{"id":62480,"date":"2013-09-11T13:56:55","date_gmt":"2013-09-11T13:56:55","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2013\/09\/11\/refugiados-papa-pede-cultura-de-fraternidade\/"},"modified":"2013-09-11T13:56:55","modified_gmt":"2013-09-11T13:56:55","slug":"refugiados-papa-pede-cultura-de-fraternidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/refugiados-papa-pede-cultura-de-fraternidade\/","title":{"rendered":"Refugiados: Papa pede cultura de \u00abfraternidade\u00bb"},"content":{"rendered":"<p>Numa visita ao Centro Astalli em Roma Francisco exortou institutos religiosos a abrirem os seus \u00abconventos vazios\u00bb a quem mais precisa <!--more--> <\/p>\n<p>Cidade do Vaticano, 11 set 2013 (Ecclesia) &ndash; O Papa destacou esta ter&ccedil;a-feira a import&acirc;ncia da cria&ccedil;&atilde;o de uma cultura de fraternidade entre todos os homens, durante uma visita ao Centro Astalli, institui&ccedil;&atilde;o jesu&iacute;ta em Roma que presta apoio a refugiados.<\/p>\n<p>Segundo o servi&ccedil;o informativo do Vaticano, depois de escutar a hist&oacute;ria de vida de algumas pessoas que est&atilde;o ali a ser acompanhadas, Francisco salientou que cada um daqueles testemunhos &ldquo;falam de dramas de guerra, de conflitos&rdquo; mas transportam ao mesmo tempo &ldquo;uma riqueza humana e religiosa, uma riqueza a ser acolhida, n&atilde;o para ter medo&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;N&atilde;o h&aacute; que ter medo da diferen&ccedil;a&rdquo; mas antes &ldquo;viver a fraternidade&rdquo; &#8211; &ldquo;Quantas vezes as pessoas levantam a voz para defenderem os seus direitos, e quantas vezes mostram-se depois indiferentes aos direitos dos outros?&rdquo;, questionou o Papa.<\/p>\n<p>Ligado ao <a href=\"http:\/\/www.jrs.net\/\" target=\"_blank\">Servi&ccedil;o dos Jesu&iacute;tas para os Refugiados<\/a>, criado em 1980, o <a href=\"http:\/\/www.centroastalli.it\/\" target=\"_blank\">Centro Astalli<\/a> come&ccedil;ou por ser um polo de acolhimento tempor&aacute;rio mas passou gradualmente a apostar num maior acompanhamento e na reinser&ccedil;&atilde;o social dos utentes.<\/p>\n<p>Para Francisco, &ldquo;n&atilde;o basta dar o p&atilde;o se n&atilde;o vem acompanhado da possibilidade de aprender a caminhar com as pr&oacute;prias pernas&rdquo;, uma &ldquo;caridade que deixa o pobre como est&aacute; n&atilde;o &eacute; suficiente&rdquo;, deve assegurar a plena &ldquo;integra&ccedil;&atilde;o&rdquo; dos mais desfavorecidos.<\/p>\n<p>Todos os dias, o refeit&oacute;rio do Centro Astalli enche-se com &ldquo;cerca de 400 pessoas&rdquo; em busca de &ldquo;uma refei&ccedil;&atilde;o quente&rdquo; &ndash; s&oacute; no ano passado, a institui&ccedil;&atilde;o atendeu mais de 34 mil pessoas.<\/p>\n<p>Real&ccedil;ando que &ldquo;a hospitalidade e a fraternidade podem abrir uma janela para o futuro&rdquo;, Francisco agradeceu e destacou o trabalho que a Companhia de Jesus tem vindo a realizar junto dos refugiados e deslocados, diante daqueles que &ldquo;est&atilde;o em dificuldades&rdquo;.<\/p>\n<p>Chamou ainda a aten&ccedil;&atilde;o para a import&acirc;ncia da a&ccedil;&atilde;o junto dos mais necessitados n&atilde;o ser entregue apenas a &ldquo;especialistas&rdquo; mas ser vista como uma miss&atilde;o de toda a Igreja, parte essencial da forma&ccedil;&atilde;o dos sacerdotes e religiosos e da pastoral das par&oacute;quias, dos movimentos e grupos eclesiais.<\/p>\n<p>Neste &acirc;mbito, o Papa dirigiu-se de forma &ldquo;particular&rdquo; aos &ldquo;institutos religiosos&rdquo;, convidando-os &ldquo;a ler seriamente e com responsabilidade os sinais dos tempos&rdquo; e a colocarem os seus recursos ao servi&ccedil;o dos que mais precisam.<\/p>\n<p>&ldquo;Os conventos vazios n&atilde;o servem para serem transformados em albergues para a Igreja ganhar algum dinheiro, eles n&atilde;o s&atilde;o da Igreja, s&atilde;o para a carne de Cristo, que s&atilde;o os refugiados&rdquo;, referiu Francisco, desafiando as ordens religiosas a &ldquo;praticarem a hospitalidade com generosidade e coragem&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;A miseric&oacute;rdia verdadeira, aquela que Deus d&aacute; e ensina, pede a justi&ccedil;a, pede que o pobre encontre o caminho para n&atilde;o ficar como est&aacute; e pede &agrave; Igreja, &agrave;s institui&ccedil;&otilde;es, que trabalhem para que ningu&eacute;m fique em situa&ccedil;&atilde;o de necessidade, de uma refei&ccedil;&atilde;o, de um abrigo, de um servi&ccedil;o de assist&ecirc;ncia social, e todos vejam reconhecido o direito a viver, a trabalhar, a ser pessoa em plenitude&rdquo;, <a href=\"http:\/\/www.news.va\/pt\/news\/nao-basta-dar-somente-o-pao-se-nao-vem-acompanhado\" target=\"_blank\">concluiu<\/a>.<\/p>\n<p><em>JCP<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Numa visita ao Centro Astalli em Roma Francisco exortou institutos religiosos a abrirem os seus \u00abconventos vazios\u00bb a quem mais 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