{"id":62432,"date":"2013-09-06T17:53:15","date_gmt":"2013-09-06T17:53:15","guid":{"rendered":"http:\/\/localhost:81\/dados_wp\/2013\/09\/06\/prisoes-faltam-colaboradores-para-um-trabalho-pastoral-nunca-totalmente-realizado\/"},"modified":"2013-09-06T17:53:15","modified_gmt":"2013-09-06T17:53:15","slug":"prisoes-faltam-colaboradores-para-um-trabalho-pastoral-nunca-totalmente-realizado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/agencia.ecclesia.pt\/portal\/prisoes-faltam-colaboradores-para-um-trabalho-pastoral-nunca-totalmente-realizado\/","title":{"rendered":"Pris\u00f5es: Faltam colaboradores para um trabalho pastoral \u00abnunca totalmente realizado\u00bb"},"content":{"rendered":"<p>Padre Jo\u00e3o Gon\u00e7alves destaca a import\u00e2ncia de uma a\u00e7\u00e3o preventiva e educativa que contrarie a l\u00f3gica do \u00abvale tudo\u00bb     <!--more--> <\/p>\n<p>Aveiro, 06 set 2013 (Ecclesia) &ndash; O coordenador nacional da Pastoral Penitenci&aacute;ria, padre Jo&atilde;o Gon&ccedil;alves, considera essencial combater o crime atrav&eacute;s da &ldquo;preven&ccedil;&atilde;o&rdquo; e diz que faltam colaboradores para um trabalho &#8220;nunca totalmente realizado&rdquo;.<\/p>\n<p>Num texto inclu&iacute;do na edi&ccedil;&atilde;o mais recente do Seman&aacute;rio ECCLESIA, o padre Jo&atilde;o Gon&ccedil;alves salienta que esta problem&aacute;tica diz respeito &ldquo;a toda a sociedade&rdquo; porque ningu&eacute;m est&aacute; livre de cair na marginalidade, &ldquo;a nodoa espreita o melhor pano&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;De onde v&ecirc;m as pessoas que enchem as nossas pris&otilde;es? A resposta, todas a sabem: elas nasceram e viveram entre n&oacute;s, na nossa casa, na nossa rua, na nossa cidade ou aldeia, pessoas que conviveram com os nossos filhos, netos, que receberam o sacramento do batismo, que foram l&iacute;deres nas nossas comunidades&rdquo;, recorda o sacerdote.<\/p>\n<p>Segundo aquele respons&aacute;vel, as pris&otilde;es portuguesas albergam atualmente mais de 14 mil pessoas, a maior parte delas &ldquo;provenientes&rdquo; do pr&oacute;prio pa&iacute;s e cerca de &ldquo;20 por cento&rdquo; com &ldquo;origem estrangeira&rdquo;.<\/p>\n<p>O caminho para contrariar estes n&uacute;meros passa antes de mais, pelo empenho de todas as pessoas num trabalho de &ldquo;preven&ccedil;&atilde;o&rdquo; da criminalidade, um dos vetores primordiais da Pastoral Penitenci&aacute;ria, a par do trabalho junto dos presos e na procura da sua completa e adequada &ldquo;reinser&ccedil;&atilde;o&rdquo; social.<\/p>\n<p>Atrav&eacute;s da preven&ccedil;&atilde;o, &ldquo;pessoas e organiza&ccedil;&otilde;es s&atilde;o convidadas a estar atentas a toda a gente, especialmente &agrave;s mais fr&aacute;geis; a anunciar valores, a ajudar a interiorizar o respeito pela vida, pela propriedade alheia, pela ordem p&uacute;blica, pelo respeito a todos devido, sem descurar o ambiente familiar&rdquo;.<\/p>\n<p>Est&aacute; sobretudo em causa a &ldquo;constru&ccedil;&atilde;o de uma sociedade melhor, que leve a prevenir os delitos; contribuir para o estabelecimento de processos de cont&iacute;nua convers&atilde;o e mudan&ccedil;a de vida, de crescimento pessoal e comunit&aacute;rio, fundados no respeito e na responsabilidade pessoal e comunit&aacute;ria&rdquo;, aponta o padre Jo&atilde;o Gon&ccedil;alves.<\/p>\n<p>Uma das formas mais eficazes de prevenir o crime seria, por exemplo, &ldquo;integrar crian&ccedil;as, adolescentes e jovens em associa&ccedil;&otilde;es e atividades recreativas, desportivas, culturais&rdquo;, iniciativas que formem as novas gera&ccedil;&otilde;es para uma vida com valores, &ldquo;recusando&rdquo; a atual l&oacute;gica do &ldquo;vale tudo&rdquo;.<\/p>\n<p>O coordenador nacional da Pastoral Penitenci&aacute;ria diz que &ldquo;s&atilde;o precisos muitos colaboradores que se juntem aos capel&atilde;es das cadeias, aceitem receber a forma&ccedil;&atilde;o adequada, e entrem nas pris&otilde;es, com inten&ccedil;&atilde;o de dar tempo &agrave; escuta, compreens&atilde;o e carinho a quem est&aacute; em sofrimento&rdquo;.<\/p>\n<p>&ldquo;H&aacute;, aqui, muito campo para a imagina&ccedil;&atilde;o pastoral, e para um trabalho, nunca totalmente realizado&rdquo;, aponta o respons&aacute;vel cat&oacute;lico.<\/p>\n<p>Entre 1 e 4 de maio de 2014, a cidade do Porto vai receber o 1.&ordm; Congresso Ib&eacute;rico de Pastoral Penitenci&aacute;ria, subordinado ao tema &ldquo;Dignificar a Pessoa Presa&rdquo;.<\/p>\n<p>Para o padre Jo&atilde;o Gon&ccedil;alves, esta ser&aacute; uma boa oportunidade para consciencializar &ldquo;toda a sociedade e todas as dioceses&rdquo; para a necessidade de um esfor&ccedil;o comum tendo em vista a preven&ccedil;&atilde;o da criminalidade, a reabilita&ccedil;&atilde;o humana e espiritual dos presos e a sua inclus&atilde;o na sociedade.<\/p>\n<p><em>JCP<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Padre Jo\u00e3o Gon\u00e7alves destaca a import\u00e2ncia de uma a\u00e7\u00e3o preventiva e educativa que contrarie a l\u00f3gica do \u00abvale 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