p>\n<p>A aus&ecirc;ncia de trabalho est&aacute; a gerar &ldquo;forte agita&ccedil;&atilde;o social&rdquo; num n&uacute;mero significativo de pa&iacute;ses, de acordo com a institui&ccedil;&atilde;o, presente em mais de uma centena de territ&oacute;rios.<\/p>\n<p>A C&aacute;ritas est&aacute; a assinalar hoje o Dia Internacional para a Erradica&ccedil;&atilde;o da Pobreza&nbsp;com uma campanha que visa combater o que considera ser um &ldquo;flagelo social&#8221; e sensibilizar os cidad&atilde;os para assumirem &ldquo;uma posi&ccedil;&atilde;o mais relevante&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;Esta realidade n&atilde;o resulta da falta de bens mas de uma escandalosamente injusta distribui&ccedil;&atilde;o dos mesmos. Sem se erradicar esta injusti&ccedil;a n&atilde;o ser&aacute; f&aacute;cil construir a paz. Sem a redu&ccedil;&atilde;o das desigualdades sociais gritantes, jamais se conseguir&aacute; ter tranquilidade pessoal e coletiva&rdquo;, refere Eug&eacute;nio Fonseca, presidente da C&aacute;ritas Portuguesa.<\/p>\n<p>A campanha ser&aacute; comunicada atrav&eacute;s de um e-postal com uma ora&ccedil;&atilde;o, procurando chegar ao maior n&uacute;mero de pessoas atrav&eacute;s da partilha de email e da rede social Facebook.<\/p>\n<p>A C&aacute;ritas evoca os que &#8220;continuam a viver e a morrer em condi&ccedil;&otilde;es degradantes&#8221;: &#8220;Cerca de 1,2 mil milh&otilde;es de pessoas (20% da popula&ccedil;&atilde;o mundial) vivem penosamente, muito abaixo do limiar m&iacute;nimo da pobreza (com menos de um d&oacute;lar por dia); 850 milh&otilde;es de seres humanos sofrem de fome e 30 mil morrem de causas diretamente relacionadas com a pobreza&#8221;.<\/p>\n<p><em>OC<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Organiza\u00e7\u00e3o cat\u00f3lica assinala Dia 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